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Braga

Covid-19: Amares com 20 casos ativos e Terras de Bouro com 13

Dados locais

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Foto: DR

O concelho de Amares registava 20 casos ativos da infeção por covid-19 até às 18:00 horas de quarta-feira, mais onze do que no último balanço feito por O MINHO, a 20 de agosto.


Já o concelho de Terras de Bouro, que comporta as freguesias de Rio Caldo, Vilar da Veiga e a vila do Gerês, regista atualmente 13 casos ativos com o novo coronavírus.

Amares regista um acumulado de 106 casos desde o início da pandemia enquanto que Terras de Bouro regista 31, segundo o relatório divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) na passada segunda-feira.

Portugal regista hoje mais 10 mortos e 770 novos casos de infeção por covid-19, em relação a quarta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da DGS.

É o maior número de mortes diário desde 9 de julho.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 66.396 casos de infeção confirmados e 1.888 mortes.

Há ainda 44.794 recuperados, mais 266 do que ontem.

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Braga

Talhantes do mercado de Braga queixam-se de aumento “exorbitante” dos preços

Câmara justifica subida com sala de desmancho e cozinha

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Francisco Pires, representante dos talhantes do Mercado de Braga. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Os talhantes do mercado municipal de Braga consideram “exorbitantes” as novas tabelas de preços que a Câmara vai praticar no edifício, que reabre a 5 de dezembro, depois de requalificado. “Pagava 230 euros mensais, mas no novo talho vou pagar 430, mais o custo da água que era grátis”, disse a O MINHO o seu representante junto da autarquia, Francisco Pires.

O comerciante, que se manifesta em nome dos 13 vendedores de carne – atualmente instalados em tendas num mercado provisório no Campo da Vinha – argumenta que, e ao contrário do que afirmou a vereadora do setor Olga Pereira, o aumento é para o dobro. “Se a economia estivesse bem e as vendas aumentassem, pagaríamos de bom grado. Mas, com a pandemia e os restaurantes quase sem clientela, as vendas diminuíram”, salientou.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Francisco Pires queixa-se, ainda, do facto de, nos novos espaços para os talhos, ter ficado um muro de meio metro, que os impede de irem falar com um cliente do outro lado da vitrine.

O talhante não aceita, também, o argumento camarário de que o aumento se deve ao facto de passarem a usufruir de sala de desmancho de animais e de cozinha para fabrico de fumeiro e critica, também, o facto de os mais antigos não poderem escolher o espaço que querem. “Há quem vá desistir”, garante.

Mercado municipal de Braga reabre no início de dezembro

Confrontada com os reparos, a vereadora Olga Pereira explicou que os aumentos são, de facto, “ligeiros”, com exceção de quem tem talhos duplos, os quais terão, agora, à disposição salas para desmancho, o que implica que paguem mais. Sublinhou que há um comerciante que vai passar a ter, também, um espaço duplo, pelo que terá de pagar o seu custo.

A autarca salienta que a Câmara continuará a assumir 50 por cento dos custos de financiamento do Mercado.

Horticultores contra ‘tempo inteiro’

Alguns horticultores queixam-se da obrigação de permanência a tempo inteiro, já que, como produtores na zona do litoral de Esposende, Apúlia ou Póvoa de Varzim, não podem vir todos os dias. A vereadora diz que aqueles que têm banca é que são obrigados a nela estarem diariamente. Os que ficam no terrado e não têm banca, esses podem vender quando entenderem.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Olga Pereira salienta que alguns dos horticultores fazem feiras e mercados em Guimarães, Barcelos, Ponte de Lima e Viana do Castelo e, por isso, não lhes dá jeito virem todos os dias. “Já sugeri a alguns casais que se associem. Por exemplo, dois casais, que os há a trabalhar no mercado, podem juntar-se de forma a virem alternadamente, pois há dias em que basta estar um a tomar conta de duas bancas”, vincou

Hasta pública para 13 lugares

Sobram 13 lugares. A Câmara realiza, dia 30, uma hasta pública para a concessão de licença de ocupação de venda para comerciantes do ramo alimentar, e também de novas tendências, biológicas ou gourmet.

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Braga

Descida ligeira de casos ativos de covid-19 na Póvoa de Lanhoso

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O concelho de Póvoa de Lanhoso registava, até às 18:00 horas desta quarta-feira, 45 casos ativos de infeção por covid-19, menos dois do que na passada quarta-feira.

Estes dados são apurados por O MINHO junto de fonte local do setor da saúde.

A nível global, os cinco concelhos do Médio Cávado (Vila Verde, Amares, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Póvoa de Lanhoso), registavam 890 recuperados e 19 óbitos a lamentar.

Portugal regista hoje mais 24 mortos e 3.960 novos casos de infeção por covid-19, em relação a terça-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS). É um novo recorde de casos diários.

2.114 dos novos casos são no Norte.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 124.432 casos de infeção confirmados e 2.371 mortes.

Há ainda 74.001 recuperados, mais 1.657 nas últimas 24 horas.

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Braga

INEM encaminhou, em média, um doente por dia com AVC para o Hospital de Braga

Saúde

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Foto: O MINHO / Arquivo

O INEM encaminhou, em média, 13 casos por dia de Acidente Vascular Cerebral (AVC) para a Via Verde do AVC, com um total de 3.982 casos registados e encaminhados para os hospitais desde o início do ano até hoje.

“As estatísticas demonstram que mais de 42% dos casos de AVC ocorreram nos distritos do Porto e Lisboa. O Hospital de Braga (300), o Hospital de São João (275), o Hospital de Santa Maria (274), o Hospital de São José (245) e o Hospital de Penafiel (229) foram as unidades hospitalares que receberam o maior número de casos de AVC encaminhados pelo INEM”, revela uma nota do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), hoje divulgada.

O INEM reforça que o contexto de pandemia não elimina a “necessidade de os cidadãos continuarem a ligar 112 sempre que se verifique uma situação de doença súbita ou acidente”.

“Falta de força num braço, boca ao lado ou dificuldade em falar são os principais sinais e sintomas que podem indicar a ocorrência de um AVC. Se estes sinais forem reconhecidos, ligar o Número Europeu de Emergência – 112 é a atuação mais adequada, pois a rápida intervenção médica especializada é vital para o sucesso do tratamento e posterior recuperação do doente”, recorda o INEM.

Na nota, o instituto lembra que o AVC continua a ser uma das principais causas de morte em Portugal e que “as primeiras horas após o início dos sintomas de AVC são essenciais para o socorro da vítima, pois é esta a janela temporal que garante a eficácia dos principais tratamentos”, recomendando um estilo de vida saudável que elimine o tabaco e o sedentarismo como forma de prevenção.

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