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Região

Empresa de recursos humanos com mais de cem vagas para Famalicão, Braga, Guimarães e Esposende

Operadores não especializados, assistentes de loja, gestores comerciais, técnicos de manutenção, mecânicos e eletromecânicos.

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O Grupo Multipessoal, empresa dedicada ao recrutamento de recursos humanos para as áreas industriais, comércio e venda a retalho, está à procura de mais de cem candidatos para estas vagas, para preencher ainda em 2019, anunciou hoje o grupo.

Em comunicado, é apontada a necessidade de pessoas para posições que vão desde operadores não especializados, assistentes de loja, gestores comerciais, técnicos de manutenção, mecânicos e eletromecânicos.

De acordo com a mesma nota, as localidades de Famalicão, Braga, Guimarães, Vila do Conde e Esposende são as mais necessitadas para este tipo de profissionais, devido a um “maior desenvolvimento na indústria e no retalho”.

Salete Carvalho, diretora de Aquisição de Talento do Grupo Multipessoal, refere ainda uma oportunidade de emprego específica para assistentes comerciais numa multinacional nas zonas de Barcelos, Monção, Valença, Melgaço, Guimarães e Famalicão.

Salete Carvalho garante ser uma oferta com “atrativos modelos de desenvolvimento de competências, assim como salários acima da média, conciliados com outros benefícios como acesso a viatura e combustível”.

Para que os candidatos possam concorrer às vagas o Grupo dispõe de uma plataforma de inscrição.

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Braga

Incêndio num prédio faz cinco feridos em Braga

Ao princípio da noite

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um incêndio no terceiro andar de um prédio, na rua Dr. José Vilaça, em Braga, provocou ferimentos em cinco pessoas, esta terça-feira ao princípio da noite, devido a queimaduras nos membros inferiores e inalação de fumo, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

No local da ocorrência estiveram oito operacionais, incluindo os Bombeiros Sapadores de Braga, com um camião de combate a incêndios, uma autoescada e uma ambulância, e o INEM, com outra ambulância e uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER).

A cozinha da habitação ficou destruída pelo calor e pelo fumo e o exaustor ardeu.

O alerta foi dado cerca das 19:19.

As vítimas foram transportadas para o Hospital de Braga.

A PSP também esteve no local.

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Braga

Cidadão pede indemnização por lesão muscular sofrida em piscina municipal de Braga

Sessão de hidroterapia

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal Administrativo de Braga mandou fazer uma perícia médica para confirmar, ou infirmar, a lesão contraída na piscina de Maximinos, por um cidadão, que pede, no mesmo Tribunal, 2.691 euros de indemnização à Câmara Municipal.

No despacho, o juiz envia o caso para julgamento, embora não tenha marcado a respetiva data.

O queixoso alega que terá feito um derrame articular de sete milímetros quando fazia exercícios de fisioterapia naquela piscina municipal.

A Câmara, através do advogado Fernando Barbosa e Silva, e a seguradora dizem que não têm nada a pagar por não ter haver provas de qualquer lesão.

Hidroterapia

Em novembro 2015, o cidadão inscreveu-se no programa de Hidroterapia da Câmara ministrado na piscina. Que frequentava duas vezes por semana. Fê-lo a conselho médico devido a problemas cervicais.

Na queixa judicial diz que “em 16 de fevereiro de 2016, durante uma aula, o monitor veio corrigir a posição de um exercício subaquático, que não estava a fazer corretamente.

Nesse instante, “teve um episódio súbito de dor na face anterior da coxa esquerda, que comunicou, de imediato, tendo parado”. Foi para casa com “dores intensas” e dificuldade em andar.

Nas aulas seguintes queixou-se ao monitor que lhe disse para fazer alongamentos da perna e tomar um anti-inflamatório. Depois falou com outro que o aconselhou a para fazer o mesmo.

Dores contínuas

Como as dores prosseguiam, no dia 23 foi a uma consulta na Clínica Fisiátrica Bracara Augusta, e a 29 de março teve uma consulta no Hospital de Braga, que pediu uma ressonância magnética. Noutra clínica, o médico mandou fazer tratamento. Foi, ainda, ao médico de família, e ao Hospital à especialidade de Ortopedia.

Em junho, fez uma ecografia “das partes moles”, que confirmou uma imagem compatível com pequeno derrame articular, acessível com sete milémetros de espessura. Foi, ainda, a uma outra clínica no Porto onde os exames de imagiologia detetaram uma lesão de 6 mm no fémur, “mas sem características de agressividade”.

“Há mais de nove meses que se vem sujeitando a variadíssimos exames, tratamentos, com os consequentes custos, dores e sem resultados”, argumenta.

