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Barcelos

Carrinha tomba em Barcelos e faz três feridos

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Foto: O MINHO

Três pessoas ficaram com ferimentos na sequência de uma colisão durante esta tarde, na freguesia urbana de Arcozelo, em Barcelos.

Ao que apurou O MINHO, uma das viaturas acabou por tombar, na sequência da colisão que se deu na Rua Barbosa du Bocage.

O alerta foi dado por volta das 19:00 e para o local foram acionados os Bombeiros de Barcelos.

Foto: O MINHO

As vítimas foram transportadas para o Hospital de Barcelos.

A PSP registou a ocorrência.

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Barcelos

Comércio e Serviços faturam mais que a indústria têxtil em Barcelos

Corresponde a 36% da faturação do concelho

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Foto: Divulgação / ACIB

O sector de Comércio e Serviços de Barcelos constituiu 36% da faturação daquele concelho, anunciou esta segunda-feira a Associação Comercial e Industrial de Barcelos (ACIB).

Em comunicado, aquela entidade destaca os 1.193 milhões de euros em volume de negócios anual, comparativamente à faturação do têxtil, assinalada em 1.147 milhões de euros.

De acordo com o mesmo documento, em termos nacionais, Barcelos é o 19.º mais importante dos 310 municípios de Portugal, contribuindo o comércio e serviços para uma fatia considerável dos 3.282 milhões de euros de faturação total.

Com estes números em mente a ACIB vai realizar em Barcelos, no próximo dia 30 de outubro, o Fórum do Comércio, que tem como objetivo debater o futuro do sector e defendê-lo como um dos motores geradores de riqueza e de emprego.

“Este fórum será realizado num momento de especial indecisão e pressão sobre o sector do comércio, de expansão dos grandes grupos e de necessidade em dinamizar as cidades”, refere a associação.

Haverá um foco especial na defesa do comércio tradicional e local, visando que todos os intervenientes no sector, comerciantes, dirigentes associativos, autarcas e políticos, possam refletir sobre o mesmo e sobre a sua importância para a economia.

“Não será esquecida a necessidade do sector em ter uma dinâmica de agregação de esforços, de reforço da sua competitividade individual e coletiva, de ações comuns, do incremento da sua divulgação e do fomento da capacidade de união”, refere.

Temas a debate no Fórum do Comércio da ACIB

A Cidade Como Pólo Económico

  • Turismo, Cultura e Shopping (Compras)
  • A Centralidade dos Mercados Municipais

O Contributo das Cidades para o Crescimento Económico

  • Novas Perspetivas Para As Lojas Retalhistas – O Futuro

O Supermercado do Futuro – A Loja de Proximidade

A Formação Profissional dos Trabalhadores e Empresários

O Comércio Digital – O Futuro do Comércio Retalhista

  • A Componente Económica e Financeira no Comércio

Meios de Pagamento / Crédito Bancário / Estratégias de Investimento

Os Apoios aos Fundos Comunitários

O Fórum do Comércio será assim, para a ACIB, a montra para evidenciar todo potencial do sector e para exigir mais e melhores apoios das entidades públicas, sejam elas locais ou nacionais. Neste capítulo a ACIB já pediu à Câmara Municipal de Barcelos a isenção de taxas para a publicidade exterior das lojas comerciais ou de serviços, bem como a isenção das taxas cobradas pela calibração das balanças e que são feitas pelos serviços municipais.

A realização do Fórum do Comércio está a cargo da ACIB em parceria com a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal e a Câmara Municipal de Barcelos. Decorre no dia 30 de outubro das 09:00 às 17:00, no auditório da CMB, e inclui almoço oferecido pela organização.

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Barcelos

“O PSD abandonou, mais uma vez, os barcelenses”

Polémica na câmara de Barcelos

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Imagem via Barcelos Popular

A saída da sala por parte da oposição aquando da chegada do presidente da Câmara durante a última reunião de executivo municipal de Barcelos levou a que o secretariado local do PS lançasse acusações ao PSD de “abandonar” os barcelenses.

Em comunicado, os socialistas criticam a atitude dos vereadores sociais-democratas, acusando-os de presumirem que o autarca Miguel Costa Gomes seja culpado dos crimes que lhe estão imputados, sem que exista julgamento prévio.

“Depois de termos assistido a um abandono que colocou em causa projetos comunitários, a resolução das questões de recolha de resíduos; o Barcelos Bus e outros projetos e apoios muito relevantes para o desenvolvimento do concelho, a oposição municipal e particularmente o PSD, como principal partido da oposição voltaram a mais uma atitude que comprova o seu desinteresse por Barcelos”, escrevem os socialistas.

O comunicado aponta que os vereadores da oposição dizem “defender o princípio de presunção de inocência”, mas não o estão a cumprir, “querendo impor ao presidente (…) uma decisão que, objetivamente, não só viole esse principio constitucional, como o faça, também, em relação ao principio da separação de poderes”.

