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Viana do Castelo

Parque eólico flutuante em Viana: Bruxelas dá ‘luz verde’ a aquisição da Windplus

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Foto: DR

A Comissão Europeia autorizou hoje a operação de aquisição do controlo conjunto do consórcio português Windplus pela EDP Renováveis (EDPR), pela francesa Engie e pela espanhola Repsol, ao concluir que não levanta problemas a nível de concorrência.

Apontando que a Windplus, atualmente controlada pela EDPR e Repsol, vai desenvolver um projeto eólico flutuante no mar e será ativa na produção e oferta por fosse de eletricidade a Portugal, Bruxelas sustenta que a operação “não levanta problemas a nível de concorrência, em virtude das atividades atuais e futuras muito limitadas da Windplus no Espaço Económico Europeu”.

Em 19 de outubro passado, o Banco Europeu de Investimento (BEI) concedeu um empréstimo de 60 milhões de euros à Windplus, para o funcionamento do primeiro parque eólico flutuante no mar, em Viana do Castelo.

Além do financiamento do banco da União Europeia, entram nesta fase, que prevê um investimento total de 125 milhões de euros, 29,9 milhões de euros do programa comunitário NER300, o “apoio direto de seis milhões de euros do Fundo de Carbono Português e o resto passará por investimento dos acionistas”, precisou o presidente executivo da EDP.

António Mexia apresentou o WindFloat como um “projeto absolutamente pioneiro e inovador a nível mundial, no que diz respeito à energia renovável ‘offshore’ [no mar]”, já que em causa está a “tecnologia mais desenvolvida e mais competitiva da utilização do vento em mar e em sítios com profundidade, que impedem a utilização de estacas no fundo mar”.

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Viana do Castelo

VianaPolis quer ser ressarcida em 845 mil euros por “ocupantes” do prédio Coutinho

Ação de responsabilidade civil

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

A Vianapolis interpôs uma ação de responsabilidade civil contra os “ocupantes” do prédio Coutinho, em Viana do Castelo, para ser ressarcida de 845.197,80 euros pelo adiar da desconstrução do edifício, informou hoje a sociedade.

Em comunicado, a sociedade que gere o programa Polis explica que a ação, entregue no dia 14 no tribunal judicial de Viana do Castelo, resulta da “não entrega voluntária das chaves das frações, o que deveria ter ocorrido na sequência da sua posse administrativa e, de modo ainda mais evidente, após a propriedade das frações ter sido judicialmente adjudicada à VianaPolis”.

Em dezembro de 2019, em declarações à agência Lusa, fonte daquela sociedade tinha avançado que aquela ação iria ser formalizada em janeiro.

Na ocasião, a mesma fonte adiantou que a “ocupação ilegal” das frações onde residem os últimos moradores no edifício de 13 andares “obrigou a nova prorrogação do prazo de vida da VianaPolis, por mais um ano”.

“A ação judicial dará entrada até final de janeiro reclamando uma indemnização por todos os custos associados à desobediência das decisões judiciais”, sustentou na altura a fonte da sociedade detida em 60% pelo Estado e, em 40%, pela Câmara de Viana do Castelo.

A 05 de julho do ano passado, em declarações aos jornalistas, em Viana do Castelo, o ministro Matos Fernandes disse que os últimos moradores no prédio Coutinho vão ser processados pelos custos causados ao Estado, desde outubro de 2016, com o adiar da desconstrução do edifício.

Matos Fernandes adiantou que a sociedade VianaPolis “custa cerca de 30 mil euros por mês”.

Além daquela ação, os últimos moradores começaram a ser ouvidos, em dezembro, no âmbito de uma queixa-crime interposta, em junho último, pela sociedade, por “ocupação ilegal de bem público”.

Nesse mês, a VianaPolis iniciou o despejo “de seis frações”, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) que declarou improcedente a providência cautelar movida em março de 2018.

No entanto, aqueles moradores recusaram sair e, em julho, o mesmo tribunal aceitou uma nova providência cautelar e suspendeu os despejos e a desconstrução do edifício.

