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Já se pode mudar para o Minho interior e ganhar 4.800 euros com isso

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Foto: DR

Abriram esta sexta-feira as candidaturas ao programa ‘Emprego Interior MAIS – Mobilidade Apoiada para um Interior Sustentável’ e ‘+CO3SO Emprego Interior’, que estipulam um apoio do Governo, até 4.800 euros, para mobilidade de trabalhadores do litoral para o interior do país.


No Minho, existem vários concelhos abrangidos por este programa, nomeadamente Vila Verde, Amares, Terras de Bouro, Vieira do Minho, Vila Nova de Cerveira, Arcos de Valdevez, Monção, Melgaço, Paredes de Coura, Ponte da Barca e algumas freguesias de Valença e Caminha. As candidaturas podem ser feitas aqui.

Um dos programas é o “+CO3SO (mais coeso) dedicado ao emprego e o outro é “Trabalhar no Interior”, com incentivos financeiros e majorações para quem se mudar para estes territórios.

A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, explicou que o propósito é “atrair pessoas e empresas para o interior e valorizar aquelas que já cá estão, com duas medidas”.

Mapa dos concelhos e freguesias classificadas como interior. Fonte: Programa Nacional para a Coesão Territorial

Para uma delas, que aproveita os instrumentos de apoios financeiros já existentes e adapta-os às especificidades dos territórios do interior, as candidaturas avançam já no mês de fevereiro e abrangem áreas desde a inovação produtiva, empreendedorismo, coprodução, contratação de recursos humanos altamente qualificados e ações coletivas como projetos em rede de transferência de conhecimento e tecnologia.

Dentro do programa “+CO3SO” existe outra medida destinada especificamente ao emprego que apoia, segundo a ministra, a contratação de pessoas e custos associados à criação do posto de trabalho.

O apoio pode ir até 1.900 euros por pessoa contratada por mês, o que ao fim dos três anos de duração do programa significa um apoio de 68 mil euros, que aumenta para 82 mil euros se abrangerem pessoas em situação de maior fragilidade.

De acordo com a ministra, “estão em causa 312 milhões de euros em fundos europeus que podem alavancar um investimento de 590 milhões de euros e podem criar cerca de 2.300 postos de trabalho”.

Outro dos programa é o “Trabalhar no Interior” que, segundo a ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Ana Mendes Godinho, vai dar um apoio direto financeiro a quem decida mudar-se para o interior para trabalhar, que poderá ir até 4.800 euros.

O programa também abrangerá estudantes que decidam iniciar a sua vida profissional nos territórios do interior e prevê ainda a criação de uma bolsa de emprego dedicada ao interior onde, quer trabalhadores, quer empresas podem colocar a sua disponibilidade.

O Governo decidiu ainda majorar todos os instrumentos de apoio ao emprego para tudo que sejam contratos de trabalho no interior, nomeadamente o apoio ao emprego com majoração de 25%, estágios com 10%, podendo chegar a 90% de financiamento. No âmbito do programa “Regressar”, os emigrantes que decidam voltar para Portugal, se forem trabalhar para o interior, terão uma majoração do apoio em 25%.

Em territórios onde um dos constrangimentos é a falta de emprego e oportunidades, o primeiro-ministro, António Costa, defendeu que “estes dois programas agem nessas duas dimensões, uma dirigida às empresas, o `+CO3SO´, que apoia a criação de postos de trabalho, e outra dimensão, o `Trabalhar no Interior´, que se dirige precisamente às pessoas”.

O primeiro ministro sustentou ainda que os incentivos também se destinam aos que já vivem no interior, defendendo que a estratégia para estes territórios passa por “medidas muito dirigidas às empresas” e não outros incentivos como a redução do preço da energia para aquecimento em zonas com climas rigorosos no inverno.

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Região

Maioria dos Municípios com maior risco de contágio estão no Norte

Estado de emergência

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Os municípios considerados com maior risco de contágio de covid-19 na nova lista que o Governo apresentou no sábado estão localizados sobretudo no Norte, no Centro e na Área Metropolitana de Lisboa (AML).

Dos 213 municípios que vão estar sujeitos a mais restrições a partir das 00:00 de terça-feira, 82 são da região Norte, 63 do Centro, 41 de Lisboa e Vale do Tejo, 21 do Alentejo e seis do Algarve.

