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Pandemia não diminui busca por crédito habitação

Mercado imobiliário

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Foto: O MINHO / Arquivo

O mercado imobiliário teve um forte crescimento nos últimos anos. Não apenas através de clientes portugueses, mas também estrangeiros. Ao contrário do que pode ser possível imaginar, a atual pandemia não atrapalhou muito o setor.

“Os clientes face a algum receio com a situação vivida, procuram os nossos serviços para poupar nos seus créditos. Através dos nossos serviços é possível a transferência de um Crédito Habitação para outra instituição bancária, sem qualquer custo para o cliente.

Estas transferências permitem, não só a redução do spread dos clientes, bem como a liquidações de créditos pessoais, automóvel e cartões de crédito, mas também poupanças de cerca de 50% no Seguro de Vida associado ao Crédito Habitação” disse Fabio Rodrigues, diretor da agência DS Braga Norte, a O MINHO, lembrando que é possível conseguir poupanças na ordem dos 80 mil euros.

“Desde o início da pandemia houve um aumento muito significativo da procura de Transferências de Crédito Habitação, cerca de 238% na Rede DS Crédito”.

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Já desde antes da pandemia, entre os estrangeiros, os brasileiros são aqueles que mais recorrem a financiamento, seja para habitação própria, seja para investimento. A estes seguem-se os franceses, ingleses e alemães.

Para que um estrangeiro consiga fazer um crédito habitação em Portugal precisa exclusivamente de ter um NIF português. No entanto, em termos de viabilidade de aprovação existem alguns fatores que são importantes para se conseguir um crédito aprovado ou uma percentagem de financiamento mais elevada.

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No que toca às dificuldades sentidas, prendem-se na maioria das vezes com 2 fatores: não possuírem residência em Portugal ou não terem rendimentos no país.

“Estas situações, não sendo fator de exclusão, inviabilizam alguns processos que vão passando pelas nossas mãos” explica Fabio.

“Em termos de percentagens de financiamento, os estrangeiros têm sempre valores abaixo dos portugueses. As percentagens de financiamento andam entre os 50% e os 80% do valor de aquisição”.

Por isso, os intermediários de crédito ganham uma importância no setor.

“Como o próprio nome indica, um intermediário de crédito é um profissional que facilita o diálogo e negociação dos clientes com as instituições financeiras. É, no fundo, um mediador entre quem pretende adquirir um crédito e as entidades que o irão conceder”, disse Ricardo Machado, também diretor da agência DS Braga Norte.

“Devido à relação privilegiada que mantêm com as instituições bancárias, conseguem negociar as melhores condições para o empréstimo que o cliente precisa. Isto quer dizer que, por norma, conseguem taxas de juro mais baixas do que as aplicadas pelos bancos aos clientes que os contactam diretamente”.

Quem recorre a este serviço, poderá contar com ajuda profissional em todas as fases do processo de concessão do empréstimo. Desta forma, será possível conseguir o acordo ideal para o cliente, além de usufruir de um serviço personalizado, tratando de toda a parte burocrática.

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No mercado atual, tradicionalmente existem dois tipos de pessoas que recorrem a Crédito Habitação, segundo explica Ricardo Machado:

As que procuram exclusivamente no seu banco, confiando que aí estará sempre a melhor solução de mercado pelo facto de ser cliente do mesmo, e aquelas que procuram no seu banco e em mais duas ou três instituições bancárias para verificar alternativas de mercado.

“A grande dificuldade em qualquer um dos casos, é que o cliente raramente consegue fazer uma análise detalhada da informação que recebe das instituições bancárias, acabando por centrar a sua escolha exclusivamente num spread mais baixo, deixando de parte outros fatores fundamentais de um crédito. Esta situação pode levar os clientes a tomarem decisões nefastas,com prejuízo de milhares de euros para a sua carteira”, diz Ricardo.


Artigo oferecido por SIMINHO

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