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Alto Minho

Daniel Campelo ao lado do cabeça de lista do CDS por Viana na feira de Freixo, sua terra natal

Eleições Legislativas

em

Foto: Facebook de Filipe Anacoreta Correia

O ex-presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima e antigo secretário de Estado, Daniel Campelo, esteve hoje ao lado de Filipe Anacoreta Correia na feira de Freixo, sua terra natal, em mais uma ação de campanha do cabeça de lista do CDS por Viana do Castelo.


Nas redes socais, o candidato assinalou o momento de forma diferente, com uma quadro que alude à presença do histórico militante do partido e ao autarca daquela freguesia do concelho de Ponte de Lima, Sotero Dantas.

“Em S. Julião do Freixo / Não pode haver desleixo / Com o Daniel Campelo /O voto todos vão mete-lo. O Anacoreta vai-nos representar / Uma voz do CDS eu quero / Todos juntos a apoiar / A começar pelo Presidente Tero”, escreveu.

Afastado da política local desde que abandonou a Câmara Municipal de Ponte de Lima, que governou durante dezoito anos, entre 1994 e 2009, e depois de ter passado pelo Governo PSD/CDS, onde ocupou o cargo de secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, entre 2011 e 2013, no Ministério da Agricultura, então liderado pela atual presidente do partido, Assunção Cristas, Campelo regressou à companhia de Anacoreta Correia, ao lado de quem já tinha estado na quinta-feira passada, em Monção e em Ponte de Lima.

De acordo com o mapa oficial publicado em 12 de agosto em Diário da República, os 240.942 eleitores deste círculo eleitoral vão eleger seis representantes para a Assembleia da Republica.

Nas legislativas de 2015, a abstenção fixou-se nos 49,25% (a nível nacional situou-se nos 43,01%).

A coligação PSD/CDS-PP conquistou 45,54% dos votos e elegeu Carlos Abreu Amorim, Luís Campos Ferreira, Maria Emília Cerqueira (PSD) e Abel Lima Baptista (CDS).

O PS somou 29,82% dos votos e elegeu Tiago Brandão Rodrigues e José Manuel Vaz Carpinteira. O Bloco de Esquerda contou com 7,96% dos votos, a CDU 5,24%, e o PAN 0,85%.

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Viana do Castelo

Jovem resgatado com vida do rio Lima em Viana

Darque

em

Foto: DR

Um jovem, com cerca de 20 anos, foi resgatado com vida depois de ter ficado preso no rio Lima, esta noite de quinta-feira, na freguesia de Darque, em Viana do Castelo.

Pelo que foi possível apurar, o jovem terá entrado no rio junto ao antigo posto de secagem de bacalhau, perto da Ponte Eiffel, acabando por ficar preso no lodo. Desconhecem-se as razões que levaram o jovem a entrar no rio.

Para o local foram rapidamente acionados vários meios dos Bombeiros Sapadores e dos Voluntários de Viana do Castelo, assim como da Polícia Marítima.

A vítima foi resgatada pelos operacionais dos Sapadores e estabilizada na ambulância dos Voluntários, sendo posteriormente transportado para o Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, não correndo perigo.

O alerta foi dado às 21:30.

A Polícia Marítima registou a ocorrência.

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Alto Minho

Despiste contra cavalos em Paredes de Coura. Um morreu e o outro ficou preso na viatura

Acidente

em

Foto: Rádio Vale do Minho

Um despiste contra dois cavalos resultou na morte de um e em ferimentos graves no outro, na noite desta quinta-feira, em Paredes de Coura.

Pelo que apurou O MINHO, o despiste ocorreu em Cossourado, na Estrada Nacional 201, quando os dois animais ter-se-ão atravessado à frente da viatura.

Os ocupantes do veículo ligeiro sofreram ferimentos leves e não tiveram necessidade de ser transportados ao hospital.

Já um dos cavalos morreu com o embate e o outro ficou preso no vidro da frente da viatura, ficando com o corpo parcialmente dentro do carro. Este último está em estado grave.

De acordo com declarações recolhidas pelo nosso jornal junto do comandante interino dos Bombeiros de Paredes de Coura, pelas 22:15, os operacionais encontram-se no local do sinistro à espera do veterinário municipal, uma vez que poderá ser necessário abater o mesmo para o retirar de dentro do carro.

Ao que apurámos, tratam-se de ‘garranos’ selvagens.

O alerta foi dado 20:37.

A GNR registou a ocorrência.

