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Guimarães, Capital Verde Europeia: não basta o título!

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ARTIGO DE VASCO RODRIGUES

Advogado e Secretário-Geral do CDS Guimarães

Nesta primeira colaboração com o jornal digital O MINHO, que se espera que frutifique, gostaria de trazer à liça um tema caro à cidade de Guimarães, ou pelo menos a quem gere a autarquia: a sua candidatura a Capital Verde Europeia.

Candidatura essa louvável, desde logo pela preocupação da sustentabilidade, do crescimento inteligente e harmonioso que o município desde sempre deveria ter tido.

Contudo, pese as supostas boas intenções, tal propósito tem sido meramente teórica, atendendo ao descontrolo político, no tocante às políticas ambientais, que se tem assistido na autarquia vimaranense.

Desde logo pelo folhetim, que é o que se assemelha, da EcoIbéria. A Câmara Municipal viabilizou a construção desta polémica sociedade de reciclados, fazendo tábua rasa das preocupações ambientais das populações, que até para os canais televisivos recorreram para tentar travar um processo que tem causado alvoroço. Aliás, para tentar garantir o êxito da operação, a autarquia emitiu a licença antes da aprovação do Plano Director Municipal. Ademais, refira-se que tal licenciamento só foi agilizado para evitar que tais terrenos caíssem na esfera da classificação de reserva ecológica, que como sabemos tratam-se de estruturas biofísicas que integram áreas com valor e sensibilidade ecológica.

Imediatamente, se viu que as preocupações ecológicas eram meras formalidades teóricas…

Mas, continuando, a edilidade vai “vendendo a ideia” que instalou no Centro Histórico, Património Mundial da Humanidade, e para alargar a todo o concelho, um inovador sistema de recolhas de lixos, o denominado PAYT (Pay As You Throw). Em parcas palavras, o mesmo residirá na obrigatoriedade dos cidadãos adquirirem os sacos próprios para a recolha dos seus resíduos, separando-os.

Espante-se, até que a Câmara advertiu que teria meios para fiscalizar quem aderiria ao sistema e quem o desvirtuaria, numa clara atitude de prevenção negativa e intimidatória, pouco própria do tempo de liberdades em que vivemos.

Porém, passados algumas semanas, em parangonas num jornal semanal concelhio, surge a notícia que, efectivamente, o sistema preconizado não é um sucesso, que os moradores estão preocupados e que alguns, mais sagazes, até já descobriram o modo de ludibriar o sistema…

Mais um princípio teórico que em prática é reduzido a zero…

Mais umas semanas e tomamos conhecimento que a principal promotora da Capital Verde, e quem mais tem obrigações para que a mesma se concretize, a autarquia, compra por ajuste directo materiais de construção à empresa que mais prejuízos ambientais tem causado ao Rio Ave, um dos ex libris da região.

Lembra-nos o velho brocardo “olha o que eu digo não olhes para o que eu faço…”

Logo de seguida, quase sem dar tempo de retomar o fôlego, ficamos a saber que as oficinas municipais são um verdadeiro manancial de poluição…mas sonora.

Os moradores queixam-se, fazem exposições à autarquia que não conseguem repousar, que os barulhos de viaturas pesadas a passar duram de dia e de noite, e a autarquia desrespeitando os princípios basilares da Constituição da República Portuguesa, que confere o predomínio aos direitos, liberdades e garantias sobre os direitos económicos, sociais e culturais, o que conduz a reputar de prevalecentes os direitos de personalidade, designadamente o direito ao repouso, ignora e faz tábua rasa de tais preocupações.

A acrescer a estes factos, nas últimas semanas tomamos conhecimento que duas Estações de Tratamento de Águas Residuais de Guimarães encontram-se na lista das dez mais poluentes do país.

E todas estas situações leva-nos ao modo como, em particular, este processo tem sido gerido, mas também, na generalidade, como a Câmara Muncipal tem enfrentado as situações com que se vai deparando.