A contestação à habilitação de herdeiros da mulher de um dos moradores no prédio Coutinho, que morreu durante a tentativa de despejo, está a atrasar o desfecho dessa providência cautelar.

O edifício Jardim, localmente conhecido como prédio Coutinho, tem desconstrução prevista desde 2000, ao abrigo do programa Polis, mas a batalha judicial iniciada desde então pelos moradores tem vindo a travar o processo.

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Viana do Castelo

Agente ferido e carro danificado em perseguição policial em Viana

Cerca das 15:30

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Um agente da PSP de Viana do Castelo sofreu, esta quarta-feira, ferimentos ligeiros e teve de receber tratamento hospitalar, na sequência de uma perseguição a um condutor que continua em fuga, operação que danificou uma viatura policial.

Em declarações à agência Lusa, o segundo comandante da PSP de Viana do Castelo, Raul Curva, explicou que a perseguição policial “teve início cerca das 15:30, após um alerta de que uma viatura estaria a circular, em contramão, na Avenida da Papanata, no centro da cidade de Viana do Castelo, constituindo um perigo para os restantes condutores e peões”.

O condutor da viatura, ainda em fuga, “não obedeceu à ordem de paragem e, após ser advertido várias vezes, na Estrada Nacional (EN) 302, na Meadela, embateu numa viatura policial e noutras três viaturas que se encontravam estacionadas”.

“O agente policial sofreu ferimentos ligeiros, mas, por precaução foi transportado ao hospital para receber tratamento médico. O carro policial sofreu danos significativos”, adiantou.

Segundo Raul Curva, o condutor da viatura que desobedeceu às autoridades continuou a marcha e fugiu do local, sendo que “a PSP continua a realizar diligências no sentido de responsabilizar o infrator”.

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Viana do Castelo

Politécnico de Viana assina protocolo com a América Latina

A iniciativa tem como objetivo principal a partilha de experiências e conhecimento académico

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Foto: ipvc.pt / DR

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo promove durante três dias o I Encontro Internacional InterUniversitário: América Latina- Caracterização e Empreendedorismo Social que pretende dar a conhecer “as características e dinâmicas dos países latino-americanos, além da partilha de experiências, tendências e conhecimentos acadêmicos e/ou empíricos sobre empreendedorismo social”, anunciou, esta quarta-feira, o instituto em comunicado.

Este evento permitirá ainda proporcionar “uma maior colaboração e estreitar os laços da rede entre Portugal e a América Latina, em benefício da academia, universidades e dos países envolvidos”.

No decorrer da iniciativa, que vai reunir 24 universidades de oito países, o IPVC vai assinar o protocolo interinstitucional com o Conselho Superior Universitário Centroamericano. Um protocolo que tem como objeto “promover o intercâmbio de professores, investigadores e estudantes através de um programa de mobilidade académica que lhes permita melhorar a sua formação”, assim como fomentar uma “investigação orientada para o fortalecimento dos programas académicos de mútuo interesse”.

É ainda âmbito deste protocolo, que será assinado pelo presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Rodrigues e Carlos Alvarado, Secretário Geral do CSUCA- Consejo Superior Universitário Centroamericano, a organização conjunta de “atividades académicas, científicas e culturais; o desenvolvimento de projetos de investigação em áreas de interesse assim como gerir, conjuntamente, do financiamento de projetos junto das respetivas entidades; o desenvolvimento de atividades académicas, cursos, conferências, seminários, cursos de curta duração, entre outros que fomentem o intercâmbio de experiências entre docentes e estudantes; o intercâmbio de material bibliográfico, didático e publicações de mútuo interesse”, entre outros aspetos.

A abertura oficial do Encontro Internacional está agendada para a próxima quinta-feira, pelas 09:00. A sessão terá a participação do Presidente do IPVC, do diretor da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC e do Presidente da Câmara de Viana do Castelo.

Ao longo de três dias os dirigentes e docentes das diversas universidades vão, com docentes e técnicos do Politécnico de Viana do Castelo, preparar diversas candidaturas a projetos de cooperação e mobilidade conjunta, para além de promover e fomentar a discussão em torno de temas relacionados com o Empreendedorismo Social.

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