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Braga

Encontro Nacional de Informática junta 600 participantes em Braga

No ALTICE Forum Braga

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Foto: DR / Arquivo

O 14.º Encontro Nacional de Estudantes de Informática (ENEI) vai reunir 600 participantes de todo o país entre domingo e quarta-feira, dias 23 a 26, no Altice Forum, em Braga, cidade que recebe a iniciativa pela primeira vez, foi hoje anunciado.

De acordo com a organização, este é “um dos maiores eventos de tecnologia em Portugal e inclui oradores reputados, workshops, desafios, prémios, atividades sociais e uma mostra com as principais startup, PME e multinacionais da área a procurarem atrair talentos para empregos e estágios”.

A sessão de abertura é este domingo, às 21:00, com um representante do Município de Braga e, da parte da UMinho, o presidente da Escola de Engenharia, Pedro Arezes, o diretor do Departamento de Informática, Pedro Rangel Henriques, e os representantes da comissão organizadora e do Centro de Estudantes de Engenharia Informática (CeSIUM), Francisco Lira, Catarina Machado e Nelson Estevão.

Entre as três dezenas de oradores, na segunda-feira destacam-se Jorge Ferreiro, da Eventbrite (às 11:00), Nikiforos Botis, da Amazon Web Services (14:00) ou, na terça-feira, Filipa Lacerda, da Zapier (11:00), e Pedro Moreira da Silva, do GitLab (14:00).

Os temas a abordar incidem em inteligência artificial, machine learning, privacidade dos dados, tendências em apps e videojogos, trabalho à distância, casas e cidades inteligentes, distribuição logística personalizada e em escala, interfaces neuronais, design aberto, computação em nuvem, condução autónoma e empreendedorismo.

Os quatro dias em ambiente de pedagogia, entretenimento, transferência de conhecimento e networking incluem ainda um sistema de badges digitais com prémios, o quiz cultural “Quem quer ser informático?”, desafios de programação e de segurança “Catch the flag”, um peddy-paper pela cidade, sessões de bubble soccer e convívios noturnos.

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Braga

Professor infetado em escola de Braga não contagiou alunos

Covid-19

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Foto: Divulagção / Arquivo

Nenhum dos alunos que teve aulas com um professor de Religião e Moral infetado em Braga, que leciona na Escola EB 2 e 3 de Lamaçães, contraiu covid-19, soube O MINHO de fonte escolar.

A vereadora da Educação da Câmara de Braga Lídia Dias adiantou que o mesmo se passou na generalidade dos estabelecimentos escolares do concelho: “houve ou outro caso, já depois de as escolas fecharem, de pessoas com o coronavírus, mas nenhum aluno foi afetado”, adiantou, frisando que tem estado em contacto com “quase todas as escolas, onde as respetivas direções continuam a trabalhar”.

Depois de saber que o professor estava infetado, a Escola EB 2 e 3 de Lamaçães contactou vários alunos que tiveram aulas – antes do estabelecimento encerrar – com o docente de Religião e Moral, ao qual tinha sido diagnosticado, dias antes, covid-19.

Ao que O MINHO apurou na altura, a Escola estava a pedir aos alunos que entrassem em isolamento, no caso de terem sintomas como os de aumento da temperatura ou outros. Nesse caso, deveriam ligar para a Linha Saúde24, ou ir ao Centro de Triagem instalado pela ARS-Norte e pela Câmara no parque de estacionamento do Fórum Altice Braga.

Obras em Maximinos prosseguem

A propósito da situação escolar em Braga, Lídia Dias adiantou que as obras na Escola Secundária de Maximinos prosseguem a bom ritmo, devendo a primeira fase estar concluída em maio. Englobam a remodelação dos blocos 1, 2 e 3, com intervenção na área da secretaria e sala dos professores e em dois blocos de sala de aula”.

