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MotoGP anuncia calendário com 15 provas e Portugal é hipótese para encerrar temporada

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Foto: DR / Arquivo

O Mundial de MotoGP foi, este ano, reduzido a 15 corridas devido à pandemia de covid-19, anunciou hoje a DORNA, e Portugal é hipótese para acolher a prova de encerramento da época.


Em comunicado, a empresa promotora do Campeonato do Mundo de Velocidade em motociclismo anunciou hoje a entrada de uma nova corrida na Europa, devido ao cancelamento das provas de Argentina, Tailândia e Malásia.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Federação Internacional de Motociclismo, o português Jorge Viegas, confirmou que “Portimão é uma hipótese” para acolher esta 15.ª prova.

“O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) é circuito de reserva do Mundial de MotoGP nos anos de 2020 e 2021 e tem um pré-acordo para entrar no calendário em 2022”, recordou.

Com a vinda do Mundial de Fórmula 1, a 25 de outubro, o circuito algarvio sofrerá obras de melhoramento, nomeadamente com o asfaltamento da pista, que era uma das exigências da DORNA para a vinda do campeonato a Portugal, resolvendo, assim, esse problema.

No entanto, instado a confirmar a entrada do AIA já no calendário de 2020, Jorge Viegas escusa-se a “fazer comentários”.

O anúncio será feito publicamente no dia 10 de agosto.

A data disponível é o 22 de novembro, a seguir ao Grande Prémio da Comunidade Valenciana, em Espanha, que se disputa no fim de semana anterior.

Certo é que quem acolher a derradeira prova da temporada irá, também, organizar a Gala dos Campeões, da DORNA, onde são entregues os troféus aos campeões da temporada.

O Mundial de MotoGP tinha início previsto no dia 08 de março, mas a prova foi cancelada devido à pandemia de covid-19, tendo tido a primeira prova no circuito espanhol de Jerez de la Frontera, a 19 de julho, e a segunda uma semana mais tarde, no mesmo traçado.

Após duas provas realizadas, o francês Fabio Quartararo (Yamaha) lidera o campeonato, com 50 pontos. O português Miguel Oliveira (KTM) é 13.º, com oito.

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Miguel Oliveira em sétimo nos treinos livres do GP da Áustria de MotoGP

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) terminou hoje os primeiros treinos livres para o Grande Prémio da Áustria de MotoGP na sétima posição, depois de a chuva ter impedido os pilotos de melhorarem os seus tempos na segunda sessão.

Oliveira fez a sua melhor volta na sessão matinal, rodando em 1.24,718 minutos, a 525 milésimos de segundo do mais rápido, o espanhol Pol Espargaró (KTM).

O piloto português terminou o dia com a terceira posição na segunda sessão de treinos livres para esta quarta prova da temporada. Contudo, os tempos foram bastante mais lentos à tarde depois de a chuva ter aparecido apenas na zona da curva 3 do circuito de Spielberg.

Desta forma, os pilotos não podiam rodar nem com pneus de piso seco nem tinham água suficiente para rodar com pneus de chuva.

“Apesar de tudo, foi um dia positivo. Com as condições meteorológicas a estarem tão instáveis, queríamos estar entre os dez primeiros nas duas sessões”, destacou o piloto português.

O piloto luso sentiu que “poderia ter sido um pouco mais rápido na primeira sessão”, apesar de um pequeno problema de travões.

Por isso, está confiante “num bom resultado” na qualificação de sábado.

Recorde-se que os dez mais rápidos da terceira sessão de treinos livres, que se disputa sábado de manhã, têm passagem direta para a segunda fase da Qualificação (Q2). Os restantes, têm de disputar a Q1, em que os dois mais rápidos passam à fase seguinte.

O GP da Áustria de MotoGP é a quarta ronda da temporada.

Miguel Oliveira é, atualmente, o 12.º classificado, com 18 pontos.

O francês Fabio Quartararo (Yamaha) é o líder, com 59.

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Depois da “dobradinha”, Autódromo do Algarve quer trabalhar para manter MotoGP e F1

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Foto: DR / Arquivo

O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) promete trabalhar “muito” para manter a Fórmula 1 e o mundial de velocidade MotoGP, cuja ‘dobradinha’ corresponde aos frutos do trabalho realizado nos últimos 12 anos.

