Seguir o O MINHO

Motores

Portimão recebe última corrida do Mundial de MotoGP em 22 de novembro

Algarve

em

Foto: DR / Arquivo

O Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, vai receber a 14.ª e última prova do campeonato do mundo de velocidade MotoGP, anunciou hoje a organização.


O circuito algarvio integra o calendário de 2020, para o qual estava de reserva, depois do cancelamento das provas de Argentina, Tailândia e Malásia, devido à pandemia de covid-19.

A prova portuguesa vai fechar a temporada, uma semana depois do Grande Prémio da Comunidade Valenciana, em 15 de novembro.

Esta vai ser a 15.ª edição do Grande Prémio de Portugal de motociclismo, depois de 13 provas, entre 2000 e 2012, no autódromo do Estoril, e da estreia, em 1987, no circuito espanhol de Jarama.

Após três provas, o Mundial é liderado pelo francês Fabio Quartararo (Yamaha), com 59 pontos, mais 17 do que o espanhol Maverick Viñales (Yamaha). O português Miguel Oliveira (KTM) ocupa o 12.º lugar, com 18.

O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) vai receber também o Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1, em 25 de outubro.

Anúncio

Motores

Miguel Oliveira em quinto no GP da Riviera de Rimini de MotoGP

Motociclismo

em

Foto: Divulgação / Miguel Oliveira

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) terminou hoje na quinta posição o Grande Prémio da Emília Romana e Riviera de Rimini, em Itália, sétima prova da temporada de MotoGP, depois de ter partido da 15.ª posição.

O piloto português terminou a 7,368 segundos do vencedor, o espanhol Maverick Viñales (Yamaha), que se tornou no sexto piloto diferente a vencer esta época.

Os espanhóis Joan Mir (Suzuki) e Pol Espargaró (KTM) foram segundo e terceiro, respetivamente.

Continuar a ler

Motores

Miguel Oliveira arranca do 15.º lugar para o GP da Riviera de Rimini de MotoGP

Motociclismo

em

Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) vai partir no domingo do 15.º lugar da grelha para o Grande Prémio da Emília Romana e Riviera de Rimini, sétima prova da temporada de MotoGP, depois de hoje ter caído duas vezes.

Miguel Oliveira fez hoje a sua melhor volta em 1.31,841 minutos, tendo melhorado cerca de meio segundo face ao registo da semana passada neste mesmo circuito, onde se disputou o GP da São Marino, e que lhe valeu, na altura, o 12.º lugar da grelha.

O piloto luso sofreu hoje duas quedas durante a terceira sessão de treinos livres, que apurou os 10 melhores para a segunda fase da qualificação (Q2), tendo mesmo de passar pelo centro médico do circuito de Misano, “para despistar eventuais lesões”, explicou a responsável de comunicação da equipa Tech3, Mathilde Poncharal, à Lusa.

Miguel Oliveira apresentava queixas no ombro direito, mas “após os exames, não revelou lesões, pelo que o piloto está bem”, confirmou a mesma fonte.

As quedas, na curva 15 do circuito italiano, impediram o piloto português de melhorar o seu registo e ir além do 16.º lugar da sessão, o que o obrigou a participar na primeira fase da qualificação (Q1).

Oliveira chegou a liderar esta fase eliminatória, da qual seriam apurados os dois mais rápidos para a Q2, mas acabaria por baixar ao quinto lugar final, que corresponde ao 15.º posto da grelha de partida, a 764 milésimos de segundo do autor da ‘pole position’, o espanhol Maverick Viñales (Yamaha), que bateu o australiano Jack Miller (Ducati) e o francês Fabio Quartararo (Yamaha).

Continuar a ler

Motores

Félix da Costa traça objetivo de trazer a Fórmula E para Portugal

Automobilismo

em

Foto: DR / Arquivo

O piloto António Félix da Costa, campeão mundial de Fórmula E, assumiu hoje a ambição de disputar corridas de carros elétricos em Portugal, após condecoração pelo Presidente da República com o grau de Comendador da Ordem do Mérito.

Numa breve cerimónia realizada no Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa enalteceu o “feito” alcançado por António Félix da Costa, em agosto, e manifestou a sua convicção de que o piloto de 29 anos “vai prestigiar ainda mais Portugal no futuro, numa modalidade que tem entusiastas em todo o mundo”.

Já o campeão do mundo de Fórmula E mostrou-se grato ao chefe de Estado e confessou estar “muito orgulhoso” com o reconhecimento pelo título, sublinhando o “sacrifício, muito trabalho e muitos anos de caminhada” até esta vitória.

Por outro lado, apontou ao futuro e ao desejo de ver o país acolher uma prova do campeonato mundial de carros elétricos.

“É o meu próximo objetivo na Fórmula E: fazer com que isso aconteça. Lisboa está nas bocas do mundo e poder correr em casa seria, de facto, incrível, sobretudo nestas condições em que estamos agora – poder ganhar corridas e campeonatos”.

De acordo com Félix da Costa, “a Fórmula E está em ascensão e ser o mais recente campeão é ótimo”.

“Quero deixar a minha marca. Sei que é um campeonato que vai ficar cada vez mais competitivo, mas adoro desafios difíceis”, afirmou o piloto luso.

Enquanto a Fórmula E não chega a Portugal, o país vai receber uma prova do calendário da Fórmula 1, no Autódromo Internacional do Algarve, entre os dias 23 e 25 de outubro. Questionado se ainda sonha com a categoria rainha do automobilismo mundial, António Félix da Costa mostrou-se tranquilo e ‘em paz’ com uma meta ainda por cumprir na carreira.

“A porta está fechada, não trancada. [Com este título] surgiram chamadas, rumores, algumas mensagens, mas já não acordo a pensar nisso. Fico muito contente que venha a Portugal. Hei de lá estar. Se não for a correr, pelo menos para rever algumas caras conhecidas e, sobretudo, como fã”, concluiu.

António Félix da Costa sagrou-se campeão mundial de Fórmula E no dia 09 de agosto, ao volante de um DS Techeetah. O piloto português terminou a competição com 158 pontos, superando o belga Stoffel Vandoorne (Mercedes), com 87, e o colega de equipa Jean-Eric Vergne, com 86.

Continuar a ler

Populares