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Barcelos

Cristina Ferreira lança nova linha de vestuário. E é feita em Barcelos

Moda

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Foto: Twitter

A conhecida apresentadora e empresária Cristina Ferreira, que comprou recentemente parte das ações da Media Capital, lançou uma nova linha de vestuário feminino ‘made in’ Barcelos durante o salão têxtil Modtíssimo, que decorreu durante a última semana na Alfândega do Porto.


A parceria da empresária surge com a o grupo barcelense Valérius, através da Tricothius. São 65 peças primavera-verão da marca Cristina, desenhadas para uma mulher “forte, segura, provocadora, atrevida e sorridente”, como a apresentadora.

Esta nova coleção vai estar à venda nas lojas multimarca e na internet.

Teresa Marques Pereira, CEO da Tricothius, explica que esta parceria surgiu depois de outra marca do grupo, a Concreto, ter começado a anunciar na revista Cristina.

Em declarações ao Dinheiro Vivo, a responsável da marca esclarece que houve a oportunidade de sugerir que as malhas tricotadas das novas coleções fossem produzidas em Barcelos, na Tricothius.

“Percebemos que havia um interesse mútuo de renovação do estilo de vestuário da coleção, e daí evoluímos para um conceito mais vencedor, de um total look”, diz Teresa, que é também a responsável pelo design, produção e comercialização da marca, após aprovação da apresentadora.

“Claramente há uma satisfação com a aposta de viragem do próprio estilo da coleção, com os clientes a reagirem muito positivamente”, assegura.

O salão têxtil onde a coleção foi apresentado foi a única feira de verão na península ibérica, no seio do têxtil. Estiveram presentes cerca de quatro mil visitantes, muitos deles estrangeiros.

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Barcelos

Casal de idosos picado “mais de dez vezes” por vespas asiáticas em Barcelos

Aguiar e Quintiães

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Foto: O MINHO (arquivo)

Um homem e uma mulher, com cerca de 80 anos, sofreram ferimentos depois de um ataque de vespas velutinas, vulgo asiáticas, nesta terça-feira, em Barcelos.

O ataque ocorreu na União de Freguesias de Quintiães e Aguiar, ao final da manhã, depois do homem estar a fazer alguns trabalhos junto a uma nogueira que tinha à porta de casa.

O homem acabou por pedir ajuda enquanto era atacado. Acabou por sofrer dezenas de picadas na zona da cabeça. A mulher veio em seu auxílio mas acabou também por ser vítima da fúria das vespas invasoras que atacam em grupo.

Para o local foram acionadas duas ambulâncias do INEM e dos Bombeiros de Barcelos para darem primeira assistência às vítimas.

Foram transportadas para uma unidade hospitalar com ferimentos considerados ligeiros. Ao final desta tarde, já tinham tido alta e regressaram a casa.

Uma das pessoas presentes no local foi o presidente da Junta, António Pereira. O autarca disse a O MINHO que este problema vem sendo recorrente naquela união de freguesias.

“Já retirámos 41 ninhos de vespas asiáticas desde o início do ano”, conta o autarca que, pura e simplesmente, desistiu de alertar as autoridades. “Sou eu e outro amigo que lá vamos tirar os ninhos”, explica.

António Pereira apela às entidades responsáveis para que “prestem mais atenção” ao flagelo da vespa asiática.

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Barcelos

Barcelos vai ter calculadora da pegada ecológica em 2021

Ambiente

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Foto: O MINHO (arquivo)

O Município de Barcelos vai dispor, no próximo ano, de uma calculadora da pegada ecológica, que permitirá a cada cidadão do concelho medir o seu impacto ambiental, foi hoje anunciado.

A calculadora será disponibilizada ao abrigo do projeto “Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses”, que resulta de uma parceria estratégica entre a ZERO – Associação Sistema Terrestre Saudável, a Global Footprint Network e a Universidade de Aveiro.

A este projeto já aderiram 18 municípios portugueses.

A pegada ecológica mede-se pelo consumo de cada habitante.

Em relação a Barcelos, foram hoje apresentados os resultados, referentes a 2018, do cálculo da pegada ecológica (3,25 hectares globais por pessoa) e do cálculo da biocapacidade funcional (0,63 hectares globais por pessoa).

“Isto significa que cada residente em Barcelos precisa de muitos mais recursos do que aqueles que são produzidos no seu território municipal e no país”, referiu Sara Moreno Pires, da Universidade de Aveiro.

Mesmo assim, sublinhou, a Pegada Ecológica de Barcelos é “muito inferior” à média nacional, o que significa “que cada cidadão do concelho se comporta muito melhor” do que a média do cidadão português.

Em 2018, os maiores contribuintes para a pegada ecológica de Barcelos foram a alimentação (27 por cento) e os transportes (17 por cento).

Para o presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, esta é uma “ferramenta importante” para a sensibilização dos cidadãos e para a definição de políticas mais amigas do ambiente.

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Barcelos

Empresa que serve refeições escolares em Barcelos queixa-se da pandemia

Uniself

em

foto: DR / Arquivo

A empresa Uniself admitiu hoje que a quebra de afluência aos refeitórios escolares tem impactos nos seus modos de atuação, incluindo o quadro de pessoal, sublinhando que a sua “única prioridade” é assegurar os atuais postos de trabalho.

Em resposta enviada à Lusa, a propósito da greve e da manifestação dos trabalhadores das cantinas escolares do concelho de Barcelos, a Uniself assegura ainda que “tem pautado a sua atuação pelo cumprimento de todos os seus compromissos para com os trabalhadores”.

“Em muitos estabelecimentos escolares, estamos a registar quebras na ordem dos 50% na afluência aos refeitórios, quer devido ao encerramento de turmas impostas pela Direção-Geral da Saúde, quer porque as famílias estão a evitar recorrer às cantinas”, refere.

Acrescenta que esta quebra tem, “necessariamente”, impacto nos seus modelos de atuação, “nos quais estão inseridos os quadros de pessoal”.

“Estamos a viver tempos de grande incerteza, que nos obrigam a ajustar os modelos e processos, evitando recorrer ao despedimento. A nossa única prioridade é assegurar os atuais postos de trabalho”, esclarece a administração da empresa.

Os trabalhadores das cantinas das escolas EB 2,3 e secundárias de Barcelos fizeram hoje greve e manifestaram-se frente à Câmara local, num protesto relacionado sobretudo com os contratos a termo incerto impostos pela Uniself, a empresa concessionária do serviço de refeições no concelho.

Além de contratos para pelo menos todo o ano letivo, os manifestantes exigiram ainda o aumento da carga horária semanal, a contratação de todos os trabalhadores que trabalharam no ano letivo anterior, a reposição de todos os direitos que vigoraram no ano letivo anterior e aumentos salariais “dignos e justos”.

Na nota enviada à Lusa, a Uniself vinca que é uma empresa “responsável, focada em manter a sua sustentabilidade, apesar das muitas adversidades decorrentes da pandemia de covid-19”.

Diz que empresa tem tido “uma aposta clara” nos recursos humanos, através das atualizações salariais e da formação das suas equipas.

Recorda que em 2020 aumentou em 5,83% o ordenado mínimo dos escalões mais baixos, “com vista a propor uma proposta salarial justa e equilibrada”.

“Dos mais de 3.500 colaboradores da Uniself, mais de 1.500 estão afetos aos refeitórios e 70% são efetivos e 30% a prazo”, diz ainda.

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