Seguir o O MINHO

Futebol

Liga Europa: Vitória empata em Bucareste (0-0) e mantém apuramento em aberto

1.ª mão do playoff de acesso à Liga Europa

em

Foto: DR / Arquivo

O Vitória Sport Clube (SC) vai decidir o acesso à fase de grupos da Liga Europa de futebol em casa, após o 0-0 desta quinta-feira na Roménia, perante o FCSB, num jogo pouco conseguido, quase sem oportunidades de golo.

Incapaz de se soltar no mau relvado do Estádio Marin Anastasovici, casa ‘emprestada’ do FCSB, em Giurgiu (cidade 60 quilómetros a sul da capital Bucareste), a equipa lusa raramente chegou à área adversária, mas conteve a supremacia adversária com uma defesa concentrada, que raramente ameaçou a baliza de Douglas.

Os dois conjuntos vão assim decidir a eliminatória na próxima semana, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, numa partida agendada para as 20:00 de quinta-feira.

Para este jogo, o treinador Ivo Vieira substituiu três habituais titulares neste início de época – o guarda-redes Miguel Silva, o central Pedro Henrique e o avançado Alexandre Guedes – por Douglas, Bondarenko e Bruno Duarte, em estreia absoluta pelos vitorianos, mas a equipa portuguesa foi hoje uma versão inferior da dos seis jogos anteriores.

Durante a primeira parte, os jogadores vimaranenses encontraram um adversário muito pressionante em todas as zonas de um relvado em mau estado, falhou muitos passes e perdeu a maioria dos duelos no meio-campo.

A equipa lusa revelou-se incapaz de chegar à área romena de forma consistente, tendo somente ameaçado as redes à guarda de Cristian Balgradean num remate de Davidson ao lado, ao minuto 10.

Apesar de ser 11.º num campeonato romeno com 14 equipas, decorridas seis jornadas, a equipa descendente do Steaua de Bucareste foi superior graças à maior intensidade empregue na manobra ofensiva, mas criou poucas ocasiões para chegar à vantagem – o único lance claro foi o remate de Florin Coman ao poste, no minuto 24.

A toada dos primeiros 45 minutos estendeu-se ao início da segunda, com a equipa interinamente treinada por Vergil Andronache a beneficiar da incapacidade do meio-campo vimaranense para continuar avançando no terreno e ameaçar novamente, num ‘disparo’ do recém-entrado Adrian Popa, aos 54 minutos.

Com as entradas de Dénis Poha, aos 62 minutos, e Rafa Soares, aos 66, o Vitória melhorou, aproximando-se da baliza do FCSB, mas sem protagonizar reais ocasiões de golo.

Nos minutos finais, a formação do leste da Europa esboçou ainda uma reação a este ascendente vitoriano, mas sem qualquer lance digno de relevo.

Declarações dos treinadores:

Ivo Vieira (treinador do Vitória SC): “Sabíamos que íamos encontrar um adversário que nos ia criar imensas dificuldades, jogando em sua casa, procurando o resultado. Na primeira parte, concordo que houve mais domínio do Steaua, mas, na segunda, corrigimos algumas situações em termos táticos e só permitimos alguns cruzamentos ao adversário.

O relvado não foi [o problema do nosso jogo menos bom], porque estava igual para os dois. Na primeira fase de construção, tivemos dificuldade em sair da pressão colocada pelo adversário. Na primeira parte, podíamos ter sido mais eficazes no ataque à baliza do adversário.

Na segunda, fomos mais vezes [à frente]. Estamos numa fase ainda prematura da época. Precisamos ainda de trabalhar muito para melhorar os vários aspetos do jogo. O adversário tem intervenientes com valia, com capacidade para resolver o jogo. Vamos levar o jogo para nossa casa, diante do nosso público. Os nossos adeptos podem puxar-nos para cima e serem decisivos.

O nosso adversário tem um historial muito rico, com uma Taça dos Campeões (em 1986) e muitos anos de competições europeias. Esperava um adversário forte, competitivo, que faz uma gestão em termos daquilo que são os jogos do campeonato e os jogos da Liga Europa, trocando muitos jogadores.

