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Região

Minho registou 16 mortes por afogamento em 2018

Relatório

em

Morreram 16 pessoas por afogamento em 2018, no Minho, de acordo com o Relatório Nacional de Afogamento hoje divulgado pela Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores (FEPONS). Oito no distrito de Braga (cinco homens e três mulheres) e oito no distrito de Viana do Castelo (seis homens e duas mulheres).

No Alto Minho, sete dos oito óbitos registados aconteceram em rios.

Foto: Estudo

Lisboa (12%), Setúbal (10.3%), Aveiro (9.4%) e Faro (8.5%) foram os quatros distritos que registaram maior número de mortes por afogamento do que Braga e Viana do Castelo (6.3%).

Portugal registou 117 mortes por afogamento em 2018, menos 4,1% do que no ano anterior.

No páis, segundo os dados do relatório, a maioria das mortes ocorreu em pessoas com idades acima dos 40 anos e foram mais homens que mulheres, 88 e 28 respetivamente.

Abril foi o mês em que se registaram mais casos, com 16 afogamentos (13,7%), seguido de setembro e outubro, com 15 (12,8% cada), sendo a tarde o período do dia com mais registos, 42,7%, e a terça-feira o dia em que ocorreram mais mortes (18,8%).

De salientar no relatório é que os registos das mortes nos meses da época balnear, entre maio e setembro, são inferiores (44,4%) ao dos meses fora da época balnear (55,6%).

Nos meses de junho a setembro registaram-se 45 mortes por afogamento o que, comparando com os dados de 2017, 51 mortos, indica uma descida de 11,8%.

No mar é onde mais pessoas continuam a morrer, com 43 registos (36,8%), seguido dos rios, com 35 (29,9%) e barragens, 12 (10,3%). Em 2018 registaram-se, igualmente, oito mortes (6,8%) em poços e seis em piscinas domésticas (5,1%).

Em relação à distribuição geográfica, a maioria das mortes ocorreu no distrito do Porto, com 18 mortes (15,4%), Lisboa com 14 (12%) e Setúbal com 12 (10,3%).

De acordo com o relatório, a maior parte das mortes aconteceu quando as pessoas estavam a tomar banho recreativamente, 19 casos (16,2%), e em atividades ligadas à pesca com cana, 12 (17,1%).

A maioria das mortes (71 casos) não foi presenciada por ninguém, tendo 46 tido a presença de alguém no momento, enquanto 27 casos foram alvo de tentativa de salvamento e em 90 deles não houve qualquer tentativa.

O Relatório Nacional de Afogamento de 2018 foi elaborado com dados estatísticos obtidos pelo Observatório do Afogamento, criado pela Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores, após recomendações da Organização Mundial de Saúde e da Internacional Lifesaving Federation, que catalogaram o afogamento como um problema de saúde pública.

A Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores lança agora a segunda fase da campanha de prevenção “SOS Afogamento” para escolas de natação, uma iniciativa que difunde trimestralmente conselhos de segurança com base estatística do Observatório do Afogamento.

Esta fase promove a segurança aquática nas escolas de natação portuguesas, através de um processo de certificação da FEPONS, aumentando a prevenção do afogamento em Portugal e tornando as escolas de natação mais atrativas, estando disponível no site da Federação.

A campanha de prevenção tem o apoio da Internacional Lifesaving Federation – Europe, da Federación Latinoamericana de Salvamento y Socorrismo, da Fundação Vodafone Portugal.

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Braga

Homem mata mulher a tiro em Braga

Violência doméstica

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Uma mulher de 54 anos morreu esta sexta-feira em Braga vítima de um tiro de arma de fogo disparado pelo próprio marido.

O homem terá disparado sobre a mulher dentro da residência, localizada na rua da Bugide, freguesia de Pedralva.

Dirigiu-se esta noite ao posto territorial do Sameiro (GNR) onde confessou a autoria do crime.

Ao local acorreu uma ambulância INEM e a VMER de Braga, tendo confirmado o óbito da mulher.

O homem, de 59 anos, encontra-se sob custódia policial. Desconhecem-se ainda os motivos do crime.

Este é já o segundo caso de morte entre casais no distrito de Braga no espaço de seis dias.

No passado domingo, um homem matou a companheira em Gondifelos, Famalicão, pondo termo à vida de seguida.

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Alto Minho

Mulher morre atropelada em Caminha

Em Seixas

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Uma mulher com cerca de 70 anos perdeu a vida após atropelamento em Seixas, Caminha, na Estrada Nacional 13, apurou O MINHO junto dos Bombeiros de Caminha.

Para além da vítima mortal, o sinistro resultou ainda em mais dois feridos, um familiar da vítima, que também terá sido atropelado, e o condutor da viatura envolvida no acidente.

No local estiveram os Bombeiros de Caminha com três ambulâncias, assim como a VMER de Viana do Castelo. O alerta foi dado pelas 21:01 e o óbito foi declarado no local e a vítima transportada para o Instituto de Medicina Legal.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

“Pico” nas urgências reteve ambulâncias no Hospital de Braga. Situação já normalizou

Bombeiros revoltados

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ambulâncias de várias corporações de bombeiros da região de Braga ficaram esta tarde de sexta-feira retidas durante mais de uma hora junto das urgências do Hospital de Braga, face ao tempo de espera na triagem.

Ao que O MINHO apurou junto de várias corporações da região de Braga, algumas ambulâncias chegaram mesmo a esperar mais de uma hora enquanto os doentes ficavam em macas no serviço de urgências, à espera de serem atendidos na triagem.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Fonte da unidade hospitalar disse a O MINHO que a situação se encontra normalizada, tendo existido um “pico” durante esta tarde, face a algumas situações de última hora que “atrasaram” as ambulâncias.

A mesma fonte indica, contudo, que tem sido dada “prioridade máxima” às macas que chegam nas ambulâncias, de forma a “libertar” as viaturas que são necessárias em outras ocorrências, não podendo ficar “à espera” naquele serviço.

Ao que O MINHO apurou ao final da tarde desta sexta-feira, a situação já se encontra normalizada.

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