Não basta querer…é preciso fazer e saber como…

Não basta ter o papel à frente…é preciso ir para o terreno…

Não basta ver o fim…é preciso saber como conduzir os meios…

E esse tem sido o problema da autarquia, desde 2013! Um conjunto de processos teóricos e burocráticos sem capacidade de concretização. A acrescer a pouca ou nenhuma identificação entre quem manda e quem legitimou esse poder… sente-se um poder vazio e fraco que não consegue demonstrar que tem um caminho…

E como já vimos, o malogro da Capital Verde Europeia, tamanhos os rombos, poderá ser um rude golpe não só para os responsáveis, mas para todos os vimaranenses…

Vasco Rodrigues, Advogado e Secretário Geral do CDS Guimarães

 

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Cada uma das concelhias, distritais, deputados e vereadores têm a possibilidade de enviar um artigo de opinião, todos os meses, para publicação, conforme e-mail enviado em Julho de 2015. [+]

 

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Porque não praticar ‘mindfulness’ na profissão que exercemos?

Por Vânia Mesquita Machado

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Artigo de Vânia Mesquita Machado

Humanista. Mãe de 3. De Braga. Pediatra no Trofa Saúde – Braga Centro.

Atenção plena:
Parar, escutar, e olhar.
Porque não praticar mindfulness na profissão que exercemos?

Transversalmente a todas as profissões está a necessidade de sermos produtivos, inquestionavelmente importante para a sustentabilidade económica, quer no sector privado como no público.

Deixando modelos utópicos de sociedades ideais de lado, é importante ser pragmático e compreender que nenhum país cresce economicamente se a principal força motriz, as pessoas que todos os dias vão cumprir as suas responsabilidades nos seus respetivos empregos não o fizerem de forma competente, que implica grande capacidade de gestão de tempo e cumprimento zeloso das funções que lhes são incumbidas.

Mas a pressão subjacente à rentabilidade profissional é uma moeda de duas faces.
Os horários laborais colidem quase sempre com os familiares, num mundo em que se vive em modo fast food, em que praticamente deixamos de ser humanos.
Criamos uma espécie de avatar virtual dos nossos seres, e é esse humano robotizado que se levanta mal o dia nasce e cumpre as suas numerosas rotinas até ao final do dia.
Uma forma vertiginosa de viver, com o inevitável perigo do esquecimento do essencial: o nosso lado humano.

A sociedade ocidental é atualmente vítima de uma pandémica crise de valores, que coloca em risco a essência básica da Humanidade: sermos humanos.
Esta doença altamente virulenta estendeu-se a todas as áreas da nossa vida, atingindo todas as idades sem distincaode sexo , raça ou nacionlidade, não poupando estados civis, não selecionando habilitações profissionais, ideologias, crenças.

Importa tentar tratar a doença, usando dos meios de que dispomos, e começando nos nichos onde diariamente respiramos, provando a nossa real existência terrestre como humanos.

É preciso é arregaçar as mangas, e começar.

Podemos iniciar esse processo onde passamos a maior parte do tempo:
no nosso local de trabalho.

Apesar de se ter tornado moda há alguns anos, separemos o trigo do joio, nem tudo o que esta voga é cliché.
A atenção plena , conhecida por mindfulness pode ser uma preciosa aliada em nos desencarcerar da armadura do avatar virtual, e voltarmos a sermos pessoas.

Parar. Escutar e olhar. Atentamente.
Como na passadeira, regra básica para evitar que sejamos atropelados numa distração.

Estamos agora cada vez mais distraídos de sermos humanos.

E em todas as profissões, importa que continuemos a ser humanos.
Todos gostamos de ser bem atendidos no balcão da pastelaria, na bomba de gasolina, na caixa do supermercado.

Quando é a saúde está em causa, a necessidade de nos sentirmos acolhidos aumenta exponencialmente.