Quando uma equipa faz seis jogos sempre com golos e depois não faz no sétimo, isso [finalização] não é necessariamente uma preocupação. Não conseguimos conquistar tudo aquilo que se deseja. O Bruno [Duarte] deu sinais de poder acrescentar algo à equipa. Tento meter sempre os melhores para cada jogo.

Acrescentámos o [Dénis] Poha para dar mais consistência ao meio-campo. É um jogador com rotatividade boa, porque os outros já estavam um pouco desgastados. Há trabalho feito e há ainda muito trabalho a fazer para perceber as questões táticas. Estes jogadores têm de ter um espaço de crescimento para perceberem o que o jogo pede.”

Ficha de jogo

Jogo no Estádio Marin Anastasovici, em Giurgiu.

FCSB – Vitória de Guimarães, 0-0.

Equipas:

– FCSB: Cristian Balgradean, Valentin Cretu, Bogdan Planic, Aristidis Soleidis, Ionut Pantiru, Mihai Pintilii (Razvan Oaida, 67), Ovidiu Popescu, Ionut Vina (Harlem Gnohéré, 60), Mihai Roman (Adrian Popa, 46), Florin Coman e Florin Tanase.

(Suplentes: Andrei Vlad, Claudiu Belu, Andrei Marc, Razvan Oaida, Adrian Popa, Harlem Gnohéré e Thierry Moutinho).

Treinador: Vergil Andronache.

– Vitória de Guimarães: Douglas, Sacko, Tapsoba, Bondarenko, Florent, Al Musrati, Pepê, André Almeida (Dénis Poha, 62), Rochinha (Rafa Soares, 66), Davidson e Bruno Duarte (Alexandre Guedes, 76).

(Suplentes: Miguel Silva, Lucas Soares, Pedro Henrique, Rafa Soares, Dénis Poha, João Carlos Teixeira e Alexandre Guedes).

Treinador: Ivo Vieira.

Árbitro: Matej Jug (Eslovénia).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Al Musrati (15), Valentin Cretu (17), Florin Tanase (53), Mihai Pintilii (57) e Ovidiu Popescu (88).

Assistência: cerca de 3.000 espetadores.

(Notícia atualizada às 00h11 com declarações dos treinadores)

Anúncio

Futebol

“É importante para o Braga estar nas finais”

SC Braga na final da Taça da Liga

em

Declarações dos treinadores do SC Braga e do Sporting, após o jogo das meias-finais da Taça da Liga de futebol, disputado em Braga, que terminou com uma vitória bracarense, por 2-1:

Rúben Amorim (treinador do SC Braga): “O grupo está de parabéns. Fez um excelente jogo. É importante para o SC Braga estar nas finais. É importante ter estas vitórias consecutivas. O Braga teve sempre o controlo de jogo, tirando talvez os últimos 15 minutos da primeira parte, porque perdemos alguma pressão no meio. Depois da expulsão, perdemos espaço. Tentámos cruzamentos, tentámos o Rui [Fonte], o Galeno na esquerda. O Braga foi superior a jogar contra 11 e contra 10.

Em relação ao ‘conto de fadas’ [quatro vitórias em quatro jogos], tenho sempre um ‘bichinho’ na minha cabeça a dizer que isto pode mudar a qualquer momento. Há muita gente a querer a minha primeira derrota. Vou tentar adiá-la ao máximo. O grupo vai continuar a trabalhar.

SC Braga na final da Taça da Liga

Há coisas que acontecem: golos aos 90 [minutos] e penáltis falhados. Quero que os jogadores sintam que há coisas que podem mudar a época. O Braga, hoje, fez uma exibição mais completa do que frente ao Belenenses SAD (vitória por 7-1) e ao FC Porto, no Dragão (2-1). Foi o melhor jogo dos quatro [em que liderei a equipa].

Temos um plantel competitivo, jogadores de muita qualidade, que já passaram pelos ‘grandes’, mas não conseguiram vingar. Hoje, estamos melhores do que o Sporting, por causa dos momentos dos clubes. Mas o importante era o Braga ser melhor do que o Sporting hoje.

