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Canoagem

Jogos Europeus: Quarto lugar do K4 500 é um “bom indicador” para Mundiais de canoagem

Minsk 2019

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Foto: Facebook de Emanuel Silva

Os 255 milésimos de segundo que separaram o K4 500 masculino da canoagem da medalha de bronze nos II Jogos Europeus são difíceis de digerir, mas são um “bom indicador” para os Mundiais de agosto, que apuram para Tóquio2020.

“O quarto lugar foi bom resulto dada a preparação que estamos a fazer, com foco no Mundial. Claro que é sempre o que nenhum atleta deseja, pois gosta de estar nas medalhas, mas isto foi uma prova muito difícil, com vento de frente que a tornou mais comprida. Estivemos bem, não há que perder o foco. Sabemos o caminho que estamos a percorrer que é para o mundial”, disse Emanuel Silva.

O ‘voga’ e mais experiente atleta do K4 destacou os “bons indicadores” da tripulação, elogiou os “progressos semanais” de uma equipa “cada vez mais unida e sempre motivada” liderada pelo técnico Rui Fernandes.

“Os resultados aparecem e a autoestima aumenta, por isso precisamos deles. Saímos daqui de consciência tranquila, que estamos no caminho certo. O quarto lugar aponta para um rumo correto só temos de continuar focados, atletas em conjunto com o treinador, pois isto é a nossa segunda família e devemos continuar uma família unida e pronta para tudo. Venha o Mundial!”, concluiu.

João Ribeiro garante que esta tripulação encara todas as regatas a pensar “tirar uma medalha, e nunca em ficar em quarto”: “Vínhamos com esse objetivo, sabíamos que era possível. O quarto é um ótimo lugar sabendo o que fizemos nas últimas semanas”.

“Temos feito mais volume [de trabalho] do que o normal, não preparámos bem Minsk2019. Não era possível fazer um pico de forma para aqui e daqui a oito semanas estarmos outra vez no mundial na melhor forma”, explicou.

O jovem Messias Baptista ironizou com a “medalha de chocolate, aquela que ninguém gosta”, assumindo que “perder por esta diferença é um bocado triste”, ainda assim elogiou o “resultado sólido”.

David Varela lamentou as “condições adversas” em que se disputou a final, com muito vento, admitindo que “com o cansaço não fica fácil segurar o barco”, tornando, desta forma, a prova “mais longa do que o habitual”.

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Canoagem

Mundiais de Canoagem: Hélder Silva na final de C1 200 metros

Militar da GNR vence mas está fora dos Jogos Olímpicos

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Foto: DR / Arquivo

O canoísta Hélder silva apurou-se hoje para a final de C1 200 dos mundiais da Hungria, na qual vai tentar no domingo melhorar o sexto lugar de 2018, em especialidade que saiu do programa olímpico.

“É uma pena que em Tóquio2020 já não seja olímpica, pois é uma prova muito interessante, com todos os a atletas a chegar muito juntos. Mas agora quero é pensar na final de domingo”, disse.

O militar da GNR completou a prova em 39,76 segundos, mais 57 centésimos do que o bielorrusso Artsem Kozyr, com o iraniano Adel Mojallalimoghadam a completar o trio de apurados para a regata das medalhas.

“A final dos 200 todos sabem como é imprevisível. Nunca ganha o mesmo, pode ser que dê para alguma coisa. Arranquei bem e sei que ainda podia ter feito melhor. Não foi preciso chegar aos 100 por cento, pois controlei o segundo lugar”, admitiu.

Hélder Silva destacou as “boas sensações” que tem sentido em Szeged e ironizou pelo facto de partilhar o “quarto abençoado” com Fernando Pimenta, medalha de bronze em K1 1000.

Esta tarde, os K4 500 de Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista e David Varela, bem com o de Joana Vasconcelos, Teresa Portela, Francisca Laia e Francisca Carvalho procuram um lugar na final, que apura os sete melhores para o Japão.

Os mundiais de canoagem reúnem um recorde de 102 países e cerca de 1.300 atletas.

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Canoagem

Apuramento Olímpico: Emanuel Silva e João Ribeiro apurados para final em K4 500

Recuperação fantástica levou ao segundo lugar

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Foto: FP Canoagem

Os canoístas Emanuel Silva, de Braga, e João Ribeiro, de Esposende, apuraram-se esta tarde de sábado para a final dos Mundiais de Canoagem em K4 500 metros.

Em conjunto com os atletas David Varela e Messias Baptista, os portugueses estiveram na quarta posição durante grande parte da prova, mas uma fantástica recuperação permitiu que terminassem em segundo lugar, apurando-se para a final.

O quarteto português terminou com o tempo de 1.21.09 minutos, a 82 centésimos da Espanha, que venceu a prova. A França foi terceira.

Na final, basta um sétimo lugar à comitiva portuguesa para se apurar para os Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio.

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Canoagem

Apuramento Olímpico: Teresa Portela já só pensa no apuramento em K4 500 metros

Canoísta de Esposende falhou o apuramento em K1 200

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Foto: DR / Arquivo

A canoísta Teresa Portela lamentou este sábado ter falhado o apuramento direto para Tóquio2020 na prova de K1 200 dos mundiais da Hungria, confiando que vai conseguir a vaga no K4 500 de Portugal.

“Não posso fazer mais nada, por isso é tentar fazer uma boa prova esta tarde no K4, que é a grande aposta, e conseguir o apuramento. No K1 200 já não depende de mim, é aguardar”, disse.

Para conseguir a vaga nos 200 metros, a canoísta de Esposende precisa que três das cinco primeiras nesta distância também se apurem no K1 500, no domingo.

“Larguei bem outra vez, consegui ir perto delas, mas no final cedi e perdi pelo menos uma posição. Tinha sido muito melhor o sétimo, pois dava-me mais hipóteses”, admitiu.

O vento estava contra, situação que não a beneficia, contudo o mesmo “abrandou” na altura da competição, pelo que, assume, “devia estar justo para todos”.

“Compito muito melhor com vento a favor, acho que me ajuda. Já sabia que ia ser uma prova mais dura pelo vento, mas ainda assim acho que estive a disputar os primeiros lugares até aos 100 metros. Depois, acabei por ceder, mas continuei a fazer uma boa prova. Fico com o oitavo lugar no mundial”, constatou.

Teresa Portela recorda que os números para os Jogos Olímpicos a atribuir nos mundiais diminuíram e “há muitos países a querer o mesmo”, pelo que o êxito é “cada vez mais difícil”.

À tarde, com Joana Vasconcelos, Francisca Laia e Francisca Carvalho, é tentar ficar entre as nove finalistas, sabendo que os primeiros lugares na final B também lhes pode garantir o êxito, face às normais desdobragens.

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