Sou pediatra há quase 2 décadas, e tenho 3 filhos.
Sei perfeitamente a angústia sentida quando um filho tem uma dor ou uma doença.

Infelizmente, ouço relatos de quem não se sente humanamente acolhido.
Um dos motivos é o meio digital ter substituído o papel, que facilitava olhar o doente nos olhos,a escrita intercalada com esse contacto mais pessoal do que o teclar ininterrupto que exige mais atenção, o olhar quase hipnotizado pelo monitor, o tempo a passar e a deixar de haver tempo para escutar com o coração a pessoa doente.

A medicina tem um q.b. de exatidão, mas uma imensurável dose de psicologia, só possível com a atenção plena, a cada doente na sua vez.

Mesmo que, vezes sem conta.

E vezes sem conta entram os pais com os seus filhos, no consultório.
Vezes sem conta ouço-os falarem das febres, das dores, das faltas de apetite, vezes sem conta ausculto os seus meninos e lhes palpo a barriga, vezes sem conta lhes espreito os ouvidos e a garganta, o terrível pauzinho inimigo dos meninos e meu também, a bata branca a transformar-me num monstro temível pior que o bicho papão.

Vezes sem conta digito a história clínica no computador, vezes sem conta registo o exame físico, a doença diagnosticada,a medicação prescrita.

E depois de tantas vezes que lhes perdi a conta, porque os anos voaram desde o dia solene em que jurei dedicar-me à missão de tratar de pessoas doentes, e me especializei a tratar dos mais pequeninos, comecei a compreender que curar é muito mais do que o que os livro onde queimei pestanas anos a fio me ensinaram.

Que apesar de vezes sem conta, um doente não se conta, cada um é uma pessoa diferente.

Curar é uma arte, que implica doses infinitas de paciência, e uma empatia que transborde para sedimentar a confiança de quem vem ter comigo pedir ajuda num momento tão frágil como a doença.
No meu caso, médica de crianças, é importante também tentar tirar as dúvidas do difícil e longo curso de pais, que não existe oficialmente e que se vai aprendendo progressivamente, com cada filho que nasce.

Vezes sem conta, mas um de cada vez, igualmente importante.

E todos os dias desloco ligeiramente o monitor de posição de forma a poder olhar melhor nos olhos dos pais e dos filhos, sentados a seu lado numas cadeirinhas pequenas coloridas , úteis também para eu me sentar ao pé da mãe ou do pai quando leio na expressão dos meninos a palavra medo e o choro está quase a chegar, e é melhor serem observados no aconchego do colo.

No fundo é uma forma de mindfulness em Medicina, em que a dedicação tem necessariamente de ser total a cada ser humano que nos passar pelas mãos.

No meu caso, aprendi ainda a exercer a medicina do abraço, a medicina do sorriso, a medicina da maior delicadeza possivel para não assustar os meninos.

Não é fácil praticar medicina atualmente, as pessoas que muitas vezes nem conhecem bem o doutor entram de pé atrás, com receio de não serem recebidas como pessoas, com medo das doenças serem mais graves do que são, dos tratamentos não serem adequados.
O Dr google médico de bastidores a encher de dúvidas, a partilha com amigos das dores e das queixas a criar a incerteza, o pavor das epidemias de doeças galopantes a assombrar a já tremida relação médico-doente, antigamente tão sólida, sendo inquestionável o que o doutor dizia com palavras muitas vezes impercetiveis.

Hoje em dia todos palpitam sobre as doencas.
Hoje em dia tudo fica registado nos computadores, com a vantagem de mais facilmente se aceder a informaçao, mas com a inevitável desvantagem das pessoas se sentirem menos acolhidas na partilha das suas dores.

Somos médicos de humanos reais, não de humanos virtuais digitalizados virtualmente em processos informatizados.
Doutores de pessoas, não de monitores.