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Alto Minho

GNR, medição de temperatura e túnel anti-covid no regresso às aulas em Melgaço

Escolas

em

Foto: Divulgação / CM Melgaço

Hoje foi dia do regresso às aulas para os alunos do ensino público básico e secundário em todo o país, um regresso diferente do habitual onde várias medidas sanitárias foram adotadas para evitar possíveis contágios do novo coronavírus que provoca a doença da covid-19.

Em Melgaço, a Escola Secundária local não foi exceção. Bem cedo, funcionários do Centro Escolar de Melgaço mediam temperaturas aos alunos que iam entrando nas instalações. Também a utilização de máscaras é obrigatória para alunos a partir do 2.º ciclo. Quem não as tivesse, não entrava.

Túnel de desinfeção antes das aulas para afastar coronavírus de Melgaço

Para além do controle de possível febre e utilização de máscaras, aquela escola adotou a utilização de um túnel de desinfeção para uma possível descontaminação do SARS CoV-2, vírus que pode ainda não ter entrado no corpo dos alunos mas que pode estar à espreita nas superfícies, como mochilas, roupa ou até na própria máscara.

Manoel Batista, presidente da Câmara, reforçou que se trata de “um regresso atípico” e “com novas regras”. “É fundamental que todos sigam as medidas, para que seja garantida uma escola em segurança”, vincou.

“A autarquia fará de tudo para este regresso seja em segurança”, acrescentou.

Mais de 1,2 milhões de alunos regressam em todo o país

Os mais de 1,2 milhões de alunos dos 1.º ao 12.º anos estão hoje todos de regresso à escola para mais um ano letivo que começa com novas regras para tentar minimizar os impactos da covid-19.

Ao longo desta semana, alguns estabelecimentos de ensino foram reabrindo, sendo hoje o último dia estabelecido pelo Ministério da Educação (ME) para reiniciar as atividades letivas presenciais.

No total, são mais de 5.300 escolas públicas e cerca de mil privadas que neste novo ano seguem um conjunto de regras definidas pelo ME e pela Direção-Geral da Saúde devido à pandemia de covid-19.

O uso de máscaras é agora obrigatório para todos os funcionários assim como alunos a partir do 2.º ciclo, o distanciamento físico será, sempre que possível, de pelo menos um metro e as escolas têm circuitos de circulação.

Outra das recomendações é a higienização frequente dos espaços, mas para isso, alertam diretores e sindicatos, faltam funcionários.

Do lado do governo, o ministro da Educação voltou a assegurar esta semana que o sistema está preparado para responder aos problemas, nomeadamente a falta de funcionários e docentes.

Tiago Brandão Rodrigues lembrou que há este ano mais 3.300 professores nas escolas, assim como mais 900 técnicos, desde psicólogos a terapeutas da fala.

No entanto, o novo ano letivo é encarado com preocupação pelos docentes com o Sindicato de Todos os Professores (STOP) a convocar uma greve que termina hoje para que os funcionários possam não ir trabalhar caso considerem que não estão garantidas as condições de segurança.

Outro dos problemas prende-se com os trabalhadores que pertencem a grupos de risco, nomeadamente no caso dos professores que criticam não poder recorrer ao teletrabalho, sobrando-lhes apenas a baixa médica.

Tal como os restantes funcionários públicos, tem de meter baixa, recebendo o salário apenas durante os primeiros 30 dias. Depois, as faltas continuam a ser justificadas, mas deixam de receber.

O novo ano letivo é também marcado pelo regresso à RTP Memória das aulas do #EstudoEmCasa, que começa com “revisões” da matéria do ano passado.

À semelhança do que vai acontecer na maioria das salas de aula do país, nas primeiras semanas o canal vai passar apenas conteúdos transmitidos no 3.º período do ano passado, para consolidação das aprendizagens.

Só dentro de um mês, a 19 de outubro, começam a ser transmitidas as novas aulas na RTP Memória.

Outra das soluções encontradas pelo ministério para tentar dar mais tempo aos alunos para recuperar e consolidar aprendizagens do ano passado foi aumentar os dias de aulas e diminuir as férias.

As medidas implementadas pretendem reduzir as hipóteses de ser preciso encerrar um estabelecimento de ensino devido a um surto de covid-19.

Os alunos irão estar agrupados em “bolhas” e caberá aos serviços de saúde decidir o que fazer se surgirem casos positivos de covid-10, sendo que a opção deverá sempre passar por enviar para casa apenas o grupo que esteve em contacto com o doente.

O ensino à distância deverá ser sempre a última opção. No entanto, para que não volte a haver milhares de alunos sem acesso às aulas por falta de equipamentos ou de rede, o ministro garantiu esta semana que até ao final do primeiro período chegarão 100 mil computadores às escolas.

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