Dos 47 municípios em risco “extremamente elevado”, o nível mais alto da lista, por terem mais de 960 casos por 100 mil habitantes nos últimos 15 dias, 39 estão localizados na região Norte.

Entre eles estão o Porto, Braga, Barcelos, Felgueiras, Gondomar, Guimarães, Paços de Ferreira, São João da Madeira e Vila Nova de Gaia.

Estão também considerados como em “risco extremamente elevado” seis municípios do Centro, entre os quais Ovar, Belmonte e Manteigas, e dois do Alentejo: Crato e Portalegre.

A região Centro é a que tem mais municípios entre os 80 concelhos em nível de risco “muito elevado” (por terem entre 480 e 960 casos de covid-19 por 100 mil habitantes).

São 34 concelhos do Centro, 26 do Norte, 16 de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e quatro do Alentejo neste nível de classificação.

Dos 16 concelhos em risco “muito elevado” em Lisboa e Vale do Tejo, 11 são da Área Metropolitana de Lisboa (AML): Almada, Amadora, Cascais, Lisboa, Loures, Oeiras, Odivelas, Seixal, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira.

No Centro estão em risco “muito elevado” Aveiro e a Guarda, no Norte Bragança e Vila Real e no Alentejo Mora, Nisa, Reguengos de Monsaraz e Sines.

Em risco “elevado” estão 86 concelhos, dos quais 25 são de Lisboa e Vale do Tejo, 23 do Centro, 17 do Norte, 15 do Alentejo e os únicos seis municípios algarvios com um nível de risco (Albufeira, Faro, Lagoa, Lagos, Portimão e Vila do Bispo).

É em risco “elevado” (por registarem mais de 240 e até 480 casos por 100 mil habitantes) que estão os outros sete municípios da AML (Alcochete, Barreiro, Mafra, Moita, Montijo, Palmela e Sesimbra).

Também estão neste grupo as capitais de distrito Santarém (LVT), Viana do Castelo (Norte), Évora (Alentejo) e Castelo Branco, Coimbra, Leiria e Viseu, no Centro.

Beja, que saiu da lista dos concelhos com risco elevado, é a única capital de distrito em risco “moderado” de contágio de covid-19, o grau mais baixo da lista apresentada pelo Governo, e que inclui 65 municípios.

Portugal continental tem 278 municípios.

O Governo anunciou no sábado as medidas de contenção da pandemia da covid-19 para o novo período de estado de emergência, que vigorará entre as 00:00 de terça-feira, 24 de novembro, e as 23:59 de 8 de dezembro.

O recolher obrigatório continuará a vigorar nos concelhos com maior risco de transmissão do novo coronavírus entre as 23:00 e as 05:00 nos dias úteis e entre as 13:00 e as 5:00 nos fins de semana e nos feriados de 01 e 08 de dezembro.

A medida abrangerá agora 127 concelhos do continente classificados como de risco “extremamente elevado” e “muito elevado”.

Nas vésperas dos feriados, os estabelecimentos comerciais vão estar encerrados a partir das 15:00 nestes 127 concelhos.

Mantêm-se igualmente os horários de encerramento dos estabelecimentos comerciais às 22:00 e dos restaurantes e equipamentos culturais às 22:30 nestes concelhos e em mais outros 86 considerados de “risco elevado”.

Em todo o território continental será proibido circular entre concelhos entre as 23:00 de 27 de novembro e as 05:00 de 02 de dezembro e entre as 23:00 de 04 de dezembro e as 05:00 de 09 de dezembro. Nas vésperas dos feriados não haverá aulas e a função pública terá tolerância de ponto. O Governo apelou ao setor privado para dispensar também os trabalhadores nestes dois dias.

A partir de terça-feira, as máscaras passam a ser obrigatórias nos locais de trabalho.

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Região

Melgaço, Monção, Ponte da Barca e Terras de Bouro entram na lista de “risco elevado”

Estado de emergência

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Foto: DR

Os concelhos de Melgaço, Monção, Ponte da Barca e Terras de Bouro, até agora de fora da lista sujeita a medidas adicionais restritivas para mitigar o número de contágios de covid-19, passam a integrar essa mesma lista, acima dos 240 casos a cada 100 mil habitantes.

