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Braga

“Coletes amarelos” de Braga desistem de protesto após reunião com Ricardo Rio

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Foto: Facebook de Rui Piaes Gomes Rodrigues ("Vamos Parar Portugal Como Forma de Protesto Braga)

Os ‘Coletes Amarelos’ de Braga acabaram, ao começo da tarde de hoje, o protesto e com o corte do nó de Ínfias e da Variante à cidade, depois de terem sido instados pela PSP a fazê-lo e após saberem que o Município emitira um comunicado onde afirmava que “não autorizou nem proibiu” a manifestação, nomeadamente no que diz respeito ao corte de vias públicas, por “não existir enquadramento legal para qualquer uma dessas ações”.

Os manifestantes, cerca de 80, deslocaram-se à Praça do Município, junto ao edifício da Câmara de Braga e foram pedir “explicações” ao seu presidente Ricardo Rio.

O autarca, que os recebeu no seu Gabinete, disse a O MINHO que lhes explicou que “a autarquia não tem competência para autorizar manifestações sem hora de início e termo e que envolvam cortes de vias”.

Rio salienta que a sua posição foi bem aceite pelos organizadores que decidiram pôr fim ao protesto: “penso que seria de aproveitar para se rever a lei que rege estes protestos, porque é pouco clara em alguns aspetos”, frisou.

O presidente do município afirmara, em comunicado, que após ter sido informada da realização da ‘manif’, a Câmara “diligenciou diversas reuniões com as forças de segurança e informou os requerentes deste protesto de que a sua comunicação continha várias deficiências e que a manifestação estaria desconforme com a lei”.

O comunicado na íntegra

“1. A Câmara Municipal de Braga não autorizou nem proibiu a realização da referida manifestação, nomeadamente no que diz respeito ao corte de vias públicas, por não existir enquadramento legal para qualquer uma dessas acções;

2. Após ter sido informada da realização desta acção, a Câmara Municipal de Braga diligenciou diversas reuniões com as Forças de Segurança e informou os requerentes deste protesto de que a sua comunicação continha várias deficiências e que a manifestação estaria desconforme com a Lei, tendo esta Autarquia enviado aos signatários a seguinte informação:

De acordo com o disposto no art.º 4.º da Lei n.º 406/74, de 29-8, os cortejos e os desfiles só poderão ter lugar aos domingos e feriados, aos sábados, depois das 12 horas e, nos restantes dias, depois das 19 horas e 30 minutos.

O art.º 11.º da mesma lei dispõe que as “reuniões” não poderão prolongar-se para além das 0 horas e 30 minutos. No entanto, V. Exas. não colocam hora de término da manifestação que pretendem realizar; Parte do denominado nó de Infias – onde V. Exas. pretendem realizar a manifestação – se situa a menos de 100 metros do quartel do Regimento de Cavalaria n.º 6. Ora, dispõe o art.º 13.º daquela lei que as autoridades “por razões de segurança” poderão impedir que se realizem reuniões, manifestações ou desfiles em lugares públicos situados a menos de 100 metros de instalações militares.

Mais esclarecemos que aos cidadãos é garantido o livre exercício do direito de se reunirem pacificamente em locais públicos, desde que para fins não contrários à lei, à moral, aos direitos das pessoas singulares ou colectivas e à ordem e à tranquilidade públicas (art.º 1., n.º1 da referida lei) e que a manifestação que V. Exas. pretendem realizam não poderá, nestes termos, colocar em causa a salvaguarda da passagem de viaturas de emergência ou incumbentes de actos relativos à Protecção Civil e de ainda de quaisquer outras que se queiram fazer deslocar pelas vias referidas.»

3. Como decorre desta comunicação, fica claro que a Câmara Municipal de Braga não autorizou nenhum corte de via pública.

4. Durante toda a manhã de hoje, Sexta-feira, 21 de Dezembro, a Câmara Municipal manteve um contacto permanente com as Forças de Segurança, do qual surgiu a decisão de se proceder à notificação individual de cada um dos manifestantes, nos termos da Lei.

5. Com esta manifestação, as Forças de Segurança procederam ao ordenamento do trânsito noutros pontos da Cidade com medidas que entenderam adequadas, face às circunstâncias”.

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Braga

Braga: Concurso de fotografia sobre o Bom Jesus com mais de 50 inscritos

Concurso Municipal de Fotografia

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Foto: Divulgação / CM Braga

O Bom Jesus do Monte – Património Mundial da Humanidade é o tema do XVI Concurso Municipal de Fotografia que se realiza nos próximos dias 13, 14 e 15 de dezembro, anunciou, esta terça-feira, a Câmara de Braga.

