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Viana do Castelo

Festival Neopop arranca em Viana com St. Germain, Jeff Mills e Josh Wink

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Foto: DR / Arquivo

O festival Neopop dá esta quarta-feira início à sua 14.ª edição, no Forte Santiago da Barra, em Viana do Castelo, onde, até sábado, vão atuar nomes da música eletrónica como St. Germain, Jeff Mills e Josh Wink.

A partir das 16:00, Nuno Carneiro abre as atuações do festival, no dia em que o Neopop vai receber artistas que vão de Diana Oliveira a Rui Vargas, passando pelo concerto de St. Germain, um dos destaques da edição deste ano para a organização, e Ivan Smagghe, entre outros.

Na quinta-feira, a música começa mais uma vez às 16:00 no palco Anti, e continua até às 10:00 de sexta-feira, com as atuações de Solomun, Recondite, Adriatique, Agents of Time, Nastia, para além de vários outros.

No dia seguinte, a música arranca às 18:00 e vai contar com as presenças de, entre outros, Paula Temple e Rebekah, Joseph Capriati, Jeff Mills e Ricardo Villalobos, até às 09:00 do dia seguinte.

Por fim, no sábado, a portuguesa Surma junta-se a James Holden no palco do Teatro Sá de Miranda a partir das 21:00, passando depois os concertos para o recinto do Neopop com destaque para Nina Kraviz, Josh Wink e Marco Carola, este último já na manhã de domingo.

Na segunda-feira, a organização do festival Neopop entregou ao presidente da câmara de Viana do Castelo uma petição com 1.800 assinaturas que pretende elevar aquela cidade a capital mundial do techno.

“Nós vamos agora avaliar esta tramitação e vamos ver como é que nos podemos posicionar, quer a nível nacional, quer a nível internacional para sermos capital da techno”, afirmou o autarca socialista José Maria Costa.

O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, que falava em conferência de imprensa em pleno centro da cidade, recebeu um dossiê com a petição intitulada “Todos pelo Techno, todos por Viana” e sublinhou que o festival, de “enorme importância económica” para a cidade, “é, hoje, identificado pela imprensa especializada como uma das grandes ofertas culturais do país”.

Nesse dia, Gustavo Pereira, da organização do Neopop, referiu que os bilhetes para “abertura de recinto, [hoje], estão esgotados, sendo que a lotação do espaço é de 7.500 pessoas”.

Os bilhetes para o primeiro dia tinham de ser reservados ‘online’, sendo que o público do Porto foi o que mais ingressos reservou, seguido dos distritos de Viana do Castelo e Braga.

O responsável adiantou que a edição 2018 vai receber visitantes oriundos de 50 nacionalidades diferentes, destacando que o público de Espanha e França regista “o maior número de bilhetes comprados”.

A organização preparou ainda animação na praia fluvial da Argaçosa, junto ao parque de campismo que serve o festival, atividades no Teatro Municipal Sá de Miranda, um ‘sunset’ na praia Norte e duas exposições, ambas relacionadas com o festival e que pretendem homenagear dois colaboradores, que entretanto morreram: o fotógrafo Carlos Vilela e o gráfico José Quintas, responsável por todos os cartazes do festival até 2017.

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Viana do Castelo

BEI empresta 60 milhões para inédito parque eólico flutuante em Viana do Castelo

Investimento total de 125 milhões.

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Foto: DR/Arquivo

O Banco Europeu de Investimento (BEI) concedeu hoje um empréstimo de 60 milhões de euros à Windplus, subsidiária da EDP, Repsol e Principle Power, para o funcionamento do primeiro parque eólico flutuante no mar, em Viana do Castelo.

Além do financiamento do banco da União Europeia, entram nesta fase, que prevê um investimento total de 125 milhões de euros, 29,9 milhões de euros do programa comunitário NER300, o “apoio direto de seis milhões de euros do Fundo de Carbono Português e o resto passará por investimento dos acionistas”, precisou o presidente executivo da EDP, António Mexia.

No início da cerimónia de assinatura do acordo de financiamento do Windfloat, Mexia notou que, no lançamento deste projeto, “muita gente acharia que o destino [do projeto] era flutuar, mas no fundo do mar”, tendo-se provado agora o contrário quando se entra na segunda fase do processo.