Seria injusto para o trabalho dos treinadores Abel Ferreira, Sá Pinto e Paulo Fonseca estarmos a dizer que somos mais fortes do que éramos por termos ganhado a dois ‘grandes’. Muitas vezes, a diferença está em detalhes.

(Sobre a confusão entre elementos das duas equipas nos instantes finais do jogo) O Mathieu foi ao nosso balneário, falou com o Esgaio e pediu-lhe desculpa. Ver um jogador adversário fazer isso é de realçar e mostra o seu nível, bem como o do seu clube.

Não tenho preferência [quanto ao adversário na final]. A minha preferência é estar na final. O Vitória de Guimarães é uma equipa excelente. O FC Porto é uma equipa excelente. Defrontar o FC Porto nunca é uma vantagem. É sempre difícil, da mesma forma que é o [Vitória de] Guimarães. [Numa final] com o FC Porto, seríamos um ‘outsider’. Com o Vitória de Guimarães, isso traria alguma outra coisa à equipa, por causa da cidade e dos adeptos. Mas, em termos técnicos e táticos, é difícil dizer algo para já.

O Paulinho é um jogador com muita qualidade [e marcou sempre nos últimos quatro jogos]. Já tinha golos. Agora, a nossa forma de jogar ajuda-o, porque ele é bom nos apoios, é inteligente. Nós temos largura e temos cruzamentos. Ele, sendo inteligente, aproveita isso. Temos a nossa organização, mas os jogadores têm dado muita qualidade ao sistema.

Os jogadores do Braga são apetecíveis para toda a gente. O presidente já disse que é preciso bater as cláusulas [de rescisão, para serem vendidos]. É também possível que, até ao final do ‘mercado’, haja saídas para o plantel ficar mais curto e competitivo.”

Jorge Silas (treinador do Sporting): “A leitura do jogo é fácil, porque realmente o jogo estava equilibrado. Houve um ascendente do Braga na primeira parte e depois fizemos uma alteração e equilibrámos. Depois dos 60 minutos, o Braga foi superior. Sabíamos que seria um jogo difícil, porque o Braga vem de uma série de boas vitórias. Entrámos bem na segunda parte, o Braga não estava a conseguir fazer a sua jogada, mas o jogo mudou a partir da expulsão. O Braga acabou por fazer o golo numa segunda bola, já a acabar.

A expulsão [de Yannick Bolasie] não faz sentido. Não podemos ver a imagem ‘frame a frame’. Temos de a ver toda. O jogador escorrega, corta a bola e depois atinge o adversário. Não sei como é que o VAR não consegue ver uma escorregadela.

Sabíamos que, a partir dali, seria mais difícil pressionar na frente. Coloquei o Neto, para conseguirmos dar resposta aos cruzamentos, até porque o Coates já tinha amarelo. Conseguimos tapar os espaços quase até ao final, mas, no último minuto, não conseguimos. Com ‘onze’, o Braga não cruzou tanto, mas, depois dos 60 minutos, tivemos de jogar assim.

Se o jogo acabasse de 11 para 11, conseguiríamos disputar o resultado até ao final. Tivemos uma primeira expulsão. Depois, o Jérémy [Mathieu] perdeu a cabeça. Ele diz que foi empurrado nas costas pelo Paulinho [no segundo golo] e sentiu-se injustiçado. Depois, os jogadores do Sporting de Braga quiseram defender o seu jogador. Não foi nada de anormal o que aconteceu.

Agora, depois do resultado, é sempre difícil de gerir [a eliminação de uma prova como a Taça da Liga e o fracassar de um objetivo]. Depois, começa a ser menos difícil, porque temos outros objetivos, e o jogo com o Marítimo [I Liga] está já aí. Os jogos a seguir a estas eliminações são sempre difíceis. Não conseguimos disputar a final.