Organizado pela autarquia, o concurso conta com cerca de 50 inscritos que são desafiados a fotografar o Bom Jesus do Monte. O concurso conta com o apoio dos Transportes Urbanos de Braga e da Confraria do Bom Jesus que irão assegurar o transporte dos concorrentes, quer de autocarro, quer de funicular.

O concurso incluirá a habitual exposição pública, a inaugurar em fevereiro de 2020 na Fonte do Ídolo, e na qual estarão patentes os trabalhos premiados pelo júri, bem como uma fotografia de cada um dos concorrentes, nos termos do regulamento do concurso.

O tema proposto visa reconhecer e homenagear a atribuição do Santuário do Bom Jesus do Monte a Património Cultural Mundial da UNESCO, bem como “estimular o interesse, a sensibilidade dos concorrentes em particular e dos turistas e cidadãos em geral, no que respeita ao seu valor histórico, artístico, cultural, religioso e paisagístico”.

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Braga

Cervejeiros de Vila Verde lançam queijo de cabra maturado com cerveja

Cerveja Letra

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Foto: Divulgação / Cerveja Letra

É já sabido que a Cerveja Letra tem por hábito desenvolver cervejas com diferentes aromas e sabores, e muitas delas feitas em parceria com outras marcas. Desta vez a marca de cerveja minhota lança um queijo, mas não é um queijo qualquer, é um queijo 100% de cabra maturado com cerveja e revestido a lúpulo que é uma explosão de aromas e sabores.

Os engenheiros da cerveja, Francisco Pereira e Filipe Maceira, desafiaram a queijaria vila-verdense Lactimercados e desenvolveram, em conjunto, um queijo para os apreciadores de cerveja.

A ideia foi incorporar cerveja e a flor de lúpulo na formulação do produto. Foram realizados diversos ensaios e após 6 meses de investigação e desenvolvimento surge um queijo de cabra maturado com cerveja India Pale Ale – Letra F, conhecida por ser mais amarga e aromática.

O cervejeiro e sócio fundador da cerveja Letra, Filipe Macieira, afirma que “este queijo é por si só uma experiência sensorial única. Primeiro destaca-se pelo aspecto verde da sua casca devido ao uso da flor de lúpulo, e quando se abre a embalagem sente-se de imediato um intenso aroma frutado e floral do lúpulo”.

A marca refere que se trata de um produto único no país e, uma vez que só foram produzidos 200 quilogramas, o mesmo é muito exclusivo.

A Lactimercados é uma empresa sediada em Vila Verde que produz os queijos da marca Quinta dos Moinhos Novos, que venceu prémios de melhor queijo português de 2019, nas categorias de queijo de cabra de cura prolongada e queijo de mistura de cura normal respetivamente.

Francisco Pereira, sócio fundador, salienta que “a época natalícia é muito importante para a empresa, e o foco passa por apresentar aos clientes e adeptos da marca experiências de consumo únicas com diferentes produtos onde a cerveja é o ingrediente chave. Alguns destes produtos são únicos no país, ideias que trouxemos das nossas viagens pela Europa, como deste queijo de cabra com cerveja e lúpulo, as bolachas feitas com resíduos de malte cerveja, o Hoppy Gin (gin destilado da nossa IPA – LETRA F em parceria com a marca Valley Gin) e ainda um folar doce feito com a cerveja Oatmeal Stout – Letra C em parceria com a Casa do Folar Limiano de Ponte de Lima”.

A Letra quer estar presente neste Natal, seja à mesa da consoada ou por baixo do pinheiro como presente para oferecer a amigos ou familiares. Produtos que os adeptos e consumidores da marca poderão encontrar online ou nos espaços Letraria (Braga, Porto ou Vila Verde) ou nas diferentes lojas pop-up que a marca apresenta em centros comerciais da região (Braga Parque, MarShopping e Parque Nascente).

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Braga

Agente da Polícia Municipal de Braga agredida por mulher à porta do hospital

Após ordem de retirada de viatura

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Foto: DR / Arquivo

Uma agente da Polícia Municipal de Braga terá sofrido agressões, esta terça-feira, à porta do Hospital de Braga, avança o Jornal de Notícias.

De acordo com a mesma fonte, a agente terá sido agredida, por uma mulher, na sequência de uma ordem de trânsito.

A alegada agressora integrava um grupo, a quem foi ordenada a retirada de uma viatura na rotunda de acesso às visitas, ordem que não terá sido cumprida.

A vítima acabou por ser assistida nos serviços de urgência do hospital.

A PSP registou a ocorrência.

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