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Região

O MINHO próximo dos 600 mil leitores mensais

Objetivo é chegar a um milhão até ao final do ano

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Foto: DR

Depois de ter ultrapassado, pela primeira vez na sua história, os 500 mil leitores, no final de 2018, O MINHO está prestes a alcançar a barreira dos 600 mil leitores ativos, mensais. Em abril, o jornal digital foi visitado por 588.500 pessoas diferentes, conforme mostram os dados do Google Analytics, ferramenta padrão utilizada para contabilizar e monitorizar o tráfego na Internet.

Em 2019, a publicação tem contabilizado um mínimo diário de cerca de 25 mil leitores, ultrapassando, habitualmente, os 35-40 mil.

Líder de audiências, o jornal digital lançado a 21 de maio de 2015, ultrapassou, também, os 90 mil seguidores no Facebook, onde gere uma das maiores páginas da imprensa regional em Portugal. Desde a sua criação, é o jornal mais lido na região.

O MINHO lança suplemento imobiliário digital

A redação do jornal, propriedade da empresa PDG5 Media, mudou-se, no último trimestre de 2018, para o Altice FORUM Braga.

Criado sob o lema “Porque o Minho já merecia um jornal assim”, a publicação não dispõe de qualquer edição em papel.

O MINHO vive, exclusivamente, de receitas de publicidade. No último trimestre do ano, lançou um programa de “Apoiantes” semelhante ao implementado no jornal inglês “The Guardian”, onde, a partir de um euro, os leitores podem contribuir com um patrocínio. Desde então, o número de apoiantes encontra-se na casa das centenas.

De acordo com o seu estatuto editorial, a publicação registada na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), pretende tirar o máximo partido das potencialidades oferecidas pela Internet, de forma a aproximar, entre si, os 24 concelhos que formam o Minho, e a promover a região no resto do país, afirmando os seus agentes no panorama nacional.

Atualmente, a equipa do jornal está a trabalhar no lançamento de três suplementos digitais especializados: O MINHO GO, suplemento digital de divulgação cultural e de lifestyle, que irá apresentar reportagens e listas de locais de interesse, O MINHO Imobiliário, dedicado ao mercado da compra e venda de imóveis, e O MINHO Emprego, plataforma inovadora de gestão de carreiras, emprego e formação.

Até ao final do ano, O MINHO pretende alcançar um média mensal de um milhão de leitores ativos.

Promotores de O MINHO

A PDG5 Media é propriedade de Marco Araújo (50,01%) e Thiago Correia (49,99%).

Marco Araújo tem 38 anos, é natural de Ponte de Lima e reside em Barcelos. É licenciado em Economia pela Faculdade de Economia do Porto.

Trabalhou como consultor na área da gestão, entre 2005 e 2009, primeiro na SiNASE, empresa com sede em Lisboa, da qual foi responsável na zona Norte do país, e depois como profissional liberal.

De 2009 até 2014, foi assessor do CEO da Flywire PTY Ltd, agência web australiana proprietária da X-Team e XFive, que emprega mais de 50 colaboradores espalhados pelo mundo (Austrália, Polónia, Estados Unidos, Canadá, Eslováquia, Portugal e outros países) e que tem como principais clientes a FOX Broadcasting (Los Angeles, EUA), Twitter (São Francisco, EUA), Rogers (Toronto, Canadá), entre outros (Riot, Microsoft, Threadless, 99designs, EIA). Participou na abertura da filial da empresa nos Estados Unidos, em 2011, em Norwalk (Connecticut) e foi responsável pela selecção, criação e abertura da filial na Europa, em 2012, em Cracóvia (Polónia). Em 2014, o grupo tinha uma faturação de 3 milhões de dólares australianos.

Entre 2004 e 2015, desenvolveu vários projetos de marketing digital nas áreas do comércio eletrónico/e-mail marketing, gestão de comunidades, optimização de motores de busca, redes sociais e marketing de conteúdo.

Em 2015, foi um dos dois co-fundadores de O MINHO, onde trabalhou como Publisher, até 2017. Atualmente desempenha funções de business developer.

Thiago Correia tem 33 anos, é natural do Rio de Janeiro (Brasil) e tem raízes em Ponte de Lima – de onde a família é originária. Mudou-se para Portugal em setembro de 2017. Reside em Braga.

É licenciado em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Brasil).

De 2009 a 2017, trabalhou no Lance, um dos maiores jornais desportivos do Brasil, com mais de 3.3 milhões de seguidores no Facebook e 750 mil no Twitter. Começou por desempenhar funções de repórter internacional, até chegar a Editor-executivo.

Viveu em Lisboa nos anos de 2010 e 2011, onde tirou um curso de Jornalismo e Comunicação Audiovisual na ETIC – Escola de Tecnologias Inovação e Criação.

Entrou no capital da PDG5 Media quando chegou ao país. É o diretor de O MINHO.

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Aqui Perto

Guarda da GNR de Mondim de Basto condenada por ameaçar superior com pistola

Pena suspensa

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal de S. João Novo, do Porto, condenou hoje a dois anos de prisão, suspensos por igual período, uma militar da GNR de Mondim de Basto que respondeu pelo crime de insubordinação por ameaças ou outras ofensas, por ter apontado uma pistola, carregada e municiada, a um superior hierárquico.

A guarda fica, ainda, obrigada a pagar-lhe mil euros de indemnização, bem como 30 euros, a despesa de uma consulta de psicologia que teve de fazer, após o ato.

A acusação, dada como provada, refere que Carla Fernandes apontou a pistola ao guarda principal Luís Borges, seu chefe de patrulha, em pleno posto da GNR em Mondim de Basto. Tê-lo-á feito, em maio de 2018, após uma discussão em que caiu ao chão.