Não estou aqui para olhar para os ‘lenços brancos’. Não os vi. Ligo apenas ao meu trabalho diário e à minha capacidade. Eu tenho capacidade para estar aqui, mas também sei que os resultados é que mandam. Sei que só tenho dois anos a treinar, mas que vou ter uma carreira boa. Com lenços ou sem lenços, o meu trabalho é sempre o mesmo, e é bastante.

Há sempre uma intranquilidade maior [após as derrotas], mas é um momento com o qual temos de viver. Temos de trabalhar todos os dias para conseguir resultados positivos. Temos de nos focar no que controlamos: treinos e jogos. Quando há resultados, as coisas melhoram. Quando não há, a intranquilidade aparece.”

Continuar a ler

Futebol

SC Braga na final da Taça da Liga

Ganhou ao Sporting com golo aos 90

em

Um golo de Paulinho, aos 90 minutos, deu hoje ao SC Braga um ‘suado’ triunfo (2-1) sobre o Sporting, que acabou reduzido a nove unidades, e apurou-se para a final da Taça da Liga de futebol.

Os bracarenses desforram-se, assim, da derrota da época passada diante dos ‘leões’, então no desempate por grandes penalidades (4-3), na mesma fase da prova, e apuram-se para a final pela terceira vez.

Ricardo Horta marcou o primeiro do jogo, aos oito minutos, Mathieu empatou, aos 44, e, sobre o minuto 90, Paulinho fez o segundo para os bracarenses.

O final do jogo ficou marcado por incidentes entre as duas equipas, após uma entrada dura de Mathieu que lhe valeu a expulsão, que obrigou a uma paragem do jogo durante alguns instantes.

Foi uma vitória justa da equipa de Rúben Amorim, ainda que a jogar com mais uma unidade não tenha realizado uma grande exibição, diante de um Sporting que fica de fora de mais uma prova, depois da Taça de Portugal, e vai em quarto lugar no campeonato, a 19 pontos do líder Benfica.

O Sporting acabou com nove e já jogava com 10 desde os 61 minutos, porque Bolasie, que entrou ao intervalo, também viu o cartão vermelho após entrada sobre Sequeira, numa decisão após o árbitro, Nuno Almeida, ter recorrido a visionar as imagens.

Em relação ao jogo com o FC Porto de sexta-feira, para a I Liga (triunfo por 2-1), Rúben Amorim fez três alterações no ‘onze’, com as entradas de João Novais para o lugar de Palhinha (emprestado pelo Sporting), Ricardo Horta no de Trincão e de Galeno para o de Wilson Eduardo.

No Sporting, que vinha de uma derrota caseira com o Benfica (2-0), registo para duas novas ‘peças’. Além do já esperado regresso de Coates ao eixo defensivo, Silas reforçou o meio-campo com Battaglia, apostando numa espécie de 4x4x2, losango que não surtiu efeitos e que o técnico mudou ao intervalo.

A equipa ‘leonina’ entrou amorfa e o Braga a todo o ‘gás’, com Paulinho a deixar um aviso logo aos três minutos. O Sporting demonstrava imensas dificuldades em ‘respirar’ e, cinco minutos depois, Ricardo Horta inaugurou o marcador com um remate em arco, com o pé esquerdo, aproveitando uma defesa ‘leonina’ desorientada perante a pressão minhota.

O Sporting foi equilibrando a contenda, mas sem criar grande perigo. A melhor oportunidade da equipa de Silas, antes do golo, nasceu de um erro de Ricardo Horta, muito pressionado por Acuna: o remate de Camacho saiu fraco, mas obrigou Matheus a empenhar-se (31).

Em cima do intervalo, o Sporting chegou mesmo ao empate, por Mathieu, que surgiu na cara de Matheus, após um livre marcado rapidamente por Bruno Fernandes (44).

Silas lançou Bolasie após o intervalo, voltando ao habitual 4x3x3, mas o extremo congolês esteve pouco mais de 15 minutos em campo.

O Braga, que já tinha voltado a entrar melhor, passou a carregar, num jogo praticamente de sentido único.

