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Barcelos

Politécnico de Viana com bandeira a meia haste pela morte de João Carvalho

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O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) decretou três dias de luto académico e bandeiras a meia haste pela morte do primeiro presidente do Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), informou hoje o presidente da instituição.

Em comunicado, Rui Teixeira, que é também presidente da Associação de Politécnicos da Região Norte (APNOR) sublinhou que o “professor João Carvalho foi um dos mais notáveis fundadores do subsistema do ensino superior politécnico, um dos que melhor compreendeu a sua melhor natureza e que o mais o promoveu e melhor o construiu na sua verdadeira identidade”.

Rui Teixeira destacou ainda “o investigador de mérito, que fez escola, o verdadeiro dirigente e líder do ensino superior”.

“Foi, antes de mais e sobretudo, um homem bom e grande amigo, pessoal e institucional”, frisou.

João Carvalho morreu na quinta-feira, vítima de doença prolongada, anunciou o instituto em nota publicada no seu ‘site’.

Segundo a nota, João Carvalho foi o primeiro diretor da Escola Superior de Gestão do IPCA, em 1996, e presidente da Comissão Instaladora do instituto durante cinco anos.

Foi também o primeiro presidente eleito do IPCA, em 2011, cargo a que renunciou em 2017, por razões de saúde.

Atualmente, exercia funções como membro do Conselho de Curadores da Fundação IPCA.

Desempenhava o cargo de presidente da Assembleia Representativa da Ordem dos Contabilistas Certificados e era membro do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade, tendo coordenado o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses durante 14 anos.

“Doutorado em Contabilidade e investigador em contabilidade pública, com dezenas de artigos e livros publicados, era uma referência no ensino superior politécnico, reconhecido pela sua comunidade académica e científica”, lê-se na nota do IPCA.

O corpo está hoje em câmara ardente na Igreja Paroquial de Real, em Braga, estando o funeral marcado para sábado.

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Barcelos

GNR de Barcelos deteve homem no aeroporto suspeito do crime de violência doméstica

Tentava fugir do país.

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Foto: DR/Arquivo

O posto da GNR de Barcelos, em colaboração com agentes da Esquadra da PSP do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, deteve, domingo, um homem, de 35 anos, natural e residente no concelho de Barcelos, sobre o qual pendia um mandado de detenção, pelo crime de violência doméstica.

Fonte policial adiantou a O MINHO que o indivíduo foi detido na zona de embarque do aeroporto, quando se preparava para, fugir do territorio nacional, embarcando num voo com destino a Zurich – Suiça.

O detido ficou nas instalações da GNR de Barcelos, e foi, hoje, presente aos Serviços do Ministerio Público do Tribunal Judicial de Barcelos, para aplicação de medidas de coação.

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Barcelos

PSD diz que lagoas dos caulinos constituem “perigo de vida” em Barcelos

Partido diz que locais não estão vedados nem protegidos

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Foto: DR

O PSD de Barcelos avisou hoje que as lagoas resultantes da extração de caulinos em três freguesias do concelho constituem um “perigo de vida” para os transeuntes e apelou a medidas urgentes para evitar uma qualquer tragédia.

“Tomando o exemplo de Borba, a câmara deverá providenciar, exigir e intervir rapidamente paraacautelar eventuais ou possíveis acidentes que possam ocorrer, derivados do abandono a que estão votadas as lagoas”, refere o PSD.

Em comunicado, o PSD diz que as lagoas, nas freguesias de Barqueiros, Vila Seca e Milhazes, são “autênticas ratoeiras à espera de uma presa”.

“São locais que constituem perigo de vida para cidadãos, porque não estão protegidas, não estão vedadas ao acesso de cidadãos, a queda dentro de qualquer lagoa pode acontecer, tornando o salvamento muito difícil”, acrescenta.

Lembra que são lagoas com uma “grande profundidade” e que a densidade e composição da água impede a visibilidade.

“Os terrenos objeto da concessão estão abandonados pela entidade concessionária exploradora, mas o Governo continua com responsabilidades diretas, tal como a Câmara de Barcelos”, refere ainda o comunicado.

A Lusa tentou ouvir o presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes, mas ainda não foi possível.

No entanto, Costa Gomes já tinha dito, quando o assunto foi levantado pelo presidente da Comissão Parlamentar do Ambiente, em 2017, que a câmara “não tem rigorosamente nada a ver com o caso”.

“Quem dá a licença de exploração e quem fiscaliza é a Direção-Geral de Geologia e Energia”, sublinhou.

Disse ainda que o município já alertou para a situação, já promoveu reuniões e a GNR já foi ao local várias vezes.

“Mas, para além disso, não podemos ir, porque a câmara não tem poderes de intervenção”, acrescentou.

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Barcelos

Militares que levaram material enviado por escolas de Barcelos para África envolvidos em confrontos

A atual Força Nacional Destacada, que transportou material para escolas da República Centro Africana, é maioritariamente composta por tropas especiais paraquedistas do 2º Batalhão de Infantaria Paraquedista, que enfrentam novamente bolsas de resistência armada, entre quinta-feira e sábado

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Foto: Divulgação / EMGFA

Os militares portugueses na República Centro-Africana estiveram, entre quinta-feira e sábado, envolvidos em confrontos em Bambari, cidade a 400 quilómetros da capital, Bangui, anunciou este domingo o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

De acordo com o EMGFA, num comunicado hoje divulgado, os militares portugueses “viram-se novamente envolvidos em confrontos em Bambari por forma a repelir bolsas de resistência de combatentes que se reagruparam na cidade a fim de reconquistar as posições perdidas nas últimas semanas”.

“Estas ações ocorrem após os violentos combates que se iniciaram no passado dia 10 e depois se estenderam a Bokolobo, principal bastião e posto de comando do grupo rebelde ex-Seleka UPC (União para a paz na República Centro-Africana), 60 quilómetros a sudeste de Bambari”, lê-se na nota.

Estes militares portugueses que se encontram na Missão de Treino da União Europeia na República Centro-Africana (EUTM-RCA) entregaram 1.700 quilogramas de material escolar que foi doado por escolas portuguesas, conforme avançado na semana passada, com destaque para as doações de material de alguns agrupamentos, como são os casos da Agrupamento de Escolas Gonçalo Nunes e Escola Básica António Fogaça, situadas em Barcelos, e, também, do Centro Social e Paroquial de Vilar de Perdizes, em Montalegre.

Material enviado por duas escolas de Barcelos chegou ao destino: República Centro-Africana

O material escolar em causa foi entregue pelos militares portugueses no Complexo Escolar Saint Bernard de Menthon, em Bangui, referia o EMGFA em comunicado.

Foto: Divulgação / EMGFA

“Esta ação permitiu responder às carências sentidas por cerca de 1.200 alunos, com idades compreendidas entre os 3 e os 18 anos, dos quais 200 são órfãos”, frisava o documento.

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