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País

Portugueses a passar férias fora de casa no verão atinge quase 80%

Estudo

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Foto: DR / Arquivo

O número de portugueses que vai fazer férias fora de casa entre junho e setembro atinge os 77%, o que significa uma ligeira descida face ao período homólogo, revela um estudo do IPDT hoje divulgado.

Segundo este estudo de intenção de férias, que teve o apoio da Soltrópico, “77% dos portugueses vão fazer férias fora de casa no período de junho a setembro deste ano, um valor próximo do apurado em igual período de 2018 (80,4%)”.

Ainda assim, “a expetativa para o gozo de férias é muito positiva com o Algarve a ser o destino de eleição, numa escolha que coloca Portugal no topo das preferências para 40% dos inquiridos”, apontou, em comunicado, o presidente do Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), António Jorge Costa.

No que se refere aos gastos nas férias, as estimativas apontam para uma média de 434 euros, a que corresponde a um gasto unitário de 59 euros por noite, “um consumo semelhante ao de 2018”.

De acordo com os dados do IPDT, entre os inquiridos, dos que optam por viajar para o exterior, 28% elegem a Europa como destino, destacando-se Espanha.

Segundo o estudo, cerca de 44% dos inquiridos declarou que já fez reserva das férias através da internet, sendo a principal motivação para a viagem o sol e o mar (61%), seguindo-se a cultura (12%) e a natureza (9%).

No que se refere ao alojamento, os hotéis de quatro estrelas são a opção favorita para 29% dos inquiridos, seguindo-se as moradias ou apartamentos alugados (18%) e a casa de familiares ou amigos (13%).

Por sua vez, 72% das intenções de férias estão concentradas em estadas até sete noites, sendo que a maioria prefere o mês de agosto para gozar férias.

Este estudo foi elaborado tendo por base 538 questionários, recolhidos entre 10 e 30 de maio.

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País

Grupo do Banco Montepio perdeu 256 trabalhadores num ano

Banca

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Foto: DR / Arquivo

O grupo do Banco Montepio perdeu 256 trabalhadores entre junho de 2018 e junho deste ano, tendo a redução face ao final do ano passado sido de sete trabalhadores, foi hoje comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

No final do primeiro semestre de 2018, o total do Grupo Banco Montepio contava com 4.193 trabalhadores, passando a contar com 3.937 no final do primeiro semestre deste ano. No final de 2018, o número de trabalhadores do grupo era de 3.944.

Se se contabilizarem apenas os trabalhadores do Banco Montepio, a redução anual entre primeiros semestres de 2018 e 2019 foi de 86 trabalhadores, passando de 3.638 pessoas para 3.552 empregadas no banco detido pela Mutualista Montepio.

Em termos de balcões o balanço nacional é inverso, tendo sido abertos cinco novos balcões face ao final do primeiro semestre de 2018 (passagem de 324 para 329 agências).

Na atividade internacional fecharam dez balcões (passagem de 34 para 24) entre os dois primeiros semestres, referentes ao BTM de Moçambique.

O Banco Montepio teve lucros de 3,6 milhões de euros no primeiro semestre, quatro vezes menos do que os 15,8 milhões de euros dos primeiros seis meses de 2018, o que o banco atribui à “menor eficiência fiscal”, segundo divulgado em comunicado ao mercado.

Os custos operacionais do banco reduziram-se em 7,3 milhões de euros (5,5%) no primeiro semestre de 2019 face ao período homólogo de 2018, alicerçados “na diminuição dos custos com pessoal em 6,4 milhões de euros (-7,6%), na diminuição dos gastos gerais administrativos em 5,2 milhões de euros (-14,2%) e no aumento de 4,3 milhões de euros (+35,4%) das depreciações e amortizações”.

O Banco Montepio revelou que, depois da venda da sua participação no BTM de Moçambique, a “atividade internacional do grupo está agora concentrada em duas jurisdições, Angola e Cabo Verde, de onde se destaca o menor contributo do Finibanco Angola”, que registou resultados de 5,9 milhões de euros no primeiro semestre de 2019, menos do que os 11,9 milhões no período homólogo de 2018.

Há várias semanas que há notícias sobre problemas no Banco Montepio, tanto por críticas à estratégia do banco como ao prolongar da indefinição sobre Dulce Mota que desde fevereiro é presidente executiva interina. Então, Dulce Mota substituiu Carlos Tavares, que passou a ser presidente não executivo (‘chairman’) e desde então não foi decidido definitivamente se fica ou não como presidente da instituição.

Em 06 de setembro, foi conhecido que Luís Guimarães apresentou a renúncia aos cargos de administrador não executivo do banco Montepio. Segundo o jornal Público, Luís Guimarães comunicou ao presidente não executivo do Banco Montepio, Carlos Tavares, a demissão “alegando, entre outros aspetos, falta de condições para exercer a função de forma independente”.

O Jornal Económico noticia hoje que o Banco de Portugal enviou uma carta à Associação Mutualista Montepio Geral e ao Banco Montepio a pedir soluções de estabilidade governativa no banco, enviada na sequência da demissão daquele administrador.

Tanto o Banco Montepio como a Associação Mutualista Montepio Geral têm recusado fazer comentários sobre estes temas e o clima de tensão no interior do banco.

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País

Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: O MINHO

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 20 de setembro: 8, 21, 25, 38 e 50 (números) e 4 e 8 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 188 milhões de euros.

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País

Centeno diz que tem mais 200 milhões para próximo Governo baixar IRS em 2021

Eleições Legislativas 2019

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Foto: Facebook de Mário Centeno (Arquivo)

O ministro das Finanças, Mário Centeno, disse esta sexta-feira que tem uma almofada financeira adicional de 200 milhões de euros e que, com ela, o PS tenciona baixar o IRS e alterar os escalões no Orçamento do Estado para 2021 (OE2021).

Mário Centeno, que foi um dos responsáveis pela elaboração do programa macroeconómico do Partido Socialista, afirmou que desta forma, com uma ‘almofada’ orçamental de 400 milhões de euros, se dá “mais um passo” face ao Programa de Estabilidade apresentado em abril, em que se destinavam já 200 milhões de euros para medidas de índole fiscal.

Em conferência de imprensa na sede do PS, Mário Centeno referiu que no Programa de Estabilidade não havia ainda definição de que estes 200 milhões de euros seriam usados para a redução do IRS, ao qual se acrescentam agora “mais 200 milhões de euros”.

“E, portanto, com esse envelope orçamental vamos no OE2021 dar mais um passo na reforma do IRS ao nível dos escalões”, disse o candidato a deputado pelo PS no círculo de Lisboa.

“Fomos até mais longe, identificámos que as alterações nos escalões deveriam ser benéficas para os portugueses que não beneficiaram significativamente da redução da sobretaxa nem da reforma de IRS que começámos a implementar em 2018 e concluímos em 2019 e que incidiu esmagadoramente nos rendimentos maios baixos”, acrescentou Centeno.

O titular da pasta das Finanças disse hoje também que há margem financeira “crescente”, entre 200 e 400 milhões de euros, no Programa de Estabilidade para atualizações salariais na administração pública até 2023.

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