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Desporto

Portugal perde com Itália por 3-0 na estreia na fase final do Europeu de voleibol

Em França

em

Foto: Divulgação

A seleção portuguesa de voleibol estreou-se esta quinta-feira na fase final do Europeu com um desaire por 3-0 face a Itália, em encontro do Grupo A, sediado na cidade francesa de Montpellier.


A formação das quinas, que cumpre a quinta presença na fase final, depois de 1948, 1961, 2005 e 2011, perdeu com os transalpinos, seis vezes campeões da Europa (1989, 1993, 1995, 1999, 2003 e 2005), por 25-21, 25-10 e 25-22, em 80 minutos.

Para conseguir um lugar nos oitavos de final, Portugal precisa de ficar nos quatro primeiros do agrupamento, que inclui ainda Bulgária (que a equipa lusa defronta no sábado), França (domingo), Grécia (terça-feira) e Roménia (quarta-feira).

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Futebol

Kanya Fujimoto reforça Gil Vicente

I Liga

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Foto: DR

O médio Kanya Fujimoto foi emprestado pelos japoneses do Tokyo Verdy ao Gil Vicente, numa cedência válida por uma temporada e com opção de compra, anunciou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol.

“O Gil Vicente e o Tokyo Verdy chegaram a acordo para a transferência do médio Kanya Fujimoto”, lê-se numa nota publicada pela formação de Barcelos nas redes sociais.

O médio canhoto contabilizava um golo em sete aparições na terceira época consecutiva pelo Tokyo Verdy, 12.º classificado da II Liga japonesa, através do qual se formou para o futebol e alcançou presenças constantes nas seleções jovens daquele país asiático, ao ponto de ter sido titular duas vezes no Mundial sub-20 de 2019, na Polónia.

Kanya Fujimoto, de 21 anos, é o primeiro reforço anunciado pelos minhotos, que já tinham confirmado a saída do guarda-redes Wellington Luís e o fim das cedências do ex-colega de setor Bruno Diniz, do defesa Arthur Henrique, do médio Bozhidar Kraev e dos avançados Sandro Lima, Yves Baraye e Zakaria Naidji.

O Gil Vicente oficializou o treinador Rui Almeida como sucessor de Vítor Oliveira, que conduziu os ‘galos’ a uma campanha tranquila na I Liga em 2019/20, culminada na 10.ª posição, com 43 pontos, 10 acima da zona de despromoção, numa época marcada pelo regresso administrativo à elite, a partir do Campeonato de Portugal, após o ‘caso Mateus’.

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Futebol

Nuno Manta Santos rescinde e abandona comando técnico do Desportivo das Aves

Futebol

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Nuno Manta Santos. Foto: DR / Arquivo

O treinador Nuno Manta Santos abandonou hoje “de forma unilateral e com efeitos imediatos” o comando do Desportivo das Aves, despromovido à II Liga de futebol, quebrando o vínculo extensível até junho de 2021.

“Chegou ao fim a minha dura caminhada junto da CD Aves – SAD, depois de esgotar todas as vias possíveis (e mesmo impossíveis) para a manutenção desta relação. Por razões de ética profissional, não entrarei em detalhes sobre os assuntos internos que estiveram na base da decisão”, lê-se em comunicado enviado à Lusa pelo técnico.

A saída de Nuno Manta surge quando a SAD dos nortenhos acumula quatro meses seguidos de salários em atraso e falhou em 29 de julho os requisitos de licenciamento das provas profissionais de 2020/21, tendo a Comissão de Auditoria da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) detetado três incumprimentos legais e 13 financeiros.

“Cumpre deixar uma palavra a todos (e não foram poucos!) os que me apoiaram. Antes de mais, agradecer a todos os que, ao meu lado, sacrificaram diária e arduamente as suas vidas pessoais e profissionais para alcançarmos um objetivo que muitos achavam impossível: concluir o campeonato de cabeça levantada”, prossegue a nota.

As sucessivas dívidas salariais por parte da administração liderada pelo chinês Wei Zhao resultaram em 12 rescisões unilaterais de atletas do Desportivo das Aves, que terminou a edição 2019/20 da I Liga na 18.ª e última posição, com 17 pontos, outros tantos abaixo da zona de salvação, consumando a descida à II Liga no relvado, a par do Portimonense.

“Falo dos meus jogadores, da restante equipa técnica, de todos os que, num esforço incomensurável, quase sobre-humano, enfrentaram verdadeiros calvários diários que guardaremos connosco. Obrigado, foram inexcedíveis! Agradecer às gentes e adeptos das Aves pelo incansável apoio. Levá-las-ei comigo no coração”, frisa Nuno Manta.

