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Holanda vence Eurovisão (pela quinta vez)

Em Israel

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Foto: DR

A Holanda venceu no sábado, pela quinta vez, o Festival Eurovisão da Canção, com o tema “Arcade”, interpretado por Duncan Laurence, que era o favorito à vitória de acordo com a média de várias casas de apostas.

A Holanda, que venceu pela última vez há 44 anos, foi o país que obteve maior pontuação (492 pontos), atribuída pelos espetadores de cada país e pelos júris nacionais dos 41 países que participaram na edição deste ano, embora apenas 26 canções tenham competido na final.

A final da 64.ª edição do Festival Eurovisão da Canção decorreu hoje à noite em Telavive e foi transmitida em direto em todo o mundo.

Portugal falha final da Eurovisão

A Holanda ocupava, desde 07 de março, o primeiro lugar de um ranking dos 41 países concorrentes, cuja classificação é definida pela média de várias casas de apostas, calculada pelo ‘site’ eurovisionworld.com, especializado no concurso.

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Um quarto das propostas para reforma da Saúde ficou na gaveta nos últimos 25 anos

Concluiu uma análise da Universidade Nova de Lisboa

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Foto: DR / Arquivo

Cerca de um quarto das 200 propostas para reformar o sistema de saúde feitas nos últimos 25 anos nunca chegou a sair do papel, concluiu uma análise da Universidade Nova de Lisboa que é hoje apresentada em Lisboa.

A equipa do economista Pedro Pita Barros selecionou e analisou 202 propostas de oito documentos estruturantes para a saúde desde 1995 para verificar que parcela foi executada e o que “ficou na gaveta dos segredos” do Ministério da Saúde.

Em termos genéricos, 24% das propostas “ficaram completamente” por realizar, enquanto 26% acabaram por ser completamente aplicadas.

“Juntando as que foram concretizadas totalmente com as que tiveram um elevado grau de concretização temos 42% das medidas com alguma consequência em termos de implementação”, resumiu o investigador Pedro Pita Barros, em entrevista à agência Lusa.

O economista reconhece que o grau de concretização completa foi maior do que aquele que esperava, enquanto o nível das medidas não aplicadas coincidiu com a expectativa dos investigadores.

Neste trabalho, apresentado no âmbito de uma iniciativa da empresa FDC Consulting, não foi avaliado qual dos ministros da Saúde executou mais ou menos medidas.

Até porque, segundo Pita Barros, o que parece ser mais determinante na execução das medidas é o “tempo político” em que foram realizados e não o titular da pasta em si.

Aliás, as medidas ou documentos que acabaram por ter maior concretização foram os associados ao período de intervenção da ‘troika’, em que “houve pressão externa e verificação da execução das medidas”.

A reforma dos cuidados de saúde primários iniciada em 2005 teve também “um grau de concretização elevado”, não só porque foi elaborada num “tempo de folga orçamental”, mas igualmente porque quem fez as propostas e quem teve a responsabilidade da sua implementação tinha “grande alinhamento de visão, com o apoio político claro do então ministro Correia de Campos”.

Em termos gerais, das áreas analisadas, a do combate ao desperdício ou da eficiência é a que se destaca com mais medidas implementadas, por ser também uma área onde muitas medidas foram sendo apresentadas.

Isto não significa, frisa Pita Barros, que as medidas tenham sido eficientes, até porque se foram sendo consecutivamente apresentadas significará que provavelmente as medidas anteriores não terão tido grande efeito.

Houve também alguma concretização na área dos cuidados de saúde primários e na área hospitalar, embora no caso dos hospitais haja mais propostas que acabaram por não ser levados a cabo.

Há a área da saúde pública e dos hábitos de vida saudável surge como tendo poucas propostas e “quase sem execução ou aplicação”.

Também a área da saúde mental é referida com frequência em medidas ou propostas, que “depois não têm consequência em termos de aplicação”, segundo a análise da equipa da NOVA School of Business and Economics.

Para Pedro Pita Barros, as medidas na área da saúde acabam por funcionar como “um harmónio ao longo do tempo”, sendo por vezes “secundárias, mas mediaticamente mais atrativas”.

Exemplo disso é, para o investigador, o das taxas moderadoras, sendo que ora se vai num sentido, ora se vai noutro, consoante o momento.

Além disso, frequentemente as medidas mais mediáticas não são as mais importantes, e também aqui as taxas moderadoras funcionam como exemplo.

“Mesmo nos orçamentos das famílias, quando comparado com a comparticipação de medicamentos ou com os gastos em saúde oral, [as taxas] têm menos peso”, considerou.

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Boa campanha na cereja e no pêssego traz melhores rendimentos

Segundo o INE

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Foto: DR / Arquivo

As previsões agrícolas apontam para uma “boa campanha” na cereja e no pêssego, com rendimentos por hectare ao nível dos melhores das últimas décadas, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com o INE, as previsões agrícolas em 31 de maio apontam para uma “muito positiva campanha das prunóideas, com rendimentos unitários (3,2 toneladas por hectare para a cereja e 12,5 toneladas por hectare para o pêssego) ao nível dos melhores das últimas décadas”, refere o INE em comunicado.

