Seguir o O MINHO

País

Marcelo promete homenagear profissionais de saúde

Covid-19

em

Foto: Twitter (Arquivo)

O Presidente da República tenciona homenagear os profissionais de saúde, mas num “momento posterior” à atual fase do surto de covid-19, em que considera ser “desaconselhável a concentração de um número elevado de pessoas”.


Esta posição consta de uma nota hoje divulgada pela Presidência da República, segundo a qual Marcelo Rebelo de Sousa “recebeu há alguns dias uma carta do senhor bastonário da Ordem dos Médicos [Miguel Guimarães], propondo uma homenagem nacional aos médicos e outros profissionais de saúde, por ocasião das cerimónias do 10 de junho”.

De acordo com a mesma nota, “de imediato foi respondido que o Presidente da República agradecia a sugestão, tanto mais que já tencionava fazer essa homenagem na sua intervenção naquela data nacional, aliás na linha do que já tinha feito na cerimónia do 25 de Abril, na Assembleia da República”.

“Mais tenciona personalizar essa homenagem em momento posterior, já que é ainda manifestamente desaconselhável a concentração de um número elevado de pessoas na atual fase do surto pandémico, ultrapassando, no entendimento do Presidente da República, o caráter simbólico da cerimónia”, acrescenta-se no texto divulgado no portal da Presidência da República na Internet.

No seu discurso na sessão solene do 25 de Abril na Assembleia da República, o chefe de Estado expressou “gratidão sem fim aos que salvaram, salvam e salvarão vidas e por isso deverão ser permanentemente acarinhados, agora e sempre”.

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas será assinalado com uma “cerimónia simbólica” no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, com apenas oito presenças, incluindo o chefe de Estado e o presidente desta edição das comemorações do 10 de Junho, Tolentino Mendonça, que irão discursar.

A pandemia de covid-19, doença provocada por um novo coronavírus detetado em dezembro do ano passado no centro da China, atingiu 196 países e territórios e já fez mais de 375 mil mortos a nível global.

Em Portugal, os primeiros casos foram confirmados no dia 02 de março e morreram 1.436 pessoas num total de 32.895 contabilizadas como infetadas, com 19.869 doentes recuperados, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Anúncio

País

CP diz ter recebido “com surpresa e estranheza” pré-aviso parcial de greve

Ferrovia

em

Foto: DR

A CP disse hoje ter recebido “com surpresa e estranheza” o pré-aviso de greve parcial apresentado pelo Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI), por não se rever nos fundamentos invocados.

Em comunicado, a CP – Comboios de Portugal sublinha ter sido apresentado às organizações sindicais um documento de trabalho para se dar início à discussão do novo Regulamento de Carreiras, mas salienta ser “apenas o ponto de partida para o início dos trabalhos de discussão e negociação” que “só agora se vão efetivamente iniciar”.

“Por essa razão, foi com surpresa e estranheza que, recentemente, fomos confrontados com o pré-aviso de greve apresentado pelo SFRCI, onde se invoca, nomeadamente, uma discordância face à referida proposta negocial”, refere a CP, na nota hoje divulgada.

A CP garante que, “como é óbvio”, não pretende extinguir as categorias de operador de revisão e venda e operador de venda e controlo, apenas propôs a fusão das duas categorias numa única, de operador comercial, “uma vez que já hoje desempenham exatamente as mesmas funções, mantendo as especializações atualmente existentes na área de revisão e venda e venda e controlo”.

A empresa vinca, no mesmo comunicado, não se rever nem reconhecer fundamento às reivindicações relativas à gestão operacional.

Segundo a CP, foi reposta a oferta total de comboios a nível nacional, exceto o Alfa Pendular por falta de procura, todos os trabalhadores operacionais encontram-se ao serviço e, para os de longo curso, a exceção, foi proposta a realização de uma escala única, “para minimizar o impacto nos trabalhadores da diminuição no serviço”, solução “que tem sido rejeitada pela direção do SFRCI”.

A empresa concorda existirem “pequenas melhorias que se podem fazer” na oferta da Linha de Sintra/Azambuja, “nomeadamente a transformação de três marchas em vazio em serviço comercial”.

