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Alto Minho

Fotogaleria: Rally de Portugal voltou ao centro histórico de Ponte de Lima

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Dezoito anos depois, os melhores pilotos de rali do mundo voltaram a exibir as suas máquinas no centro da vila de Ponte de Lima, esta sexta-feira de manhã.


Os carros passaram a Ponte Velha e desfilaram pelas ruas, após as classificativas de Viana do Castelo, Caminha e Ponte de Lima do Rally de Portugal de 2017.

Foto: Ricardo Brito

Foto: Luís Lima

 

 

Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito




Foto: Ricardo Brito

Foto: Luís Lima

Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito




Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito

Foto: Luís Lima

Foto: Ricardo Brito

Foto: Luís Lima

Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito




Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito

Foto: Ricardo Brito

Foto: Rogério Lopes




Foto: Rogério Lopes

Foto: Luís Lima

Foto: Luís Lima

Foto: Rogério Lopes

Foto: Rogério Lopes

Foto: Rogério Lopes

Foto: Rogério Lopes

Foto: Rogério Lopes

Carros e pilotos voltaram a passar naquela vila do Alto Minho ao final da tarde, antes de seguirem para a Braga Street Stage, superespecial urbana do Rally de Portugal de 2017.

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Alto Minho

Escolas primárias de Ponte de Lima com ‘ecobags’ para separar resíduos

Ambiente

em

Foto: Divulgação / CM Ponte de Lima

Os alunos das escolas de primeiro ciclo de Ponte de Lima têm um novo incentivo para separar os resíduos. Em comunicado, a Câmara de Ponte de Lima dá conta da distribuição de ‘ecobags’ por “todas as salas de aula” do primeiro ciclo do ensino básico em todo o concelho.

Segundo o comunicado, esta iniciativa “visa sobretudo educar e sensibilizar para a importância da reutilização e reciclagem,
com o objetivo de contribuir para uma correta separação de todos os resíduos sólidos que são produzidos, sendo os ecobags facilitadores deste processo de separação de resíduos”.

“Assim, foi entregue a cada sala um conjunto de três ecobags, um para o papel, um para o vidro e outro para embalagens, para que assim se iniciar ou dar continuidade ao processo de separação para reciclagem nas escolas”, finaliza a nota de imprensa.

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Alto Minho

Motociclista em estado grave após despiste em Paredes de Coura

EN 301

em

Foto: O MINHO / Arquivo

Um homem, com 50 anos, sofreu ferimentos na sequência de um despiste de motociclo, ao início da tarde desta sexta-feira, em Paredes de Coura.

Segundo a Rádio Vale do Minho, o homem seguia na mota que terá entrado em despiste no troço da Estrada Nacional 301 que atravessa a freguesia de Padronelo.

No local estiveram os Bombeiros de Paredes de Coura e a ambulância de suporte imediato de vida de Ponte de Lima, prestando primeiro socorro à vítima

O condutor da mota foi transportado para o Hospital de Santa Luzia, em Viana, com ferimentos considerados graves.

A GNR registou a ocorrência.

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Alto Minho

Restaurante de hotel em Caminha fecha e manda seis pessoas para o desemprego

Sindicato contesta

em

Foto: Hotel Meira

O Sindicato de Hotelaria, Turismo e Restaurantes do Norte denunciou hoje que o Hotel Meira, em Vila Praia de Âncora, Caminha, tenciona despedir seis trabalhadores e encerrar o seu restaurante, alegando quebra na faturação devido à covid-19.

“Nestes últimos anos o restaurante tem dado lucro, sempre deu lucro. A pandemia de covid-19 é uma questão circunstancial. Se forem cumpridas todas as medidas decretadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) não inviabiliza que o restaurante continue a funcionar. Não há motivo nenhum para a empresa fazer este despedimento coletivo”, afirmou hoje Nuno Coelho.

Contactado pela Lusa, Nuno Coelho, do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, adiantou que “foi o restaurante que deu nome ao hotel” localizado naquela freguesia de Caminha, no distrito de Viana do Castelo.

“Não é um restaurante só para os hóspedes do hotel, é um restaurante que está aberto ao público”, sustentou, adiantando que a “intenção” de encerramento do espaço e de despedimento dos seis dos seus 31 funcionários da unidade hoteleira foi transmitida pela administração, numa reunião com os delegados sindicais.

Em resposta escrita a um pedido de esclarecimento enviado pela agência Lusa, a administração do Hotel Meira informou que “o desempenho económico negativo do restaurante é estrutural, tendo sido significativamente agravado pela crise pandémica da covid-19”.

“Manter o restaurante Meira em funcionamento, no seu modelo atual, compromete a viabilidade económica da empresa, já que tem sido o alojamento a compensar os resultados negativos acumulados do restaurante”, sustenta a administração.

No esclarecimento à Lusa, a administração daquela unidade hoteleira garantiu ainda “que, do ponto de vista legal, estão a ser cumpridos todos os procedimentos e negociações com os trabalhadores em causa”.

Na nota hoje enviada às redações, o sindicato do setor afirmou que “o motivo alegado pela empresa não é legal”.

“É temporário e circunstancial”, refere a estrutura sindical, referindo “opor-se ao despedimento coletivo e pedindo a sua suspensão”.

Segundo o sindicato, “o hotel tem muitas reservas de grupos e clientes individuais com serviço de meia pensão e que o restaurante é fundamental para o futuro do hotel”.

“Sem restaurante o hotel pode correr sérios riscos. Há 85 anos, a empresa era constituída pelo seu restaurante com pensão. Foi o restaurante e o seu serviço esmerado que permitiram a transformação da antiga pensão num moderno hotel. Por isso, ao longo destes anos, o restaurante sempre foi fundamental para a viabilização desta empresa familiar”, sustenta o sindicato.

O sindicato acrescenta que “na reunião de informação e negociação, o perito da comissão sindical alertou que o encerramento do restaurante pode pôr em causa o futuro do hotel, chamando a atenção que a empresa recorreu ao ‘lay-off’, recebeu apoios do Estado”.

“Contudo, a administração do Hotel Meira, como tem o despedimento coletivo como facto consumado, como quer despedir à força seis trabalhadores, ainda que para o fazer tenha de encerrar um restaurante que lhe deu nome e dá vida à empresa há 85 anos, não quer saber dos formalismos, motivos, fundamentos ou critérios. Quer resolver rápido e à força, esquecendo-se das consequências sociais dos seus atos”, acrescenta a nota.

O sindicato disse ainda ter “requerido informação complementar para aferir dos fundamentos, motivos e critérios alegados pela empresa”, para um despedimento coletivo que considerou não ter “pés nem cabeça”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.360.914 mortos resultantes de mais de 56,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 3.701 pessoas dos 243.009 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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