Já as previsões relativas aos cereais de inverno, devido ao tempo quente e seco mostram que o mês de março foi determinante para a redução das produtividades face às da última campanha, variando entre os menos de 10% no trigo mole e cevada e menos de 15% no trigo duro, triticale e aveia.

Em relação às culturas de primavera/verão, o INE destaca a diminuição em 5% da superfície de arroz, sobretudo devido à redução da área instalada nos campos da bacia hidrográfica do Sado (aproximadamente menos 900 hectares, face a 2018), consequência dos baixos níveis das reservas hídricas das albufeiras da região.

Também a área de milho deverá diminuir em 5% e a de girassol em 15%.

Pelo contrário, prevê-se um aumento de 4% na área plantada de batata, sobretudo como resposta ao aumento do preço pago ao produtor, e de 2% na área de tomate para a indústria, praticamente já toda instalada, salienta-se no comunicado.

O mês de maio caracterizou-se, em termos meteorológicos, como “muito quente e extremamente seco”, refere o INE, lembrando que foi o sétimo mais quente desde 1931, com uma temperatura média do ar de 18,1ºC, o que corresponde a um desvio de +2,4ºC face à média (1971-2000).

O INE refere ainda que as temperaturas máximas foram igualmente “muito elevadas”, em particular no final da primeira quinzena e a partir do dia 21, com um registo de uma onda de calor entre o dia 22 e o final do mês, em praticamente todo o território.

Quanto à precipitação, o valor médio de 13,3 milímetros posiciona este maio como o sexto mais seco dos últimos oitenta e oito anos, tendo chovido apenas 19% do valor normal mensal.

Em relação às reservas hídricas no final de maio, o volume de água armazenado nas albufeiras de Portugal continental situava-se nos 71% da capacidade total, abaixo do valor médio de 77% (1990/91-2017/2018).

O INE destaca também que a produção forrageira “é, globalmente, inferior à habitual”, com “impacto negativo” nas disponibilidades alimentares das explorações em pastoreio direto e, simultaneamente, na produção de alimentos conservados (fenos, silagens e feno-silagens).

O INE realça ainda que a subida do preço pago ao produtor faz aumentar área de batata, e adianta que as plantações “estão concluídas” e que excetuando “algumas dificuldades” na obtenção de batata de semente, decorreram sem contratempos.

Quanto à subida do preço pago ao produtor (em abril de 2019 era 133% superior ao valor observado no período homólogo), o INE prevê prevê um aumento global da área plantada (+4%, face a 2018), totalmente suportado pelo aumento da área de batata de regadio (+5%, face a 2018).

No girassol, as previsões apontam para uma superfície semeada de 8 mil hectares, 15% abaixo da área instalada em 2018 e em linha com a tendência de redução observada nos últimos quatro anos (desde 2015, a variação média anual da área de girassol foi de -20%), salienta o INE.

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Preços das comunicações em Portugal ficaram 19,7% acima da média da UE em 2018

Nono Estado-membro com preços mais elevados

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Foto: DR / Arquivo

Os preços das telecomunicações em Portugal, incluindo equipamentos e serviços telefónicos e postais, foram no ano passado superiores em 19,7% à média da União Europeia (UE), sendo o nono Estado-membro com preços mais elevados.

Em causa estão dados hoje divulgados pelo gabinete de estatísticas da UE, o Eurostat, relativos ao Índice de Preços ao Consumidor da União por setor, nos quais são destacados os custos em Portugal com as telecomunicações (incluindo telefone, correios e internet).

Ainda assim, o país da UE com maiores custos nas telecomunicações foi, no ano passado, a Grécia, enquanto a Polónia registou preços mais baixos.

Já 10,8% acima da média comunitária ficaram, em 2018, os preços com o transporte pessoal em Portugal, incluindo viaturas (carros e motas) e bicicletas, levando o país a ocupar, neste parâmetro, o quinto lugar dos mais caros na UE.

Enquanto os preços da mobília e decoração no país eram, no ano passado, 8% acima da média da UE, os valores do vestuário e calçado superaram em 4,3% a média comunitária.

Por seu lado, em 2018, os preços para habitação (incluindo rendas, despesas e manutenção) ficaram 24,5% abaixo da média da UE.

Já os preços dos restaurantes e hotéis em Portugal foram inferiores em 22,2% à média da UE, enquanto os preços com lazer e cultura ficaram 10,4% abaixo da média comunitária.

Também mais baratos do que a média da UE se revelaram, em 2018, os preços dos transportes públicos (-9,6%), álcool e tabaco (-7,9%) e ainda da comida (-2,3%), segundo os dados do Eurostat.

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