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Julgamento de rádio local de Viana acusada de fraude começa em novembro

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Tribunal de Viana do Castelo

Está marcado para o dia 21 de novembro julgamento de uma associação de Viana do Castelo proprietária de uma rádio local e do seu presidente, acusados de fraude na obtenção de subsídio.


Segundo nota publicada no site da Procuradoria-Geral Distrital do Porto, esta não refere o nome da associação em causa. “Uma associação de direito privado, com sede em Viana do Castelo, que tem como objeto, entre outros, o exercício da atividade de radiodifusão sonora”, lê-se, acrescentando ainda que no mesmo processo “é arguido o gerente de uma sociedade que comercializava equipamento de radiodifusão”.

Em causa estão os incentivos à Consolidação e ao Desenvolvimento das Empresas de Comunicação Social Regional e Local de 2010 que consistia numa comparticipação do Estado, a fundo perdido, de montante que não podia exceder 50 por cento do financiamento necessário à execução do projeto aprovado.

Segundo o Ministério Público, e neste caso, isso não aconteceu. Alegadamente o presidente da associação “conluiou-se” com o arguido gerente de uma sociedade que comercializava equipamento de radiodifusão, “para que lhe vendesse o material a que se reportava a candidatura, sobrefaturando as vendas”.

Deste modo, a associação obteria “um financiamento de 100 por cento”.

Na concretização deste desígnio, e ainda segundo a nota da Procuradoria, o presidente da associação, em 29 de março de 2010, candidatou-se àquele incentivo para um investimento de 34.438 euros e um subsídio de 17.219 euros, tendo obtido a aprovação de um incentivo no montante de 16.485 euros.

Em 2010, e segundo o ‘site’ do Gabinete para os Meios de Comunicação Social, no concelho de Viana do Castelo a única associação que recebeu Incentivo à Consolidação e ao Desenvolvimento das Empresas de Comunicação Social Regional e Local foi o Grupo de Estudos e Investigação das Ciências Experimentais (GEICE).

 

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Alto Minho

Incêndio dominado em Ponte de Lima

Vento dificultou combate às chamas

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Foto: DR / Arquivo

O incêndio que deflagrou na terça-feira, às 20:57, em Fornelos, Ponte de Lima, foi dado como dominado hoje, às 11:00, após o “combate ampliado de quatro meios aéreos pesados” mobilizados para o local, disse o comandante dos bombeiros.

“O incêndio foi dado como dominado cerca das 11:00 quando os quatro meios aéreos pesados saíram do teatro de operações. No local permanecem 134 operacionais e 42 viaturas de corporações dos distritos de Viana do Castelo, Braga e Porto. Não há danos humanos, nem materiais a registar”, afirmou hoje à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima, Carlos Lima.

Questionado pela Lusa sobre as causas que estarão na origem das chamas, Carlos Lima disse “não ser essa a preocupação imediata dos bombeiros”, apesar de admitir “ser estranho que o incêndio tenha deflagrado à noite”.

“A GNR está no local a acompanhar os trabalhos e fará as diligências necessárias para apurar as causas do incêndio”, disse.

Anteriormente, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima disse que “o vento forte que se tem feito sentir desde o início do fogo até hoje dificultou o trabalho dos bombeiros”.

Cerca das 08:30, a “principal preocupação” dos bombeiros era “proteger a zona industrial de Fornelos e Queijada que não foi afetada”.

Durante a noite e madrugada de hoje, “o fogo chegou a ter três frentes ativas que causaram alguma tensão junto de habitações, mas os operacionais no terreno conseguiram dominar as chamas”.

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Alto Minho

Quatro meios aéreos mobilizados para incêndio em Ponte de Lima

Vento tem sido maior dificuldade

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Foto: Ângelo Reis

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima disse hoje terem sido acionados quatro meios aéreos pesados para apoiar os 141 operacionais que combatem o incêndio que deflagrou, na terça-feira, às 20:57, na freguesia de Fornelos.

“Já foram acionados quatro meios aéreos de combate ampliado. Quando começarem a atuar no teatro de operações contamos conseguir dominar as chamas nas próximas horas. O vento forte que se tem feito sentir tem sido a principal dificuldade dos bombeiros. O fogo é levado pelo vento o que dificulta o combate”, afirmou Carlos Lima.

Contactado pela agência Lusa, cerca das 08:30, o comandante disse que a “principal preocupação é proteger a zona industrial de Fornelos e Queijada”.

“Temos uma frente de fogo perto da zona industrial. Não há fábricas afetadas, mas a nossa preocupação é proteger as unidades fabris”, disse.

Carlos Lima adiantou que, durante a noite, “o fogo chegou a ter três frentes ativas que causaram alguma tensão junto de habitações, mas os operacionais no terreno conseguiram dominar as chamas”.

“Para já não há feridos nem danos materiais a registar. O fogo tem uma única frente, que arde em zona de eucaliptal e mato”, referiu.

No combate às chamas estão evolvidos 140 operacionais e 46 viaturas de várias corporações dos distritos de Viana do Castelo, Braga e Porto.

A secretária de Estado da Administração Interna alertou na terça-feira para “um cenário meteorológico muito complicado” nos próximos dias, com um potencial de ocorrências de incêndios florestais “difíceis de gerir” e que se podem tornar “quase catastróficos”.

Patrícia Gaspar avisou a população que junto aos espaços florestais “é completamente proibido o uso do fogo”.

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Alto Minho

Colisão entre três viaturas faz um morto em Monção

Acidente

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Foto: DR

Uma colisão entre três viaturas provocou um morto na Estrada Nacional 202, em Trovisco, Monção, confirmou O MINHO junto de fontes do CDOS e dos bombeiros.

A vítima mortal tinha 52 anos. O óbito foi confirmado no local pela equipa da VMER de Viana.

José Passos adiantou à Lusa que “a vítima mortal, condutor de uma das viaturas envolvidas no acidente, é natural do concelho de Monção”.

O acidente provocou ainda outros dois feridos ligeiros, ambos homens, um deles, com cerca de 50 anos, transportado para o Hospital de Viana pela SIV de Valença, e outro com cerca de 30 levado para a SUB – Unidade de Saúde Local de Monção pelos bombeiros locais.

O alerta para os bombeiros foi dado às 7:33.

Os Bombeiros de Monção prestaram socorro com 11 operacionais e três viaturas.

No local também estiveram a SIV Valença e a VMER de Viama, bem como a GNR, que registou a ocorrência.

Notícia atualizada às 09h58.

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