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Braga

Levantada interdição de praias fluviais em Braga e Vila Verde

Merelim São Paio e Faial

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Foto cedida a O MINHO

As praias fluviais de Merelim S. Paio, em Braga, e do Faial, em Vila Verde, interditadas a banhos desde quarta-feira devido à presença da bactéria E.Coli na água já estão reabertas, disse hoje à Lusa fonte autárquica.

Em declarações à Lusa, o vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, confirmou que as análises conhecidas hoje já não detetaram a presença daquela bactéria.

“As praias já foram reabertas a banhos com base nos resultados hoje conhecidos que já não detetam a bactéria E.Coli e, portanto, a Agência Portuguesa do Ambiente já autorizou a reabertura das praias, algo que fizemos de imediato”, explicou.

Na quinta-feira, Altino Bessa explicou que “a experiência” o faz acreditar que o problema “terá tido origem em descargas nas fossas feitas para o rio Homem”.

Segundo o responsável, “a câmara [de Braga] está a aguardar o resultado das análises à água recolhida quarta-feira para saber se ainda persiste o problema” na praia de Merelim, sendo que a E.Coli foi detetada “numa das análises que a autarquia faz todas as semanas” às águas das suas praias fluviais.

“Diz-me a experiência que isto resulta de descargas ilegais que alguém fez, aproveitando as chuvas, para um dos braços do rio Homem, que desagua no Cávado. Foi verificada a presença desta bactéria nesta praia, em Vila Verde também, mas nas [praias] acima daquele braço do Homem já não”, explicou Altino Bessa.

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Braga

Sindicato diz que Bosch/Braga tem de incluir horas noturnas no ‘lay-off’

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Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

O Sindicato das Indústrias Transformadoras anunciou hoje que a fábrica de Braga da Bosch “tem de incluir as horas noturnas no ‘lay-off’”, acrescentando que a Autoridade para as Condições do Trabalho irá notificar a empresa para “corrigir a falha”.

Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte (SITE Norte) diz que “contestou, desde sempre, a intenção da Bosch Car Multimedia de excluir as horas noturnas” no cálculo da retribuição para efeitos do ‘lay-off’, aplicado devido à covid-19, congratulando-se com a decisão da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT).

“Quando a administração comunicou a sua intenção de avançar para o ‘lay-off’, na figura da suspensão, assim como a intenção de não incluir as horas noturnas no cálculo da remuneração a considerar, o sindicato desde logo afirmou que estava errado o entendimento patronal e declarou que não iria permitir abusos, especialmente no momento difícil que os trabalhadores atravessam”, indica o SITE Norte.

Depois “desta tentativa de chamar a administração à razão”, o sindicato refere que “foram tomadas as medidas necessárias para repor a justiça”.

“Ficou agora provado que as instituições estatais da área do trabalho acompanham a posição do sindicato. Depois de todas as diligências, a inspeção do trabalho (ACT) irá notificar a empresa para corrigir esta falha”, lê-se na nota publicada na página da internet da Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Elétricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Energia e Minas (Fiequimetal), afeta à CGTP.

Em resposta enviada hoje à agência Lusa, a Bosch reitera o que já havia dito em 14 de maio, dia em que, em conferência de imprensa, Sérgio Sales, dirigente do SITE Norte, acusou a fábrica de Braga de “surripiar” no valor a pagar aos trabalhadores em ‘lay-off’, sublinhando que, em alguns casos, o salário iria sofrer cortes de 300 euros.

“Mantemos a mesma posição divulgada inicialmente e que é sustentada pelas indicações da Segurança Social [SS]. Até à data temos cumprido escrupulosamente essas indicações na contabilização das horas de trabalho para efeitos de pagamento em regime de ‘lay-off’ simplificado. Essas indicações foram transmitidas pela própria entidade, da mesma forma que constam do guia prático, disponibilizado para o efeito”, sublinha e empresa.

Nesse sentido, a Bosch Car Multimedia, assume que, “assim como qualquer outra empresa no mesmo regime, cumpre as disposições legais e os procedimentos formais às quais está obrigada, não havendo base legal para proceder de outro modo”.

“Existindo algum tipo de diferendo entre a ACT e a SS, terá que ser discutido e solucionado entre as mesmas. A Bosch Car Multimedia cumprirá aquilo que for legalmente definido e formalmente indicado”, lê-se na resposta escrita da empresa de Braga.

O ‘lay-off’ consiste na redução temporária dos períodos normais de trabalho ou suspensão dos contratos de trabalho efetuada por iniciativa das empresas, durante um determinado tempo.