“O anúncio da prova de MotoGP é o culminar de 12 anos de trabalho, que nos permite colher os frutos de tudo o que fizemos. Passámos um carrossel de dificuldades, com momentos difíceis e outros bons, mas hoje temos uma alegria”, disse o diretor de circuito, Paulo Pinheiro, em conferência de imprensa.

A última prova do campeonato do mundo de velocidade MotoGP vai decorrer no AIA entre 20 e 22 de novembro, anunciou hoje a Dorna, promotora do evento, cerca de um mês depois do Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1, de 23 a 25 de outubro, que tinha sido confirmado há duas semanas.

Paulo Pinheiro promete trabalhar “muito” para garantir que o voto de confiança depositado pela Liberty (Fórmula 1) e pela Dorna, que organizam as duas provas, possa ser renovado no próximo ano.

“Toda a nossa equipa – e aqui incluo também Turismo de Portugal, Turismo do Algarve, câmaras e outras entidades – terá de fazer uma grande corrida para que seja impossível dizer que não a Portimão. O nosso objetivo é, para o ano, termos F1 e MotoGP. E normalmente, quando a gente quer uma coisa a gente consegue”, sublinhou o diretor do AIA.

Numa situação normal, não verificada este ano face aos efeitos da pandemia de covid-19, uma corrida de Fórmula 1 custa, no mínimo, 40 milhões de dólares e uma corrida de Moto GP custa, no mínimo, 10 milhões de dólares.

Paulo Pinheiro reconheceu que esses são valores elevados, mas lembrou que o autódromo algarvio e o país têm prós que poderão permitir negociações “em condições que os outros países não conseguem”, nomeadamente a qualidade da pista reconhecida pelos pilotos, o clima, a resposta à covid-19 e a “força institucional muito forte” de dirigentes portugueses nas federações internacionais.

“Tudo isto dá-nos um peso que outros países não têm. Nós temos feito um bom trabalho de casa e, como consequência, estamos agora finalmente a colher esses frutos. Temos de responder ao desafio com um bom nível organizativo, de agarrar nisto com as duas mãos e trabalhar, trabalhar, trabalhar”, acrescentou.

Já para a presidente da Câmara de Portimão, a conjugação da realização das corridas de Fórmula 1 e Moto GP é a “tempestade perfeita”, elogiando Paulo Pinheiro pelo seu trabalho.

“Isto é a tempestade perfeita, temos aqui todos os condimentos e isso, de facto, só se consegue com muito trabalho. Paulo, tens de ser uma pessoa feliz e perfeitamente realizada, porque conseguiste a ‘dobradinha’. Não é fácil ter a MotoGP e a F1”, referiu Isilda Gomes.

O presidente da Federação Internacional de Motociclismo, o algarvio Jorge Viegas, ressalvou que, para 2021, a prova de MotoGP não está, para já, incluída no calendário, mas a autarca apelou à defesa das suas “raízes”.

“Sendo algarvio, será a primeira pessoa a fazer tudo o que for possível para a prova voltar. Podemos contar consigo para que no próximo ano possamos estar a viver um momento idêntico a este”, concluiu Isilda Gomes.

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Portimão recebe última corrida do Mundial de MotoGP em 22 de novembro

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Foto: DR / Arquivo

O Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, vai receber a 14.ª e última prova do campeonato do mundo de velocidade MotoGP, anunciou hoje a organização.

O circuito algarvio integra o calendário de 2020, para o qual estava de reserva, depois do cancelamento das provas de Argentina, Tailândia e Malásia, devido à pandemia de covid-19.

A prova portuguesa vai fechar a temporada, uma semana depois do Grande Prémio da Comunidade Valenciana, em 15 de novembro.

Esta vai ser a 15.ª edição do Grande Prémio de Portugal de motociclismo, depois de 13 provas, entre 2000 e 2012, no autódromo do Estoril, e da estreia, em 1987, no circuito espanhol de Jarama.

Após três provas, o Mundial é liderado pelo francês Fabio Quartararo (Yamaha), com 59 pontos, mais 17 do que o espanhol Maverick Viñales (Yamaha). O português Miguel Oliveira (KTM) ocupa o 12.º lugar, com 18.

O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) vai receber também o Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1, em 25 de outubro.

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