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Guimarães: Horta Pedagógica finalista do Green Project Awards

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Guimarães é uma das cidades finalistas da edição deste ano do Green Project Awards, tendo candidatado a Horta Pedagógica à categoria “Consumo Sustentável”, à qual concorrem mais seis projetos a nível nacional, cujos vencedores serão conhecidos na cerimónia de entrega de prémios que terá lugar em Lisboa, no dia 15 de setembro.

 O Green Project Awards é um projeto internacional, com edições em Portugal, no Brasil e em Cabo Verde. Após a receção de mais de 1000 candidaturas e a distinção de mais de 80 projetos e iniciativas, este concurso, que já vai na sua 8ª edição, mantém o seu propósito inicial de reconhecer as boas práticas em projetos que promovam o desenvolvimento sustentável.

 Premiar e reconhecer boas práticas como complemento ao movimento de sensibilização para as temáticas da sustentabilidade, alertando e consciencializando a sociedade civil para a importância do equilíbrio ambiental, económico e social, são alguns dos objetivos do Green Project Awards Portugal 2015, que procura uma repercussão positiva no comportamento dos cidadãos e decisores em geral, fazendo da inovação e eficácia um caminho para a sustentabilidade.

 A Horta Pedagógica de Guimarães, uma das primeiras do país, está inserida numa área agrícola por excelência, na Veiga de Creixomil, a uma altitude média de 152 metros, inserida na sub-bacia hidrográfica do rio Selho, sendo atravessada pela Ribeira de Couros. 525 utentes ocupam um total de 6,5 hectares de terreno no coração da cidade, num espaço privilegiado de lazer e convívio com a natureza, juntando aos 3,5 hectares para projetos inovadores da base agrícola. Os solos da Horta Pedagógica estão classificados na Reserva Agrícola Nacional, Reserva Ecológica Nacional e Domínio Hídrico.

Novas formas de ocupação do solo

Com um diversificado programa de atividades pedagógicas, culturais e sociais, visando sensibilizar a adoção de boas práticas agrícolas associadas à agricultura biológica, com a atribuição de talhões às escolas, a Horta Pedagógica apresenta um conjunto de iniciativas de educação ambiental, nomeadamente um espaço dedicado à compostagem, eventos relacionados com as boas práticas de cultivo, celebração de datas comemorativas do calendário rural e ambiental, entre outras iniciativas com temáticas de proximidade.

Ao mesmo tempo, a Horta Social e Pedagógica de Guimarães desenvolveu uma base de inovação e experimentação relacionada com as práticas agrícolas, novas formas de ocupação do solo, nomeadamente a implementação recente de um laboratório de experimentação horto-florícola/frutícola, e projetos inovadores incorporando novas experiências e novas fileiras, considerando-se o início de uma incubadora de empresas de base agrícola.

 Esta Horta Pedagógica, cuja 3ª e última fase foi inaugurada a 20 de dezembro de 2014, é um espaço de domínio público onde se possibilita a melhoria da qualidade de vida das populações e o aumento da experiência prática e sensorial na ligação com a natureza, que se traduz na possibilidade de contacto entre a população e as espécies agrícolas utilizadas na alimentação, através do envolvimento das pessoas nas mais diversas atividades. A agricultura periurbana e urbana assume um papel fulcral de interesse cultural, social, recreativo e económico, na medida em que, além do abastecimento da família, se foca na ocupação sadia dos tempos livres.

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Guimarães

‘Vai-m’à Banda’ encheu de música a cidade de Guimarães

Espetáculos gratuitos em Guimarães

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Foto: CM Guimarães

Esta sábado foi dia de vários concertos em diversos pontos da cidade de Guimarães, com nomes atrativos da música contemporânea alternativa, e tudo de graça.

Centenas de pessoas assistiram a concertos que começaram ao início da tarde, na tasca Expresso, com a atuação de Chinaskee e na Adega do Ermitão, com atuação de Benjamim.

Na tasca dos Amigos da Penha, no monte da Penha, tocou Luís Severo, que encheu aquele o pulmão natural de Guimarães.

Foto: CM Guimarães

Ao início da noite, foi a vez da Adega dos Caquinhos assistir ao concerto de Calcutá, projeto a solo de Teresa Castro, ex-guitarrista de Mighty Sands e baterista de Savage Ohms.


O momento principal do dia foi no Largo do Trovador, junto à taberna do Tio Júlio e à Taberna do Trovador, com atuação dos portuenses Sunflowers e do sírio Omar Souleyman, que contagiou o imenso público presente.

O festival terminou durante a madrugada deste domingo, com atuação de DJ Fritz.

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Famalicão

Morreu o Pe. Manuel de Sousa Silva, pároco de Joane durante 60 anos

Uma vida ao serviço da comunidade de Joane

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Foto: Arquidiocese de Braga

Faleceu o padre Manuel de Sousa Silva que exerceu funções como pároco da vila de Joane entre 1959 e 2019, anunciou hoje a Arquidiocese de Braga.

O pároco tinha sido substituído no cargo em junho de 2019 depois de um pedido de substituição motivado por doença.

Nascido a 03 de setembro de 1929, em S. Lourenço de Sande, Guimarães, foi ordenado sacerdote a 05 de julho de 1953.

Após a sua ordenação, foi nomeado vigário cooperador da paróquia do Divino Salvador de Joane, Vila Nova de Famalicão, assumindo este trabalho a 3 de setembro do mesmo ano.

Seis anos depois, em 30 de junho de 1959, por morte do pároco, foi nomeado para o substituir, tendo dedicado todo o seu ministério ao serviço dessa paróquia.

Em nota de imprensa, a Arquidiocese de Braga sublinha que o Pe. Manuel de Sousa e Silva demonstrou sempre grande preocupação por construir e manter a unidade da paróquia atráves das famílias e diversos grupos pastorais.

“Destaca-se, entre outras, a construção ou recuperação do Centro Social, Capela Mortuária, o Salão Paroquial e a Residência Paroquial. Ao mesmo tempo, cuidou de diversos grupos pastorais, nomeadamente: a catequese, Acção Católica, Fraternidade Nun’Álvares, Legião de Maria, Jovens sem Fronteiras e os dois grupos corais”, refere a mesma nota.

Já o arciprestado de Famalicão, na altura da sua substituição, deixou um agradecimento ao pároco “pelo serviço prestado”.

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Fafe

Material contrafeito no valor de 13 mil euros apreendido em Fafe

Na feira semanal

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Foto: Divulgação

A GNR constituiu arguidos quatro indivíduos, com idades compreendidas entre os 20 e os 66 anos, pela prática do crime de contrafação, no concelho de Fafe, esta quarta-feira.

No âmbito de uma operação de fiscalização à feira semanal de Fafe, que teve como objetivo o combate à contrafação, os militares detetaram diversas bancas com artigos que ostentavam ilegalmente marcas registadas conhecidas, pelo que se procedeu à apreensão da mercadoria no valor estimado de 13 mil euros, nomeadamente: 524 peças de roupa interior, 235 t-shirts, 176 camisolas e casacos, 137 acessórios (malas, carteiras e cintos), 131 pares de calçado, 65 calças e 64 conjuntos de roupa desportiva.

Os factos foram remetidos para ao tribunal judicial de Fafe.

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