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Braga

Hospital de Braga teve ‘lucro’ de 200 mil euros em 2019, após fim da PPP. E a produtividade cresceu

Segundo a Administração

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João Porfírio de Oliveira, presidente da Administração do Hospital de Braga. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Acabou a Parceria-Público-Privada (PPP) entre o Estado e o grupo Mello, mas o Hospital de Braga – diz a sua administração, em comunicado – funciona ainda melhor, com mais produtividade, e até dá lucro. Ou seja, teve, em 2019, um resultado operacional global positivo, de 200 mil euros, no que respeita “exclusiva e unicamente à sua atividade enquanto Entidade Pública Empresarial (EPE)”, ou seja, desde o fim da gestão privada do grupo Mello que ocorreu a 31 de agosto.

O Conselho de Administração adiantou, também, hoje, que, no último quadrimestre de 2019, realizou 163.529 consultas e 10.408 cirurgias, o que se traduz num aumento, entre 20 a 29 por cento, dos seus indicadores de produtividade relativamente ao período homólogo de 2018.

João Porfírio de Oliveira, presidente da Administração. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

“No Hospital de Dia, houve uma taxa de crescimento de 20%, incluindo as sessões de radioterapia que aumentaram 25% e as sessões de oncologia médica que cresceram 29%.”, adianta o organismo, sublinhando que se verificou, também, durante o quadrimestre, um maior número de atendimentos em Urgência, e uma taxa de crescimento total de 2% de doentes saídos do regime de internamento”, acrescentou o Hospital.

Já os meios complementares de diagnóstico e terapêutica – prossegue o documento – “apresentaram tiveram evolução positiva, nomeadamente pelo aumento da atividade assistencial em imagiologia e patologia clínica”.

“A evolução positiva dos indicadores da atividade assistencial no Hospital de Braga espelha o esforço, dedicação e empenho de todos os seus profissionais”, salientam os seus administradores

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Braga

Empresa de Braga eleita a 2.ª melhor empresa de pesagem do mundo

Prémios mundiais de pesagem

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Foto: Divulgação / Arquivo

A Balanças Marques obteve este ano o segundo lugar a nível mundial entre os fabricantes de equipamentos de pesagem. Ficou atrás, apenas, de um dos gigantes mundiais do setor e três dos seus produtos foram considerados os melhores do mundo.

A empresa repete, assim, a classificação de 2018 nos “Weighing Review Awards”, sendo que, recorde-se, no ano passado ficou em primeiro lugar.

Alguns dos seus produtos voltaram a ser considerados os melhores do mundo, sublinha a empresa em nota de imprensa.

A balança BM5 ARM foi eleita a melhor do mundo na área da pesagem comercial, sendo uma constante desde 2016 as vitórias dos equipamentos desta gama da empresa bracarense.

A báscula de pesar camiões PCM M1500 da Balanças Marques venceu pela sexta vez nas sete edições já realizadas dos prémios mundiais da pesagem, “tornando-a incontestavelmente na melhor do mundo na sua categoria”.

Pelo segundo ano consecutivo, o software ETPOS foi escolhido como o melhor do mundo nas soluções informáticas para pesagem.

Em comunicado, a administração da empresa do Grupo José Pimenta Marques afirma que “não esconde o seu orgulho e enorme satisfação pelo contínuo reconhecimento internacional de todo o trabalho realizado e da qualidade dos seus produtos”.

“Esta é uma excelente notícia num período mais conturbado do ponto de vista social e económico, devido à pandemia da covid-19, e que traz motivação extra para enfrentar o atual contexto. A administração aproveita para distribuir todo o mérito pelos colaboradores e empresas do Grupo José Pimenta Marques e agradecer o contributo dos clientes, parceiros, fornecedores e amigos, bem como de todos que com o seu voto permitiram a obtenção destes resultados”, refere a nota de imprensa.

Com sede em Braga e instalações também em Lisboa, a Balanças Marques é descrita como o maior fabricante nacional da área da pesagem.

Possui empresas em Espanha, França, Brasil e China, e as suas exportações representam cerca de dois terços do valor total das vendas portuguesas de equipamentos de pesagem para outros países.

Além de ter o estatuto PME Excelência 2019, é também, atualmente, a oitava melhor empresa para trabalhar em Portugal.

Os “Weighing Review Readers’ Choice Awards” são da responsabilidade do portal “International Weighing Review” e distinguem anualmente os melhores do mundo na indústria da pesagem.

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