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Região

Oficial: 98 infetados em Braga e 44 em Famalicão. Há 253 casos confirmados no Minho

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O boletim epidemiológico da Direção-Geral de Saúde desta quinta-feira já vem com os números aproximados daquilo que são os casos fidedignos de infeções por Covid-19 discriminados por concelho. Os números correspondem aos dados recolhidos até as 00:00 desta quinta-feira.

Braga, com 98 casos confirmados, Famalicão com 44 e Guimarães com 41 são os concelhos da região do Minho mais atingidos pela pandemia.

Segue-se o concelho de Viana do Castelo com 19, Barcelos com 15, Arcos de Valdevez com 8, Amares com 6, Esposende, Fafe e Ponte de Lima com 5 cada, Póvoa de Lanhoso com 4 e Caminha com 3.

Os restantes concelhos minhotos registam menos de 3 casos, alguns ainda sem infetados, e não constam no relatório por “motivos de confidencialidade”.

A nível nacional, Lisboa (284), Porto (259), Gaia (163), Maia (157) e Ovar (119), são os concelhos mais afetados.

No Minho, existem 253 casos reportados a nível oficial.

3.544 infetados e 60 mortos a nível nacional

O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, que causa a doença Covid-19, subiu para 3.544 casos em Portugal, mais 549 do que ontem, anunciou esta quinta-feira a Direção-Geral da Saúde (DGS). Há ainda um aumento de 17 óbitos em relação a véspera, subindo o total para 60.

Fonte: DGS

1.858 casos são no Norte do país, 1.082 na Grande Lisboa e 435 no Centro. Algarve tem 89 casos confirmados, Açores 24 e Madeira 15. O Alentejo regista 20 casos. Há ainda 14 portugueses no estrangeiro com confirmação de infeção.

Há 1.995 casos suspeitos que aguardam resultado laboratorial e 43 pacientes dados como curados.

Fonte: DGS

A nível nacional existem 191 casos internados, 61 em estado grave/crítico.

Fonte: DGS

Foram confirmados 60 óbitos, mais 17 do que ontem.

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Braga

Cruz Vermelha acolhe os 20 a 30 sem-abrigo que ainda dormem nas ruas de Braga

Câmara preparou pavilhão da escola de Nogueira

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Foto: O MINHO

Processo deve arrancar esta quinta-feira. As 20 a 30 pessoas sem-abrigo que ainda permanecem nas ruas de Braga passam a ter um espaço de acolhimento, a partir de hoje.

Fonte da Cruz Vermelha de Braga disse a o MINHO que os sem-abrigo (que ainda pernoitam nas ruas da cidade) vão ser recebidos numa estrutura montada, propositadamente, pela Câmara, no pavilhão desportivo da Escola de Nogueira.

Estes cidadãos continuam na rua, em vãos de escada ou zonas de prédios com arcadas como sucede com os das redondezas das piscinas da Rodovia.

Para a abertura, a Segurança Social desbloqueou a verba necessária para pagar a uma empresa de segurança: “sem segurança não se pode abrir”, disse a mesma fonte.

Por outro lado, a Cruz Vermelha já deu formação específica a uma equipa que vai trabalhar com eles.

Foto: O MINHO

Estes cidadãos terão ali direito a cama e a comida, bem como apoio médico, social e psicológico.

No espaço, cuja montagem teve apoio da Câmara Municipal local e da Segurança Social e quem tem capacidade para 30 pessoas, haverá, ainda, locais para higiene pessoal, e uma estrutura para manutenção da segurança.

A Cruz Vermelha tem um outro espaço em funcionamento há vários anos, o Centro de Acolhimento Temporário de Nogueira onde estão, atualmente, 46 utentes em quarentena profilática devido ao aparecimento do Covid-19, num deles.

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Ave

Castelo de Guimarães distinguido com prémio Cinco Estrelas Regiões

Galardão

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Foto: Divulgação / Arquivo

O Castelo de Guimarães voltou a ser distinguido com o Prémio Cinco Estrelas Regiões na categoria “Monumentos Nacionais”, anunciou hoje fonte da autarquia.