“O caso judicial em apreço, pelo seu mediatismo e sistemáticas violações do segredo de justiça é, hoje, por todos sobejamente conhecido e assume fortes contornos políticos. Um processo que esteve parado nos últimos meses e que após as eleições legislativas teve uma decisão do Tribunal da Relação do Porto, que permitiu perceber que a medida de coação era desajustada, desproporcional e desnecessária”, salientam os socialistas.

O PS diz mais: que 21 dos 28 contratos “suspeitos” nesta operação que acusa Miguel Costa Gomes de corrupção foram assinados pelo atual vereador da oposição, Domingo Pereira, ex-PS e ex-integrante do executivo dos socialistas.

O mesmo comunicado recorda a operação Tutti Frutti, que envolveu Carlos Reis e outros elementos destacados do PSD de Barcelos. “O PSD Barcelos pediu a suspensão ou a renúncia do seu líder, então presidente de junta aquando das investigações e fortes indícios, segundo o ministério público, de dois crimes de peculato?”, questionam.

“O vereador da oposição e líder do BTF pediu a suspensão ou renúncia do seu mandato aquando da sua constituição como arguido?”, questionaram ainda.

“Da nossa parte, mantemos a profunda convicção de inocencia do presidente Miguel Costa Gomes, reforçada pela decisão do Tribunal da Relação do Porto e o sentido de responsabilidade conferido pelos barcelenses para fazer mais e melhor por Barcelos”, referem.

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Barcelos

Oposição na Câmara de Barcelos abandona reunião à chegada do presidente

PSD pede eleições intercalares

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Imagem via Barcelos Popular

Os cinco vereadores da oposição na Câmara de Barcelos recusaram-se esta sexta-feira a participar na reunião do executivo, por duvidarem da legalidade de a mesma se realizar sem ser permitida a presença na sala de quaisquer funcionários municipais.

A reunião de voltou a ser presidida pelo presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes (PS), que está impedido pelo tribunal de contactar com os funcionários do município, uma medida de coação aplicada no âmbito da Operação Teia.

“Temos sérias e fundadas dúvidas de como pode decorrer uma reunião que impeça a presença de funcionários municipais, mesmo que seja necessário algum esclarecimento técnico, ou, no caso de uma reunião pública como a de hoje, em que os mesmos funcionários não possam participar na qualidade de cidadãos”, refere uma declaração política apresentada pelos três vereadores do PSD.

Os social-democratas acrescentam que não participarão na reunião “até ser dada prova cabal da possibilidade legal de a mesma ocorrer nestes moldes”, afirmando que a solução para a Câmara passa pela realização de eleições intercalares.

O vereador do CDS também questionou a legalidade da situação e sublinhou a “anormalidade” que diz reinar na Câmara de Barcelos.

António Ribeiro desafiou Costa Gomes a suspender o mandato enquanto decorrer o processo judicial em que é arguido.

Já o vereador do movimento independente Barcelos, Terra de Futuro (BTF), Domingos Pereira, disse que com a atual situação “não há condições políticas objetivas” para que os membros do executivo possam continuar a exercer o seu mandato.

Disse ainda que está a fazer “uma avaliação pessoal” para decidir se continuará como vereador ou se suspenderá ou renunciará ao mandato.

A cada um dos vereadores que foi saindo da sala, o presidente da Câmara limitou-se a dizer que lhes seria marcada falta injustificada.

No final, aos jornalistas, Costa Gomes sublinhou que “não há qualquer impedimento legal” para que possa continuar o exercício do seu mandato.

Disse que tem apenas a “limitação” de não poder contactar com os funcionários, pelo que foi feito um ajustamento para ultrapassar esse constrangimento.

No âmbito da Operação Teia, Miguel Costa Gomes estava em prisão domiciliária desde 03 de junho, indiciado dos crimes de corrupção passiva e de prevaricação.

O juiz de instrução criminal proibiu-o ainda de quaisquer contactos com funcionários municipais.

Recorreu para a Relação que, na última semana, determinou a restituição de Costa Gomes à liberdade, impondo-lhe a prestação de uma caução de 20 mil euros.

No entanto, manteve a proibição de contactos com funcionários.

Na Operação Teia, e além de Costa Gomes, são ainda arguidos o entretanto demissionário presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, e a mulher, a empresária Manuela Couto.

O outro arguido é o ex-presidente do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto Laranja Pontes, que entretanto se reformou.

Manuela Couto também esteve em prisão domiciliária, mas a pulseira eletrónica foi-lhe igualmente retirada na semana passada.

O processo está relacionado com alegados favorecimentos às empresas de Manuela Couto por parte do município de Barcelos e do IPO/Porto, a troco de favores políticos conseguidos por Joaquim Couto.

Hoje, Costa Gomes reafirmou que a sua “consciência está tranquilíssima” e que aguarda o desenrolar do processo de forma “serena, confiante e tranquila”.

“Não fiz nada daquilo que lá está”, referiu.

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