O Sporting, ainda com 11, viu Battaglia cabecear com ‘selo’ de golo e Matheus defender (52), mas o Braga teve três boas ocasiões para marcar, por Tormena, Ricardo Horta e Galeno.

Silas reforçou a defesa com a entrada de um central (Neto) e a saída do ponta de lança Luiz Phellype, e Rúben Amorim refrescou a ala e o meio-campo com Trincão e André Horta, e reforçou o ataque com Rui Fonte.

O Braga jogava instalado no meio-campo adversário, mas tinha dificuldades em criar perigo e só aos 90, o inevitável Paulinho (17.º golo da temporada) desfez a igualdade, de cabeça, após assistência, também de cabeça, de Raul Silva.

Após o tumulto entre as duas equipas, Nuno Almeida expulsou Eduardo, guardião suplente do Braga, e o médio Eduardo, do Sporting.

O SC Braga, que venceu a Taça da Liga em 2012/13 (1-0 ao FC Porto) e perdeu com o Moreirense (1-0) em 2016/17, vai agora tentar, na última edição da ‘final four’ no seu estádio, conquistar pela segunda vez o troféu.

Ficha de Jogo

Jogo disputado no Estádio Municipal de Braga.

SC Braga – Sporting, 2-1.

Ao intervalo: 1-1.

Marcadores:

1-0, Ricardo Horta, 08 minutos.

1-1, Mathieu, 44.

2-1, Paulinho, 90.

Equipas:

– SC Braga: Matheus, Tormena, Bruno Viana, Raúl Silva, Esgaio, Fransérgio, João Novais (André Horta, 82), Sequeira (Rui Fonte, 77), Ricardo Horta (Trincão, 69), Galeno e Paulinho.

(Suplentes: Eduardo, David Carmo, Murilo, André Horta, Wilson Eduardo, Trincão e Rui Fonte).

Treinador: Rúben Amorim.

– Sporting: Maximiano, Ristovski, Coates, Mathieu, Acuna, Doumbia (Bolasie, 46), Battaglia, Wendel, Bruno Fernandes, Camacho e Luiz Phellype (Luís Neto, 69).

(Suplentes: Renan, Borja, Luís Neto, Eduardo, Gonzalo Plata, Bolasie e Pedro Mendes).

Treinador: Jorge Silas.

Árbitro: Nuno Almeida (Algarve).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Sequeira (17), Esgaio (20), Raul Silva (44), Coates (45), Bruno Fernandes (56), Battaglia (67), Paulinho (79), Maximiano (84), Bruno Viana (90+6) e Acuña (90+6). Cartão vermelho direto para Bolasie (61) e Mathieu (90+2).

Cartão amarelo para Rui Casaca, elemento do SC Braga no banco de suplentes (90+7). Cartão vermelho direto para Eduardo, guarda-redes do SC Braga no banco de suplentes (90+7), e para Eduardo, jogador do Sporting no banco de suplentes (90+7).

Assistência: 10.047 espetadores.

Continuar a ler

Futebol

Vitória: Defesa ex-Aston Villa, campeão europeu sub-19 com Marcus Edwards, é reforço

Easah Sulimani

em

Foto: Divulgação / Vitória SC

O defesa-central inglês Easah Sulimani reforçou hoje o Vitória SC, da I Liga portuguesa de futebol, tendo assinado um contrato válido até ao final da época 2023/24, informou o clube em nota no sítio oficial.

Campeão europeu sub-19, em 2017, juntamente com o agora colega de equipa Marcus Edwards, o jogador, de 21 anos, chegou do Aston Villa, com o clube que milita na I Liga inglesa a manter 30% do passe e o emblema vimaranense a ficar com os restantes 70%, indicou a mesma nota.

Formado no Aston Villa, o central jogou pela equipa sub-23 do clube da cidade de Birmingham e representou também as equipas inglesas do Cheltenham Town e do Grismby Town e os holandeses do Emmen. Na presente temporada, não realizou ainda qualquer jogo oficial.

Easah Suliman é o primeiro reforço dos minhotos no mercado de transferências em curso.

Continuar a ler

Populares