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Jovem de Vila Verde é o mais jovem copiloto português de sempre

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Foto: Divulgação

Um jovem de 16 anos, Gonçalo Palmeira, residente em Turiz, Vila Verde, é o mais jovem copiloto português de sempre, tendo-se estreado a semana passada em Trás-os-Montes e estará no Rally de Santo Tirso já no próximo fim de semana.


Gonçalo Nuno Leite Palmeira, que completará 17 anos dia 30 de julho, é natural de Braga, da freguesia de Nogueira, onde concedeu neste domingo uma entrevista a MINHO, não escondendo as ambições na modalidade, que são “ser piloto principal e correr não só em Portugal como inclusivamente desenvolver uma carreira em competições no estrangeiro”.

Depois de ter frequentado o 1º Curso Ibérico de Copilotos, realizado em janeiro de 2018, na vila de Vieira do Minho, Gonçalo Palmeira foi convidado pelo piloto transmontano Paulo Varge para o Rally do Alto Tâmega, com uma prova especial citadina em Chaves, estreando-se a bordo de um Peugeot 106 Rallye, no Campeonato Norte de Ralis, na prova do Alto Tâmega, a bordo de um Peugeot 106 Rallye.

A paixão pelos automóveis levou-o mesmo no 10º ano de escolaridade a enveredar pelo curso de técnico de mecatrónica automóvel, cujo primeiro ano frequenta agora na Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV), em Vila Verde, pois segundo a sua mãe, Adélia Leite, “ele ainda não andava de triciclo e já queria ser corredor de automóveis, por isso é aquilo que ele quer e agora estando a competir estamos aqui para o apoiar”.

Mas tudo começou na realidade aos doze anos, segundo o seu pai, Afonso Palmeira, tal como Gonçalo, comissário em provas automobilísticas, “em que eu o coloquei a fazer de comissário, ele deu logo conta do recado e nunca mais deixou de acalentar o sonho de competir nos automóveis”.

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Motores

Miguel Oliveira desiste do GP da Catalunha devido a queda

MotoGP

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) desistiu hoje do Grande Prémio da Catalunha de MotoGP, oitava prova do Mundial de 2020, devido a uma queda, sofrida quando era nono classificado.

O piloto luso, que partira da 12.ª posição da grelha, estava na luta pelo sexto lugar quando sucumbiu às dificuldades com o pneu dianteiro que vinha apontando ao longo do fim de semana.

Na mesma curva 2 caíra, duas voltas antes, o italiano Valentino Rossi (Yamaha), quando era segundo classificado.

De fora estavam já, também, o espanhol Pol Espargaró (KTM), o francês Johann Zarco (Ducati) e o italiano Andrea Dovizioso (Ducati), líder do campeonato, todos devido a quedas, sem consequências físicas para os pilotos.

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Motores

Miguel Oliveira parte do 12.º lugar para o GP da Catalunha

MotoGP

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) qualificou-se hoje na 12.ª posição para o Grande Prémio da Catalunha de MotoGP, oitava prova do Mundial de motociclismo de velocidade.

Miguel Oliveira, que caiu no início da derradeira fase de qualificação, mas sem consequências físicas, fez a melhor volta sobre o final, com o tempo de 1.40,188 minutos, a 475 milésimos de segundo do autor da ‘pole position’, o italiano Franco Morbidelli (Yamaha).

O piloto luso garantiu, pela manhã, o apuramento direto para a segunda fase da qualificação ao fazer o terceiro melhor tempo na terceira sessão de treinos livres.

O francês Fabio Quartararo (Yamaha) e o italiano Valentino Rossi (Yamaha), que cumpre em Barcelona o 350.º GP da carreira, completaram a primeira fila da grelha.

A qualificação de Miguel Oliveira acabou por ser prejudicada pela queda, que aconteceu logo na primeira volta lançada, deixando o piloto português com menos tempo para atacar uma boa posição na grelha de partida.

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Motores

Mundial de superbikes regressa ao Estoril e terá dois portugueses em prova

Motociclismo

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Foto: DR / Arquivo

O campeonato do mundo de superbikes vai decorrer, pela terceira vez, no Circuito do Estoril, onde os pilotos portugueses Tomás Alonso e Miguel Santiago vão tentar a qualificação para a corrida principal na categoria Superbike 300.

Além dos dois jovens portugueses, a última prova do Mundial de superbikes, que visitou o Estoril em 1988 e 1993, poderá ainda contar com a participação de Pedro Fragoso nas Super Sport 300.

Depois da qualificação na prova do campeonato do mundo em Portimão, Tomás Alonso, que lidera o nacional, ambiciona repetir a experiência no Autódromo do Estoril.

“O objetivo vai ser como em Portimão, primeiro qualificar-me para a corrida principal e depois tentar fazer um grande resultado. Não há muita tática, vou dar tudo de início ao fim. Sabemos que é muito complicado nas Super Sport 300, porque são muitos pilotos e todos querem ganhar, mas vou dar o meu melhor e tentar trazer um bom resultado para mim e para Portugal”, avançou Alonso.

Já Miguel Santiago, que compete no campeonato espanhol, nunca disputou nenhuma corrida do Mundial e não esconde estar “muito entusiasmado com esta prova.”

“Desde há um ano que ando a sonhar com isto, a equipa sempre trabalhou comigo para conseguirmos um bom ‘set up’ para a mota, para me habituar rápido a esta categoria e subir para o Mundial o mais rápido possível. Graças à Federação de Motociclismo de Portugal e à minha equipa vou conseguir participar no Mundial no Estoril e vou dar o meu melhor. Vou dar tudo do início ao fim para aprender com os melhores do mundo e tentar me classificar”, defendeu Miguel Santiago, reconhecendo que a “falta de experiência será uma dificuldade acrescida, mas o objetivo é aprender o máximo possível”.

Manuel Marinheiro, presidente da Federação de Motociclismo de Portugal, além de destacar o trabalho e empreendedorismo de Jorge Viegas, presidente da Federação Internacional de Motociclismo, e a capacidade organizativa em Portugal, nomeadamente em Cascais, lembra que estão a ser feitos “todos os possíveis” para os pilotos lusos mais novos “poderem participar” nas provais internacionais.

“É um nível elevadíssimo, mas é a melhor forma de evoluírem e essa é também a nossa função. O foco da Federação é essencialmente os nossos pilotos, dar a oportunidade de competir com os melhores a nível mundial”, frisou o Manuel Marinheiro.

Já Frederico Nunes, vereador do desporto da Câmara Municipal de Cascais, apontou para a importância de Cascais receber estas duas provas, o campeonato do mundo de superbikes e as 12 horas Estoril, última prova do Mundial de motociclismo de resistência, ambas apresentadas hoje na Marina de Cascais.

“É um orgulho para Cascais e para Portugal receber todas estas provas internacionais. Têm os olhos postos em Cascais, temos vindo a demonstrar que somos bons a organizar e a acolher. Se não fomos os primeiros, fomos dos primeiros a receber, em tempos de pandemia, e organizar uma prova de motociclismo”, sublinhou o vereador.

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