Empurrão

A arguida diz que levou um encontrão no ombro que a fez tombar, mas a versão do colega é a contrária, a de que foi ela que caiu após lhe ter dado um empurrão.

Outros dois militares do posto corroboram a versão do guarda principal. Na primeira audiência, a militar disse que o guarda Borges a importunava, com atitudes de cariz sexual, como a de a “tentar beijar” ou de “tentar meter-lhe a mão entre as pernas quando iam numa viatura da Guarda. O que este nega, dizendo que ela, exaltada, o insultou, chamando-lhe “burro”, e o ameaçou, sem razão aparente.

Os factos ocorreram na noite de 19 para 20 de maio de 2018, no posto, quando ambos iam para uma patrulha, depois de terem estado 15 horas em serviço, pago, no rali de Portugal. Patrulha que ficou sem efeito.

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Barcelos

PSD/Barcelos exige que autarca peça desculpa por críticas a propósito do concerto de Júlio Iglésias em 2004

Aos dirigentes da EMEC- Empresa Municipal de Cultura e Educação

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Foto: DR / Arquivo

O PSD de Barcelos congratulou-se, hoje, em comunicado, com a vitória judicial no caso dos pagamentos ao cantor Júlio Iglésias, mas exigiu ao Presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes que faça um pedido desculpa aos dirigentes da EMEC- Empresa Municipal de Cultura e Educação, que a geriam em 2004, e ao PSD de Barcelos, em seu nome pessoal, em nome dos executivos e em nome do PS.

O Tribunal Central Administrativo do Norte (TCAN) acaba de confirmar que a Empresa Municipal já pagou tudo o que tinha a pagar pelo concerto de Júlio Iglésias em 2004. Por acórdão de 31 de Outubro – lembra o PSD – o tribunal decidiu que o contrato ficou saldado, quando estava em causa uma ação movida pela empresa representante de Júlio Iglésias, que exigia o pagamento de 130 mil euros, mais juros.

Já em Janeiro de 2019, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga tinha absolvido a EMEC do pagamento de 130 mil euros à empresa GOLDEN CONCERTS, referente ao concerto de Júlio Iglésias, aquando da inauguração do Estádio Cidade de Barcelos, em 2004.

Após esta reclamação da GOLDEN CONCERTS em 2012, os executivos PS e o Presidente da Câmara responsabilizaram publicamente os Dirigentes da EMEC à época, com todos os efeitos políticos que pretenderam e daí resultaram.

Tribunal confirma que Barcelos nada deve pelo concerto de Júlio Iglésias em 2004

Agora, sublinha o presidente da Concelhia José Novais, é caso para afirmar que “no único caso judicial que a Câmara não queria ganhar, ganhou”.

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Alto Minho

Alto Minho recomenda ao Governo manutenção de financiamento à Bienal de Cerveira

DGArtes

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Foto: DR / Arquivo

A assembleia intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, aprovou, por unanimidade, uma recomendação ao Governo a solicitar o financiamento plurianual da bienal de arte de Vila Nova de Cerveira, informou hoje a fundação que organiza o evento.

Em comunicado hoje enviado à imprensa, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC) adianta que “a proposta de recomendação da assembleia intermunicipal da CIM Alto Minho vai ser remetida à Presidência da República, primeiro-ministro, ministra da Cultura, Direção-Geral das Artes, presidente da Assembleia da República e a todos os grupos parlamentares da Assembleia da República”.

A proposta foi aprovada na sexta-feira, em reunião daquele órgão, “por todas as bancadas representadas na Assembleia Intermunicipal da CIM Alto Minho”.

“É mais uma entidade regional a manifestar publicamente o seu apoio à FBAC, após a candidatura denominada “Fundação Bienal de Arte de Cerveira: a Arte Contemporânea integrada na sociedade e no mundo” ter sido considerada elegível, mas sem qualquer financiamento atribuído pelo Programa de Apoio Sustentado 2020-2021 da Direção-Geral das Artes (DGArtes)”, sublinha o comunicado.

A DGArtes revelou, em novembro, as três entidades culturais, todas da Área Metropolitana de Lisboa, que vão receber um total de 550 mil euros de apoio sustentado à criação, na área das Artes Visuais, para 2020-2021.

Os resultados definitivos do Programa de Apoio Sustentado 2020-2021 começaram a ser divulgados pela DGArtes no passado dia 16 de novembro e, na área das Artes Visuais, estes confirmaram os resultados provisórios anunciados em 11 de outubro.

No concurso de Artes Visuais, na área da criação, o júri considerou elegíveis para apoio oito candidaturas, mas só três obtiveram financiamento. A candidatura da bienal de Cerveira é uma das cinco para as quais não há dinheiro disponível.

“A Bienal Internacional de Arte de Cerveira é hoje uma marca com notoriedade nacional e internacional. Cultivando e estimulando a criatividade da região, tem vindo a atrair o público a um ritmo crescente e a alargar a sua incidência geográfica ao promover exposições em espaços culturais localizados noutros concelhos do Vale do Minho e da Galiza. Este fenómeno de descentralização cultural e internacionalização, tem vindo a proporcionar um espaço de encontro, interação, divulgação de ideias e uma oportunidade de projeção para artistas nacionais e internacionais”, refere a proposta de recomendação agora aprovada.

No comunicado hoje divulgado, a FBAC realçou que, “para a realização das bienais de Cerveira, a DGArtes tem contribuído pontualmente com apoios, que se materializaram nos anos 2013, 2015, 2017 e 2018 (anos de Bienal) com uma verba a rondar os 40 mil euros”.

“A candidatura submetida no corrente ano com vista ao desenvolvimento do trabalho da FBAC, no qual se integra a organização da XXI edição em 2021, não foi contemplado com qualquer financiamento”, destaca.

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