A segunda fase da reabilitação arranca logo de seguida, “estando previsto terminar a empreitada nos blocos 4, 5 e 6, referentes a salas de aula, em Fevereiro de 2021”.
Durante a empreitada, a escola que tem 450 alunos, manteve as aulas.

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Braga

Póvoa de Lanhoso começa hoje a fazer testes em lares e IPSS

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CMPV

Os primeiros testes a utentes e funcionários de lares e IPSS da Póvoa de Lanhoso, assegurados pela Câmara Municipal, começaram hoje a ser feitos, anunciou a autarquia em nota de imprensa.

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso “decidiu avançar, por sua responsabilidade, com a realização de testes covid-19 prioritários. Definidas metodologia e prioridades em cada instituição, a [autarquia] já acertou com dois laboratórios o procedimento para a realização dos testes”, refere a edilidade.

Na sequência da notícia que dava conta da intenção do Governo em aplicar testes em todos os lares nacionais, mas com um calendário alargado, o presidente da Câmara da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva, fez saber que os povoenses não iam esperar semanas pela realização dos mesmos.

A autarquia refere que “esta é mais uma das medidas de contenção à propagação do vírus e, já nas últimas horas, com a ajuda de uma empresa local, foi distribuído aos lares e IPSS equipamento de proteção individual de forma a que nada falte nesta fase crítica da pandemia”.

Por fim, o Município sublinha que “as verbas orçamentadas nas Festas de S. José”, bem como “todos os recursos necessários para a defesa dos povoenses”, serão canalizadas “para esta medida e para o apoio aos comerciantes, indústrias, restauração, famílias e IPSS, na redução da fatura dos serviços de água, saneamento e recolha de resíduos urbanos”.

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Braga

Situação “terrível” em lar de Braga: Cinco mortos, 44 idosos infetados e funcionários exaustos

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Morreu mais um idoso do Asilo de São José, sediado em Braga, confirmou O MINHO junto de fonte da instituição. Era um homem, com cerca de 90 anos, que padecia de várias patologias “muito graves”. Estava internado nos cuidados intensivos do Hospital de Braga há cerca de uma semana. Para além destas cinco mortes, há ainda 44 utentes infetados.

José Cunha, presidente da direção do Asilo de São José disse a O MINHO que o lar está a enfrentar uma “situação terrível”, com os idosos devidamente isolados e com os funcionários a trabalharem “longas horas por dia”, desde há dez dias, enquanto estão em isolamento profilático em conjunto com os restantes utentes do lar.

O responsável esclarece que já foram efetuados testes a todos os utentes, acusando positivo “cerca de 40” (serão 44, pelos números a que O MINHO teve acesso) e que o lar já sabe mais ou menos com que linhas se coser.

“Estamos a atuar em função dos testes recebidos, todos os idosos infetados estão devidamente isolados e temos os funcionários que lidam com eles em situação de quarentena”, explica.

José Cunha admite, no entanto, que alguns dos testes se mostraram inconclusivos, pelo que estão à espera que se realizem novamente. Também a questão dos funcionários do lar é preocupante, uma vez que mais de uma dezena se encontra em casa, de quarentena.

“Vamos aguardar que terminem o período de isolamento para que possamos realizar mais testes e perceber se estão devidamente recuperados para poderem voltar a trabalhar”, acrescenta.

Toda a ajuda é preciosa

José Cunha admite que o lar vive períodos conturbados devido à falta de funcionários, agradecendo a voluntários externos ao lar pelo apoio dado nos últimos dias.

“Temos utentes com 107 anos, a grande maioria estão em situação de acamados, com diversas patologias, é uma situação terrível”, reforça o presidente.

“Temos funcionários a trabalhar há 10 dias seguidos, muito para além do horário de trabalho normal, mas não podem ser substituídos porque não temos ninguém para o fazer”, lamenta.

O responsável deixa ainda um apelo à sociedade civil bracarense e aos grupos de voluntariado para que possam ajudar o lar nestes tempos difíceis.

“Toda a ajuda é preciosa”, finaliza.

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