Os nortenhos dispuseram de três dias úteis para apresentar o recurso nos serviços da Liga de clubes, mas, ao contrário do Vitória de Setúbal, dispensaram a contestação junto do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), acatando um desfecho que determina a descida por via administrativa ao Campeonato de Portugal.

Nuno Manta Santos, de 42 anos, chegou à Vila das Aves em 13 de novembro de 2019, dois dias após ter rescindido com o Marítimo, para render Leandro Pires, que substituiu de forma interina Augusto Inácio, somando quatro triunfos em 23 jogos e uma despedida atribulada da elite, perante a ameaça da SAD em faltar às últimas duas jornadas.​​​​​​​

“Não posso ainda deixar de agradecer ao presidente António Freitas pela confiança. Foi, de facto, uma luta muito dura e muito diferente do que imaginei e planeei. Sofrida e inevitavelmente algo triste. Contudo, acabou e há que virar a página. O futebol é a minha vida, o relvado é a minha casa e é nele que me continuarão a ver”, finaliza.

A LPFP convidou o Portimonense, 17.º e penúltimo colocado, a manter-se na I Liga e o Cova da Piedade e o Casa Pia a ficarem na II Liga, após terem sido despromovidos pela via administrativa, com o cancelamento daquele escalão devido à pandemia de covid-19.​​​​​​​

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Atletismo

Campeonatos Portugal de atletismo sábado em cinco pistas em simultâneo. Uma em Braga

Lisboa, Braga, Madeira e duas nos Açores

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Foto: DR / Arquivo

Cinco localidades diferentes vão ser palco em simultâneo, no sábado, dos Campeonatos de Portugal de atletismo, uma realidade que reflete a situação de exceção originada pelo combate à pandemia de covid-19.

A maior parte dos atletas vai estar no Estádio Universitário, em Lisboa, mas também se competirá em Braga, na Madeira (Ribeira Brava) e nos Açores (Ponta Delgada e Angra do Heroísmo).

A Federação Portuguesa de Atletismo faz por seguir as restrições definidas para a utilização de recintos desportivos e para a realização da prática desportiva, ao mesmo tempo que minimiza deslocações, necessidades de alojamento e refeições fora do local de residência de atletas, treinadores, dirigentes, juízes e pessoal de apoio.

Quem mais vai sentir a diferença de formato serão certamente os atletas das ilhas, com algumas provas em que haverá mesmo um só atleta em ação, no estádio.

Com a única exceção dos 100 metros, todas as corridas se vão disputar por séries, havendo depois o cruzamento de marcas para as classificações finais. Regra idêntica vale para os concursos.

Em última análise, até pode acontecer um pódio composto por atletas que estiveram em ação em três estádios diferentes.

Na prática, os mais cotados vão estar em Lisboa, nomeadamente a representar o Sporting e o Benfica.

Em ano atípico, sem o estímulo de preparar a ida aos Jogos Olímpicos de Tóquio ou os Europeus de Paris – ambos adiados, esta será a ocasião para ver os melhores portugueses da modalidade, mesmo sendo certo que a forma não deverá ser a melhor.

Com a qualificação olímpica suspensa até novembro, o objetivo não passa pelas marcas, mas por medalhas que possam enriquecer o palmarés individual.

O foco, mais uma vez, deverá ser o triplo salto. Pedro Pichardo (Benfica) e Nelson Évora (Sporting), em masculinos, e Susana Costa (Academia Fernanda Ribeiro), Patrícia Mamona e Evelise Veiga (Sporting) estarão todos em Lisboa.

Auriol Dongmo (Sporting), recente recordista nacional do peso, procura o seu primeiro título nacional absoluto. Em masculinos, a luta deverá ser entre Francisco Belo e Tsanko Arnaudov, ambos do Benfica e os dois acima dos 20 metros, este ano.

Na velocidade, Lorene Bazolo (Sporting) é favorita para 100 e 200 metros e Cátia Azevedo (Sporting) para os 400, enquanto que na mesma distância, mas com barreiras, deverá confirmar-se o bom regresso este ano de Vera Barbosa (Sporting).

Marta Pen (Sporting) está inscrita nas distâncias entre os 400 metros e os 1.500 metros, para decidir no dia.

Para o lançamento do disco, o duelo em Lisboa é entre Liliana Cá (N Luz) e Irina Rodrigues, enquanto que nas provas de 3.000 metros marcha deve ser grande a superioridade de Ana Cabecinha (Pechão) e João Vieira (Sporting).

A nível de meio-fundo, o facto de não se correr acima dos 3.000 metros levou ao desinteresse generalizado dos melhores, mas ainda assim pode haver um despique interessante na pista de Braga – entre a bracarense Mariana Machado e a sportinguista Sara Moreira.

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