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Mensagem emocionada no regresso do herói da Taça de 1966

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Mensagem emocionada no regresso do herói da Taça de 1966

A mensagem emocionada no regresso de um herói!A mensagem emocionada no regresso de um herói! Já viste?#JuntosnoJamor

Posted by Sporting Clube de Braga on Terça-feira, 26 de Maio de 2015

 

Perrichon em Portugal

O argentino Perrichon, marcador do golo que deu a única Taça de Portugal de futebol ao Sporting de Braga, em 1966, disse hoje acreditar no triunfo dos minhotos no domingo e almeja o título nacional para os ‘arsenalistas’.

A equipa que ganhou essa final foi hoje homenageada pelo clube com um almoço no estádio Municipal de Braga, tendo o antigo avançado, hoje com 74 anos, viajado do México, onde se radicou, para ver a final de domingo no Jamor.

Perrichon lembra-se bem do golo que marcou ao Vitória de Setúbal que deu o triunfo ao Braga (1-0) e a consequente primeira – e até agora única – Taça de Portugal da história do clube.

“Foi um grande passe do Estêvão, o Leiria [central do Setúbal] era um pouco lento e, quando saiu o [guarda-redes Félix] Mourinho, foi a ‘cobrar’. Foi o golo mais belo do mundo! Mas não foi o Perrichon que deu a Taça ao Braga, foram 11 irmãos”, disse.

O antigo jogador deu a receita aos atuais jogadores bracarenses: “Têm de pensar fortemente na vitória porque só assim se pode ganhar. Em 1966, no campeonato, o Vitória de Setúbal goleou-nos e pensou que na final seria igual, mas foi outro Braga, com um coração maior que eles, espero que no domingo levantemos outra vez o troféu”.

Vaticinando um resultado de 1-0 para o Braga, Perrichon considerou ainda que “o Sporting não é o Real Madrid ou o Milan, é uma equipa mais”.

Com um discurso ambicioso, Perrichon disse querer ver o Braga sagrar-se “campeão nacional”, pois “basta de taças”.

“Têm de pensar fortemente na vitória, se têm medo, não saiam de casa. Temos que ser número um, não numero dois, temos de ser campeões nacionais, porque não? [Em 1966] Jogámos três finais, com o Benfica, Sporting e depois Vitória de Setúbal”, exemplificou.

Já Canário, antigo capitão que levantou a Taça em 1966, assumiu-se sportinguista e confessou-se “dividido”.

“Eu digo que vou ganhar de certeza: se ganhar o Sporting fico satisfeito e se ganhar o Braga também fico. Nuns dias acordo verde, noutros grená, pelo que decidi deixar o tempo e a bola correrem e que ganhe o melhor”, disse.

Canário desejou que as duas equipas procurem o golo para que se assista a um bom espetáculo e notou que o Braga deve jogar de forma diferente do campeonato, onde averbou duas derrotas com os ‘leões’.

Se pudesse dizer algo ao atual plantel, não hesitou: “eu estou aqui não por ter ido à final, foi por ter ganhado. Se quiserem, daqui a 50 anos, estar onde eu estou, ganhem”.

Marcaram ainda presença no evento os jogadores Bino, Estêvão, Armando, Zé Manuel, Zé Maria, Armando (guarda-redes), Nabo, Mário e Coimbra, tendo Carlos Canário lembrado os já falecidos jogadores Juvenal, Adão e Luciano e treinadores Rui Sim-Sim e Manuel Palmeira.

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