Conforme explicava o município em 2019, ano em que também recebeu aquela distinção, este prémio baseia-se num “sistema de avaliação que identifica, segundo a população portuguesa, o melhor que existe em cada um dos 20 distritos (incluindo regiões autónomas) ao nível de recursos naturais, gastronomia, arte e cultura, património e outros ícones regionais de referência nacional; bem como premeia empresas portuguesas que se diferenciam a nível regional”.

“Através de uma votação nacional, os portugueses identificaram, para cada um dos distritos, o que consideram extraordinário a vários níveis (estudo envolveu 205.895 indivíduos). Esta votação foi gerida pela Multidados.com, uma das empresas de estudos de mercado parceiras dos Prémios Cinco Estrelas”, era explicado.

Classificado como Monumento Nacional, o Castelo de Guimarães está na origem da Nação Portuguesa. Foi a primeira estrutura militar construída em Vimaranes, (Guimarães) data provavelmente do século X, mandada edificar por Mumadona Dias, que herdara do seu marido o governo das terras de Portucale. Em 1127, D. Afonso Henriques e as suas forças resistiram aí às forças de Afonso VII de Leão e Castela. No ano seguinte, mais precisamente em 24 de junho de 1128, D. Afonso Henriques venceu aí as forças da sua mãe, D. Teresa, dando assim origem ao novo reino, o reino de Portugal.

Já entre o final do século XII e o início do século XIII, o rei D. Sancho I definiu os limites da vila, dando assim, início à construção das muralhas. Em meados desse século, já debaixo do reinado de D. Afonso III, ficou definido o traçado definitivo das muralhas que passaram a unificar a vila do Castelo, no topo do Monte Largo, e a vila de Santa Maria, no sopé. As muralhas ficaram concluídas já no início do século XIV, no reinado de D. Dinis.

As muralhas viriam a ser reforçadas já na segunda metade do século XIV, no reinado de D. Fernando, para proteger a vila das investidas do rei D. Henrique II de Castela, que começava a invadir Portugal desde o Minho, tendo já conquistado a vizinha Braga.

Em 1389, o rei D. João I unificou as comunidades alta e baixa da povoação de Vimaranes, juntando-as sob um único concelho ao qual passou a dar o nome de Guimarães. Nesta altura, a muralha contava com um perímetro de 2Km, sendo rasgada por oito portas e reforçada por oito torres. Com os avanços tecnológicos e os progressos militares, o Castelo de Guimarães começou a perder a sua importância militar e a ser relegado para segundo plano, passando a abrigar a Cadeia Municipal, no século XVI. No século seguinte, o castelo passou a assumir a função de palheiro do rei, começando assim a sua ruína. Em meados do século XIX, a Torre de São Bento foi mandada demolir.

Em 1853, Guimarães foi elevada a cidade pela rainha D. Maria II, sendo mais tarde, em decreto publicado a 19 de março de 1881, o Castelo classificado como “Monumento Histórico de 1ª Classe”, o primeiro da região do Minho.

Já no século XX, o Castelo de Guimarães foi classificado como Monumento Nacional, nos anos de 1908 e 1910. Em 1937 deu-se início a uma extensa campanha de intervenção para a recuperação do Castelo e das Muralhas, vindo o Castelo a ser reinaugurado em 4 de junho de 1940, para as comemorações do VIII Centenário da Fundação da Nacionalidade.

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Cávado

Mensagem do Presidente da Câmara de Barcelos, “neste momento tão difícil e penoso”

Mensagem de Miguel Costa Gomes, presidente da Câmara Municipal de Barcelos, divulgada esta quarta-feira, 08 de abril, “neste momento tão difícil e penoso” de combate à propagação da pandemia causada pela covid-19. Imagens: CMB

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Mensagem de Miguel Costa Gomes, presidente da Câmara Municipal de Barcelos, divulgada esta quarta-feira, 08 de abril, “neste momento tão difícil e penoso” de combate à propagação da pandemia causada pela covid-19

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