“Não pagámos” 

A seguradora Açoreana – que tem no Município um seguro de grupo de acidentes pessoais para utentes dos espaços e instalações desportivas, recreativas e culturais – respondeu ao seu pedido de pagamento de despesas dizendo que não houve qualquer evento de natureza traumática, mas sim doença do queixoso, “o que não permite accionar as garantias contratuais”.

Este contrapõe que ”o evento traumático existiu”, pelo que as rés estão obrigadas a reparar o dano: 691 euros de consultas, tratamentos e medicamentos e dois mil de não-patrimoniais, pois “vê-se impossibilitado de fazer as rotinas diárias, pessoais e profissionais”.

Danos futuros

Aos 2.691 euros, hão-de somar-se os “danos futuros”, uma vez que continua a ser seguido na Ortopedia e a fazer fisioterapia.

Na petição, subscrita pelo advogado Amadeu Luís Carvalho, requereu a realização de um exame por Junta médica para avaliar os danos e suas consequências.

Já o jurista municipal Fernando Barbosa e Silva contestou a ação, dizendo que nada fora comunicado pelo utente aos serviços camarários, e que, para haver culpa, teria de haver cumulativamente, “um comportamento voluntário do órgão ou agente, revestindo a forma de ação ou omissão”: Teria, ainda, de “ser provada a ilicitude, a culpa e o nexo de causalidade entre a conduta e o dano. O que não se verifica”.

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Alto Minho

Melgaço investe mais de meio milhão em abastecimento de água

Candidatura de 570 mil euros

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Foto: Divulgação / CM Melgaço

A Câmara de Melgaço informou hoje ter sido aprovada uma candidatura de 570 mil euros para investir no abastecimento de água que permitirá “reduzir perdas” nos sistemas em baixa, geridos pela autarquia.

Em comunicado, o município liderado pelo socialista Manoel Batista adiantou que, “após a conclusão daquela empreitada, prevista para 2021, e numa rede de 232,4 quilómetros, o concelho ficará com um serviço de água mais eficiente”.

“Com a execução deste projeto, o município pretende aumentar o controlo sobre a rede e atuar para reduzir perdas nos sistemas de abastecimento de água em baixa que se encontram sob sua gestão, sendo a meta de redução de perdas reais de 11.436,63 metros quadrados, em 2022”, especifica a nota.

A candidatura agora aprovada “enquadra-se no eixo prioritário para a proteção do ambiente e promoção da eficiência dos recursos, tendo como intervenção o Ciclo Urbano da Água”.

Designada “Redução das perdas de água nos sistemas de abastecimento de água no concelho de Melgaço”, a candidatura foi aprovada no âmbito do Plano Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), do Portugal 2020, e tem uma contribuição do Fundo de Coesão de 40%.

Segundo a nota, a Câmara de Melgaço “gere 18 zonas de abastecimento de água para consumo humano, provenientes de 55 origens próprias, abrangendo 6.006 consumidores”, tendo ainda “sob a sua gestão uma zona de abastecimento em que a água é comprada à empresa Águas do Norte, e que abrange 2.040 habitantes”.

Os sistemas de água sob gestão do município “são constituídos por 232,4 quilómetros de rede de abastecimento, 4.399 ramais domiciliários e 30 reservatórios com a capacidade máxima de 3.249 metros cúbicos”.

“Em 2017, a taxa de perdas aferida pela autarquia e validada pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) encontrava-se nos 38%”, especifica a nota.

Com a aprovação desta candidatura, adiantou a autarquia, será “reduzida a carga nas redes de esgotos, visto que a água perdida normalmente se infiltra no sistema de saneamento e, consequentemente, aumenta o caudal afluente às Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR)”.

A empreitada visa ainda “reduzir os riscos para a saúde e garantir maior segurança no abastecimento, diminuir os custos energéticos associados ao processo de bombagem de água, dos custos inerentes ao seu tratamento e dos custos operacionais de reparação de roturas na rede, o que se traduz na diminuição do custo de cada metro cúbico de água”.

O projeto prevê “a implementação de um conjunto de ações e obras conducentes à diminuição efetiva de perdas reais de água através da aquisição de equipamentos para a deteção e localização de fugas e, paralelamente, a criação de Zonas de Medição e Controlo (ZMC) que permitam, de forma sistemática, aceder aos dados mais relevantes para uma correta monitorização da rede e implementação de telegestão”.

A substituição de condutas das infraestruturas mais suscetíveis de originarem perdas (como é o caso do sistema de abastecimento da Vila de Melgaço) e a impermeabilização de reservatórios, são outras das intervenções previstas.

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