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Indústrias em Famalicão aumentam venda de carne fresca face à pandemia

Covid-19

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Foto: Divulgação

A venda de carne fresca, principalmente de aves, aumentou entre 30 a 50% na primeira semana de estado de emergência nacional devido à pandemia covid-19, mas baixou na mesma proporção esta semana, disseram hoje alguns empresários do setor, do concelho de Famalicão.


Na Carnes Landeiro, empresa criada em 1977 no lugar de Landeiro, em Nine, e que produz charcutaria tradicional, cozidos, fumados e carnes verdes selecionadas, as vendas de carne bovina e suína também aumentaram na semana em que Portugal ficou em estado de emergência devido à pandemia.

Em declarações à Lusa, Hugo Carvalho, administrador da Carnes Landeiro, confirma que registou um aumento de vendas na ordem dos 30%.

“Na semana passada houve uma correria às carnes frescas”, mas, por outro lado, esta semana as vendas diminuíram na mesma proporção (30%)”, relatou.

As justificações dadas relacionam-se com o facto de as famílias se terem abastecido em demasia e/ou terem gasto mais dinheiro do que o costume e agora estão em poupança explicou Hugo Carvalho, que tem 150 funcionários a trabalhar atualmente na Landeiro.

Na empresa Porminho Alimentação, localizada em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, a produção de fumados derivados do porco está a “laborar a 100%, como normalmente”, disse à Lusa Paula Amaral, funcionária administrativa.

Com 200 funcionários a trabalhar por turnos, a Porminho continua a produzir fumados derivados de carne de porco, principalmente “fiambre, chouriço e salpicão” para as grandes superfícies portuguesas, revela a mesma fonte.

Já o administrador do grupo Primor, uma ‘holding’ de um conjunto de empresas do setor agroalimentar, desde a produção animal até à transformação e comercialização de charcutaria de suíno e aves localizada em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, indicou hoje à Lusa que a empresa continua a funcionar.

“Estamos a trabalhar arduamente para manter os nossos colaboradores (800), os parceiros de negócio e as comunidades onde operamos em segurança durante o surto de coronavírus”, disse Amândio Santos, referindo que as fábricas e instalações permanecem operacionais” e que “os 800 colaboradores, dos quais todos os que reúnem condições estão em teletrabalho, continuam diariamente a garantir a normalidade operacional das três unidades industriais”.

Questionado sobre se houve aumento de procura dos produtos que fabricam, Amândio Santos disse que ainda é “muito cedo para quantificar o impacto financeiro do surto” da covid-19, mas acrescenta que a “situação permanece dinâmica” por causa da “natureza de rápida evolução da crise do coronavírus”.

“Esta é uma situação de emergência e a nossa prioridade é continuar a fornecer sob condições difíceis. Estamos comprometidos em garantir a continuidade da produção e das entregas dos nossos alimentos para os consumidores em Portugal e para os países para onde exportamos. Para o conseguirmos, continuamos a trabalhar em estreita colaboração com os nossos parceiros da cadeia de fornecimentos, distribuição e retalho.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais 480 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 22.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, registaram-se 60 mortes, mais 17 do que na véspera (+39,5%), e 3.544 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 549 novos casos em relação a quarta-feira (+18,3%).

O país encontra-se em estado de emergência até às 23:59 de 02 de abril devido à pandemia.

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Crianças infetadas em escola de Vizela

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Vizela

Depois de uma funcionária ter acusado positivo à covid-19 na Escola Básica de Tagilde, “foram já detetadas mais de uma criança infetadas, aguardando-se ainda os resultados da totalidade dos testes”, adianta a Câmara de Vizela, reiterando a “possibilidade de um surto” naquela freguesia.

Recorde-se que, esta semana, foi detetado um caso positivo de covid-19 numa funcionária da Escola Básica de Tagilde, que levou ao seu imediato encerramento, “suspendendo todas as atividades do ATL a decorrer naquela escola e que estavam a ser frequentadas por 10 crianças”, sublinha a Câmara.

Escola encerrada em Vizela após caso positivo numa funcionária

“Entretanto, a Câmara estabeleceu contacto com a Delegada de Saúde, sendo que a situação está a ser acompanhada e monitorizada pelas autoridades de saúde, que já iniciaram a realização de testes covid-19 a todos os envolvidos, sendo que foram já detetadas mais de uma criança infetadas, aguardando-se ainda os resultados da totalidade dos testes”, anuncia a Câmara.

Portanto, como está “colocada a possibilidade de um surto, e apesar de a situação já se encontrar a ser acompanhada pelas autoridades de saúde”, a Câmara emitiu comunicado a apelar à população para se manter em casa e evitar a transmissão da doença na comunidade local.

Câmara assume “possibilidade de um surto” em freguesia de Vizela

Nesse sentido, pede aos vizelenses que não se desloquem no fim de semana ao S. Bento, argumentando que essa “visita pode ser realizada em qualquer outro dia durante o ano”. “Evite a concentração de pessoas”, apela a autarquia.

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Ferido grave após capotamento na A7 em Famalicão

Acidente

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Foto: Bombeiros de Famalicão / Facebook

Um homem ficou gravemente ferido após a viatura onde seguia se ter despistado e capotado na A7, ao quilómetro 10,3, no sentido Famalicão – Vila do Conde.

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão transportaram a vítima para o hospital de Braga.

Até ao momento não foi possível apurar a idade do ferido, mas segundo adiantou fonte da GNR a O MINHO trata-se de um idoso.

O alerta foi dado às 8:25.

A corporação de Famalicão mobilizou para o local sete operacionais e duas viaturas, tendo o apoio da VMER.

A GNR registou a ocorrência.

Notícia atualizada às 11h35.

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Famalicão inaugura ‘monobloco’ em dia de aniversário da cidade

Dia da Cidade

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, foi o cicerone da sessão solene do Dia da Cidade, que se realizou esta quinta-feira à tarde, na entrada principal do Parque da Devesa, junto à estação rodoviária.

O espaço, um dos grandes cartões de visita da cidade, passou a ser simbolicamente chamado de Praça da Cidadania e ostentará como elemento de homenagem aos famalicenses o símbolo do concelho e a palavra Famalicão em monobloco.

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Esta foi uma das formas que o município de Vila Nova de Famalicão encontrou para marcar o Dia da Cidade 2020, que se realizou realizou em circunstâncias muito especiais com uma grande homenagem coletiva do presidente ao território pela forma como Vila Nova de Famalicão soube reagir à pandemia da covid – 19.

“O que é justo este ano é medalhar todos os famalicenses”, disse o autarca aquando a apresentação da proposta para as comemorações do Dia da Cidade 2020.

“Os famalicenses deram e estão a dar uma resposta exemplar, não só ao nivel profissional – os profissionais da saúde, da segurança pública, os voluntários das corporações de bombeiros, mas também muitos profissionais de outras áreas, como a recolha do lixo, o setor alimentar, agricultores, indústrias e seus trabalhadores, transportadoras e seus motoristas de ligeiros e pesados, etc… -, mas também ao nível pessoal, pela forma como as pessoas souberam recolher-se ao confinamento familiar e sabem acatar as regras da DGS, ajudando desta forma a combater a propagação da covid 19”.

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