E esta forma de agir profissionalmente, tão importante quando o que está em questão são vidas humanas, pode ser aplicada em qualquer profissão.
Em todas se praticam inúmeros atos que envolvem pessoas , vezes sem conta.

Vezes sem conta.
Um de cada vez.
Parar, escutar e olhar…
Para deixarmos de ser distraídos na passadeira da vida, e nos atropelarmos uns aos outros pela pressa que gerou a pandemia da falta de valores.

Vânia Mesquita Machado
25 novembro 2019

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Colunistas

O holocausto mundial

Por Vânia Mesquita Machado

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Artigo de Vânia Mesquita Machado

Humanista. Mãe de 3. De Braga. Pediatra no Trofa Saúde – Braga Centro.

Canção de embalar de um filho no Céu para os seus pais na Terra.

Uma homenagem a todas as crianças perdidas no Holocausto global da atualidade, sem escolher credo ou cor da pele, transversal a todos os povos de países em conflito armado.

Em 2018, foi quebrado o infeliz recorde de crianças mortas ou feridas na guerra, conforme os indicadores da ONU.

– Não chores minha mãe.
(Ou chora mais se te faz bem chorar)

– Não cales o choro meu pai.
( ou emudece o choro se te entristece chorar também)

– Não desesperem de tristeza
pode parecer longe agora,
por me terem perdido.

– Eu estou aqui a olhar por vós,
como olharam por mim
antes de me ir embora.
Ensinaram- me a ser forte,
antes de me levar a morte,
e vos deixar aí tão sós
com o coração partido.

– Aqui, o azul é a cor do céu.
Não existe vermelho sangue
vertido das nossas feridas,
perdido no nosso chão.
Nem cores pretas vestidas
Sinal humano de partidas,
(de filhos sem pais)
(de pais sem filhos)
Almas em escuridão de breu.

– Aqui,o silêncio é tão bom!
Não se ouve o som das bombas,
nem das balas
dos homens malditos.

– Vou-vos contar um segredo:
aqui, não sinto medo nenhum
como sentimos das sombras e dos gritos
quando fugimos de casa.
Não tremo nem me atormento.
Estou ainda protegido na tua asa pai,
E com a tua terna mão me embalas mãe.
Aqui, já não existe mais guerra,
como aí na nossa terra.
Aqui, será eterna a paz.

– Sou capaz de ficar sozinho
mais algum tempo,
e esperar pelo amanhã,
quando vierem a caminho
Papá, e mamã.

(Inspirada numa canção de embalar iídiche, escrita em placa comemorativa dos 60 anos da libertação das vítimas de Auschwitz no local onde, a 15 de junho de 2005, foi plantada uma oliveira, no âmbito de evocação promovida na Escola Secundária Carlos Amarante, Braga)

Vânia Mesquita Machado
03 agosto 2019

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Alto Minho

Marcar a diferença com convicção

Opinião

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ARTIGO DE JOSÉ ALFREDO OLIVEIRA

Presidente do PSD Ponte da Barca

No próximo domingo dia 26 de maio, os portugueses serão chamados a exercerem o seu direito de voto para elegerem os seus representantes ao Parlamento Europeu, numa disputa eleitoral que será decisiva para o futuro europeu e onde abstenção não pode ser a justificação do insucesso.

A Europa hoje vive momentos decisivos e simultaneamente contraditórios. Por um lado, uma perigosa vaga de fundo de opiniões defensoras de uma Europa isolada, dos ditos “populistas”, de que a imprensa agora abusa desesperadamente para dar algum interesse às eleições europeias, onde os extremismos partidários dão corpo àqueles que consideram a União Europeia dispensável da vida dos cidadãos, apelando persistentemente ao egoísmo do nacionalismo como é o caso da Frente Nacional de Le Pen, em França, do Syriza, na Grécia, do 5 Estrelas e a Liga Norte, na Itália, do Partido Independentista do Reino Unido de Nigel Farage que levou ao“brexit”.