Estes quatro concelhos juntam-se a Paredes de Coura, Viana do Castelo e Cerveira, integrando a chamada lista de “risco elevado”.

Para estes concelhos, para além das medidas que vigoram em todo o país, ficam ainda obrigados à manutenção da proibição da circulação na via pública entre as 23:00 e as 05:00 até 08 de dezembro.

Vão decorrer ainda ações de fiscalização do cumprimento do teletrabalho obrigatório, medida nacional.

Passa a ser obrigatória a utilização de máscaras nos locais de trabalho, medida nacional, assim como a proibição de deslocação entre concelhos entre as 23:00 de 27 de novembro e as 05:00 de 02 de dezembro entre as 23:00 de 04 de dezembro e as 05:00 de 09 de dezembro.

Mantém-se o horário de encerramento obrigatório dos estabelecimentos (22:00, salvo restaurantes e equipamentos culturais às 22::30).

Os restantes 17 concelhos do Minho integram as listas de “risco muito elevado” e “risco extremamente elevado”.

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Região

Doze concelhos do Minho em risco “extremamente elevado”

Estado de emergência

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Foto: DR

O Governo acrescentou hoje mais dois níveis de risco elevado aos concelhos abrangidos pelas medidas especiais de combate à covid-19, mantendo 47 municípios em risco “extremamente elevado”, o mais alto na escala.

Numa conferência de imprensa, o primeiro-ministro, António Costa, destacou que os concelhos vão estar divididos consoante os níveis de risco em “extremamente elevado”, “muito elevado”, “elevado” e “moderado” e será “em função destes critérios de risco” que “nos próximos meses serão “modeladas as medidas a adotar para que se ajustem o melhor possível à realidade efetiva em cada concelho”.

Em risco “extremamente elevado” estão 47 concelhos, por apresentarem mais de 960 casos de doença por 100 mil habitantes.

No Minho, são doze concelhos nesse grupo: Barcelos, Braga, Celorico de Basto, Famalicão, Amares, Vizela, Guimarães, Fafe, Valença, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Caminha.

Inicialmente, Celorico de Basto surgia no mapa como não integrante desta lista, mas o concelho foi acrescentado à posteriori na lista divulgada no portal do Governo contra a covid-19.

Máscaras obrigatórias no trabalho e proibida circulação entre concelhos nos feriados

No nível “muito elevado” estão 80 concelhos por apresentarem mais de 480 novos casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

No Minho, são cinco nesta categoria: Ponte de Lima, Esposende, Arcos de Valdevez, Vila Verde e Cabeceiras de Basto.

Estes 17 concelhos do Minho (em risco muito elevado e extremamente elevado) continuam sujeitos, durante todo o estado de emergência, à proibição de circulação na via pública entre as 23:00 às 05:00 e mantém-se proibição de circulação aos fins de semana entre as 13:00 e as 05:00, assim como a obrigatoriedade de encerramentos a partir das 13:00 horas. Estas últimas medidas aplicadas aos fins de semana vigoram também nos feriados de 01 e 08 de dezembro.

Nas vésperas de feriados, é obrigatório o encerramento dos estabelecimentos comerciais a partir das 15:00 horas.

Fonte: Governo de Portugal

Em risco elevado encontram-se 86 concelhos, com mais de 240 e até 480 casos por 100 mil habitantes, e, em risco “moderado”, estão 65 concelhos, com menos de 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Todos os restantes concelhos do Minho encontram-se nessa situação, incluíndo Melgaço, Monção, Ponte da Barca e Terras de Bouro, que até agora não estavam incluídos na lista de risco.

Para esses concelhos há recolher obrigatório entre as 23 horas e as 5 horas, todos os dia, ação de fiscalização do cumprimento de teletrabalho obrigatório e manutenção dos horários de encerramento: os estabelecimentos comerciais às 22 horas e os restaurantes e equipamentos culturais às 22.30 horas.

Da lista de risco, a nível nacional, saíram esta semana 17 concelhos.

António Costa sublinhou que a lista é dinâmica e será revista de 15 em 15 dias, alinhada com a revisão do estado de emergência.

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