Famalicão vai ter um ‘Campus’ de Ensino Profissional e Artístico

Investimento de 6,5 milhões de euros.
Imagem 3D. Foto: Divulgação / CM Famalicão

A cidade de Vila Nova de Famalicão vai ter um ‘Campus’ de Ensino Profissional e Artístico no “coração da zona escolar”, uma infraestrutura que representa um investimento de 6,5 milhões de euros, anunciou esta sexta-feira a autarquia.

Em comunicado enviado à Lusa, a Câmara de Famalicão explica que a nova valência vai ser executada pela ARTEMAVE – Associação de Promoção das Artes e Música do Vale do Ave, entidade proprietária da ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave, e pelo INFORARTIS – Instituto de Formação Artística do Vale do Ave, entidade proprietária do CCM – Centro de Cultura Musical, sendo que a autarquia vai apoiar o projeto com dois milhões de euros.

Segundo a autarquia, “na prática, a atribuição deste subsídio (…) prevê a transferência da verba que atualmente o município despende com o aluguer das atuais instalações da escola, na rua Adriano Pinto Basto, para o novo equipamento, onde vai nascer, entre outras valências, as novas instalações escolares da ARTAVE/CCM”.

Foto: Divulgação / CM Famalicão

A verba será atribuída em tranches mensais de oito mil euros, ao longo de 232 meses (mais de 19 anos), e terá efeito a partir do momento em que a ARTAVE e o CCM passarem a ocupar as novas instalações.

“A autarquia vai garantir um novo equipamento educativo e cultural de excelência e com uma instituição de ensino de referência internacional associada, sem pagar mais por isso”, aponta a Câmara de Famalicão.

“Aquilo que a autarquia está a fazer é a aprovar a continuidade do apoio financeiro que atualmente já damos a esta escola profissional e artística do concelho, mas a redirecioná-lo agora exclusivamente para a construção das suas novas instalações”, sublinha no texto o presidente da autarquia, Paulo Cunha.

O protocolo prevê ainda a cedência do espaço da antiga Cegonheira adquirido por parte da autarquia, em regime de direito de superfície, à ARTEMAVE e ao INFORARTIS pelo período de 50 anos.

Com este processo, diz Paulo Cunha, “ganha a ARTAVE, que passa a ter condições de excelência para continuar a consolidar o seu projeto educativo, mas ganha também todo o concelho, que passa a ter um novo espaço cultural, um novo auditório e uma zona nobre da cidade reabilitada”.

O novo ‘Campus’ do Ensino Profissional e Artístico será composto por salas de aula, zonas administrativas e zonas de auditórios.

 
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