A primeira fase passou por verificar se a estrutura “iria sobreviver”, ao longo de cinco anos, aos mais de 15 metros de ondas da zona de Viana do Castelo. Nessa altura estavam envolvidas 210 pessoas, mais de 60 fornecedores, dois megawatts de potência instalada e um investimento de 23 milhões de euros.

Agora, o projeto por três anos, vai envolver mais de 450 pessoas qualificadas, um investimento de 125 milhões de euros e 25 megawatts de potência instalada.

As turbinas passam de dois megawatts para outras de 8,4 megawatts, que medem, desde o mar até à ponta da sua lâmina, 210 metros, ou seja, dois campos de futebol.

Mexia apresentou o WindFloat como um “projeto absolutamente pioneiro e inovador a nível mundial, no que diz respeito à energia renovável ‘offshore’ [no mar]”, já que em causa está a “tecnologia mais desenvolvida e mais competitiva da utilização do vento em mar e em sítios com profundidade, que impedem a utilização de estacas no fundo mar”.

Entre outras vantagens do projeto está o facto de “não deixar rasto”, ao serem utilizadas plataformas flutuantes.

Marcaram presença na cerimónia a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, que desde segunda-feira também assumiu a Transição Energética.

Esteve igualmente presente o novo secretário da Energia, João Galamba, empossado na quarta-feira, em substituição de Jorge Seguro Sanches, no âmbito de uma remodelação governamental.

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Viana do Castelo

José Maria Costa participa no maior encontro de autarcas do mundo

Global Parliament of Mayors Summit.

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Foto: DR/Arquivo

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) convidou o presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, a participar no Global Parliament of Mayors Summit, o maior encontro de autarcas de todo o mundo, que decorrerá em Bristol, Inglaterra, entre 21 e 23 de outubro.

O evento vai juntar uma centena de presidentes de Câmara dos vários continentes, que terão como foco central os desafios globais da humanidade: a migração, a segurança das cidades e a saúde da população. Os participantes irão apresentar as suas experiências no relacionamento e tratamento destas questões, de forma a definirem uma política nacional e internacional para as referidas problemáticas.

“Estar no grupo de Bristol é uma oportunidade para apresentarmos o nosso trabalho, as nossas ideias e partilhar informação e conhecimento, promovendo a coesão e a preparação do futuro. As exigências da governação local são um desafio comum a todos os autarcas. Por isso, é com satisfação que vejo Viana do Castelo representada neste grupo de trabalho restrito”, disse o autarca socialista.

Para este encontro, a OCDE escolheu para debate a questão das migrações, da segurança urbana e da saúde pública. O objetivo é conhecer como os líderes das cidades encaram e lidam com estas questões. A troca de experiências de boas práticas e o debate permitirão que todos os participantes se comprometam, ativamente, a trabalhar juntos na promoção de mudanças e na melhoria da vida das populações.

O Global Parliament of Mayors Summit é um órgão de governação de autarcas de todos os continentes. Tem como base a experiência, o conhecimento e a liderança dos autarcas na solução dos desafios locais resultantes de problemas globais. É realçado e valorizado o conhecimento local, de forma a permitir que os autarcas participem ativamente nos debates sobre estratégia global. O formato da cúpula é pioneiro no mundo, atuando como um Parlamento global, no qual os participantes debatem intensamente os assuntos antes de votarem decisões e compromissos importantes.

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Viana do Castelo

GNR apreende meia tonelada de amêijoa em Viana

Um suspeito foi identificado.

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu, na madrugada de hoje, em Viana do Castelo, 514 quilos de amêijoa japonesa, (Ruditapes Philippinarum), com o valor presumível de 4.630 euros, informou aquela força policial.

Em comunicado, aquela unidade da GNR ter identificado um homem e elaborado um auto de contraordenação.

A apreensão, realizada pelo Destacamento de Controlo Costeiro de Matosinhos resultou de uma operação de “fiscalização rodoviária que visaram as condições do transporte e o controlo da captura e comércio ilegal de bivalves”.

A Unidade de Controlo Costeiro da GNR adiantou que a ação visa “salvaguardar a proteção das espécies e a segurança alimentar, os militares detetaram o transporte sem o documento obrigatório de registo de moluscos bivalves, gastrópodes marinhos, equinodermes e tunicados vivos, comprometendo assim a rastreabilidade da mercadoria fiscalizada.

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