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Cávado

Porsche destruído pelas chamas em Esposende

Em Marinhas

em

Foto cedida a O MINHO

Uma viatura, de marca Porsche, ficou completamente destruída nesta terça-feira à tarde depois de um incêndio rodoviário, com origem ainda desconhecida.

Ao que apurou O MINHO, a viatura estava na zona industrial das Marinhas, no concelho de Esposende.

Para o local foram mobilizados os Bombeiros Voluntários de Esposende com oito operacionais e duas viaturas de combate e incêndios urbanos e foi evitada a propagação do incêndio a um pavilhão próximo. O comandante-adjunto Júlio Melo foi o Comandante das Operações de Socorro.

Foto cedida a O MINHO

A GNR registou a ocorrência, não existindo registo de feridos.

O alerta foi dado às 15:55.

Cávado

Marcelo vence em Barcelos. André Ventura ficou em segundo (e Vitorino Silva em quarto)

Eleições presidenciais

Já está fechada a contagem dos votos em Barcelos, apontando uma vitória expressiva a Marcelo Rebelo de Sousa. André Ventura surge em segundo lugar, seguindo-se Ana Gomes.

Resultados em Barcelos. Fonte: MAI

No concelho de Barcelos, Marcelo Rebelo de Sousa conquistou o primeiro lugar colhendo 32.830 votos, André Ventura em segundo, com 6.056 votos, seguido por Ana Gomes, com 5.753.

Vitorino Silva ficou em quarto, com 2.292 votos, Marisa Matias, em quinto, com 1.826 votos, Tiago Mayan, em sexto, com 1.462 votos, e João Ferreira, por último, com 1.020 votos.

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Barcelos

Freguesias de Barcelos em protesto registam elevadas taxas de abstenção

Perelhal e Cambeses

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Em Perelhal, freguesia do concelho de Barcelos onde se apelou à abstenção e ao voto nulo em protesto contra a passagem da linha de muito alta tensão naquela localidade, votaram apenas 36,61% dos inscritos.

Foi baixa a adesão às urnas em Perelhal. Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Votaram 570 de 1.557 eleitores. Portanto, a abstenção foi de 63,39%. Já os votos nulos foram 84, o que representa 14,74%.

Trata-se de números bem acima das médias nacionais, ainda que provisórias (às 20:30 deste domingo), em que abstenção está abaixo dos 60% e os nulos rondam o 1%.

Já em Cambeses, outra freguesia do concelho de Barcelos onde foi feito o apelo ao “não voto”, neste caso contra a falta de saneamento básico, a abstenção foi de 71,74%.

De 1.189 inscritos, votaram 336, o que representa 28,26%.

Também esta abstenção está bem acima da média nacional.

Perelhal contra linha de muito alta tensão

Como O MINHO tem noticiado, em Perelhal é contestada a passagem da linha de muito alta tensão, tendo inclusive já, em eleições anteriores, havido protestos. Nas últimas eleições legislativas, houve um apelo ao voto nulo. Acabaram por se registar 479 votos nulos, equivalentes a 48,68%. Já antes, nas eleições europeias de 2019, naquela freguesia registara-se “a maior percentagem de votos nulos a nível nacional”.

Freguesia de Barcelos prepara novo boicote eleitoral contra muito alta tensão

Além dos boicotes eleitorais, foram realizadas várias manifestações populares e com ações judiciais movidas pela Junta e outras instituições da freguesia e populares.

Cambeses quer saneamento básico

Já em Cambeses, na manhã deste domingo, mais de uma centena de pessoas concentraram-se hoje junto à sede da Junta para apelar à abstenção nas eleições presidenciais, num protesto pacífico contra a falta de saneamento na freguesia.

Protesto pacífico com mais de cem pessoas apelou à abstenção em freguesia de Barcelos

O protesto deve-se ao facto de entre em 2008 ter sido instalada na freguesia a rede de água e saneamento, a população foi “forçada” a ligar-se à água, mas nunca foi feita a ligação ao saneamento.

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Barcelos

Protesto pacífico com mais de cem pessoas apelou à abstenção em freguesia de Barcelos

Couto de Cambeses

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Mais de uma centena de pessoas concentram-se hoje junto à sede da Junta de Cambeses, em Barcelos, para apelar à abstenção nas eleições presidenciais, num protesto pacífico contra a falta de saneamento na freguesia.

“Acima de tudo, a ideia é mediatizar a questão da falta de saneamento em Cambeses, para ver se alguém finalmente se lembra de nós e faz a ligação ao saneamento. Doze anos à espera parece-nos demasiado tempo”, disse à Lusa José Campos, um dos dinamizadores do protesto nesta freguesia.

Segundo José Campos, o protesto de hoje traduz-se num apelo ao “não voto”.

“Gostávamos que ninguém viesse votar, mas não impedimos ninguém de o fazer. Quem quiser votar, vota, naturalmente. O que nós queremos é deixar aqui o nosso apelo, o nosso alerta para a falta de saneamento e para tudo o que isso acarreta, até em termos de saúde pública”, acrescentou.

José Campos explicou que em 2008 foram instaladas, na freguesia, as redes de água e saneamento.

Os moradores, acrescentou, “foram obrigados” a fazer a ligação à rede de água.

No entanto, a rede de saneamento “nunca foi ligada”, pelo que as águas residuais “são despejadas para a via pública e coletores de águas pluviais que vão parar ao rio”.

“Cheira mal na freguesia e é um atentado à saúde pública”, refere um documento distribuído pelos organizadores do protesto.

O presidente da Junta de Cambeses, Agostinho Silva, disse à Lusa que a autarquia “está fora do protesto”, mas sublinhou que, “como cidadão”, comunga inteiramente da reivindicação do saneamento.

“É um problema muito grave, espero que todos juntos possamos trabalhar para o ultrapassar”, referiu.

Disse ainda que até cerca das 11:00 a adesão ao voto estava a ser “muito fraca”.

O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, já disse que a questão do saneamento em Cambeses “está dependente” da construção de uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR) em Cristelo.

O autarca socialista manifestou-se esperançado de que a obra seja financiada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

“Se não for possível, temos de arranjar uma forma”, acrescentou.

Quanto ao protesto de hoje, Costa Gomes disse compreender a vontade da população em dispor de uma rede de saneamento, mas frisou que “não vai ser o boicote que vai alterar a situação atual”.

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