Anti-europeus mas que se candidatam ao Parlamento Europeu, num sentimento de contraditório que não se limita aos demais estados-membro da União, pois em Portugal o Partido Comunista Português e o Bloco de Esquerda – que suportam o Governo de Costa – partilham desse sentimento anti-Europa, defendendo o recuo em muitas das etapas de integração europeia, tais como o Euro, o mercado único, a livre circulação de pessoas e bens ou a abolição de instituições comuns aos estados-membros.

Perante estas ameaças, não podemos e não devemos tomar a paz, a liberdade, a prosperidade e o bem-estar como garantidos, sendo necessário que todos nos empenhemos nesta grande ideia de uma Europa pacífica e integrada.

Por oposição aos extremismos, todos concordamos que a integração e a unidade da Europa são essenciais para construir uma comunidade mais forte, capaz de enfrentar os desafios mundiais do nosso tempo como as alterações climáticas, o terrorismo, a globalização económica, as migrações, as desigualdades e o desemprego, pois são desafios que não ficam confinados às fronteiras nacionais. Somente se trabalharmos em conjunto enfrentaremos com êxito estes desafios e permaneceremos na rota para a coesão económica, para o desenvolvimento e para o reforço da solidariedade.

Portugal foi prova viva da solidariedade europeia quando em 2011 foi forçado a recorrer à ajuda externa para que o sector público não paralisasse – é fundamental recordar que aquando do pedido de ajuda, o país apenas dispunha de recursos para poder pagar dois meses de salários à função pública!

Perante a importância destas eleições ao Parlamento Europeu, é fundamental o envolvimento de todos para escolher quem verdadeiramente representa este espírito orgulhosamente europeísta sem nunca esquecer o país pelo qual foi eleito.

Notícias: Eleições Europeias >

Ao contrário do Partido Socialista cuja lista se transformou numa verdadeira prateleira dourada para antigos ministros de José Sócrates e os dispensáveis do governo de António Costa, o PSD primou pela diferença, ouvindo as pessoas e escolhendo candidatos pelo mérito e pelo valor que empregam na defesa do projeto europeu.

O PSD apresenta uma equipa de elevada competência liderada por Paulo Rangel cujo trabalho, experiência e inteligência é inquestionável, com provas dadas no Parlamento Europeu e que é acompanhado por uma equipa que junta experiência com juventude e competência com proximidade.

Votar no PSD é votar num partido político genuinamente europeísta, é votar em quem respeita o Alto Minho, é votar em José Manuel Fernandes. Ao longo do seu percurso como Eurodeputado, José Manuel Fernandes primou pela grande qualidade do seu trabalho em matérias fundamentais para o futuro da União Europeia como foi a negociação do Plano Juncker, a reprogramação dos Fundos Comunitários para 2030 ou ainda o trabalho levado a cabo enquanto Coordenador do PPE da grande Comissão dos Orçamentos. Um trabalho reconhecido por todos e que levou a organização internacional Votewatch considera-lo como o Deputado português mais influente de todo o Parlamento Europeu.

Mas é essencialmente na proximidade que se destaca o trabalho de José Manuel Fernandes, sendo uma presença constante em Ponte da Barca e no Alto Minho, envolvendo permanentemente o Poder Local, as Juntas de Freguesia e as Câmaras Municipais na discussão de matérias importantes para o desenvolvimento da nossa região, promovendo o que de melhor existe, destacando-se a forma única como promove as nossas tradições Alto-minhotas e as oportunidades de desenvolvimento económico da região.

Ponte da Barca tem em José Manuel Fernandes um verdadeiro embaixador no Parlamento Europeu.

É pois, com absoluta convicção, de que o Partido Social Democrata tem a melhor equipa e o melhor projeto para a Europa, o melhor projeto para afirmar Portugal na Europa e o melhor projeto para servir os portugueses.

José Alfredo Oliveira

Presidente do PSD Ponte da Barca

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