Na nota divulgada, a CP enfatiza estar a cumprir as recomendações das autoridades de saúde e informa existirem 15 funcionários infetados com covid-19.

“A CP não se revê nas reivindicações do SFRCI”, refere, garantindo “ter sempre mantido diálogo, aberto e permanente” com os sindicatos.

A empresa acrescenta que “tem orgulho em afirmar que tudo tem feito e tudo fará para garantir o bem-estar, a saúde, a segurança no emprego e a dignificação de todos os seus trabalhadores”, apelando para o “sentido de responsabilidade, e ao diálogo e negociação de todas as estruturas sindicais”, como forma de serem superadas as divergências.

O SFRCI marcou uma greve parcial, a realizar entre segunda e sexta-feira, das 05:00 às 08:00, pelos trabalhadores da Linha do Sado, percurso entre Barreiro e Praias do Sado-A.

Entre as razões apontadas para a greve, o sindicato diz estar contra a gestão operacional da CP, que “coloca trabalhadores em trabalho extraordinário excessivo”, e exige a reposição total da oferta de comboios a nível nacional.

A estrutura sindical alega também que os trabalhadores estão contra a proposta de regulamento de carreira apresentada pela CP.

Continuar a ler

País

PS, PSD, PCP, CDS-PP e Chega contra fim dos apoios públicos às touradas

Parlamento

em

Foto: DR

Deputados do PS, PSD, PCP, CDS-PP e Chega manifestaram-se hoje contra o fim dos apoios públicos às touradas, durante um debate sobre cinco projetos-lei que pedem a proibição de qualquer financiamento, direto ou indireto, a espetáculos e atividades tauromáquicas.

Em causa estão projetos-leis de cidadãos, que juntou mais de 25 mil assinaturas, do Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV), do Bloco de Esquerda (BE), do partido Pessoas–Animais–Natureza (PAN) e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues.

No essencial, todos os diplomas defendem que os espetáculos tauromáquicos e todas as atividades ligadas à tauromaquia devem ficar isentas de financiamento por quaisquer entidades públicas, nomeadamente Governo, autarquias, institutos públicos ou empresas participadas pelo Estado.

O sofrimento animal e a controvérsia na sociedade portuguesa relativamente aos espetáculos tauromáquicos são os principais argumentos evocados pelos signatários dos projetos-lei.

No entanto, durante a discussão dos diplomas, os restantes partidos, à exceção do Iniciativa Liberal que defendeu uma neutralidade do Estado nos apoios públicos, manifestaram-se contra o fim do financiamento público, alegando que “a tauromaquia é cultura” e que, por isso, “não pode ser discriminada” relativamente às restantes expressões culturais.

Para a deputada social-democrata Fernanda Velez, “é falso” que a tauromaquia esteja a ser apoiada pelo Estado, que o número de espetadores de espetáculos tauromáquicos esteja a diminuir e que a maioria dos portugueses seja contra as touradas.

Já o PCP, através da deputada Alma Rivera, afirmou que as tradições culturais, como a tauromaquia, “não se extinguem por decreto e rejeitou “qualquer tipo de proibicionismo”.

O deputado único André Ventura (Chega) defendeu que “a tauromaquia é cultura” e apontou para os “milhares de postos de trabalho” que dependem deste setor.

No mesmo sentido, o deputado do CDS-PP Telmo Correia sublinhou que a tauromaquia “está profundamente enraizada no mundo rural” e considerou que os argumentos para acabar com ela são “populistas, demagógicos e inconstitucionais”.

A última intervenção neste debate coube à deputada do PS e antiga autarca Maria da Luz Rosinha que defendeu o direito das autarquias continuarem a financiar este tipo de atividade e lembrou que “o acesso às artes deve ser igual para todos os cidadãos”, negando que a tauromaquia esteja a ser beneficiada.

A votação destes diplomas decorre na quinta-feira.

Continuar a ler

País

Os números do Euromilhões

Sorte

em

Foto: DR / Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 07 de julho: 12, 16, 23, 33 e 41 (números) e 8 e 10 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 143 milhões de euros.

Continuar a ler

Populares