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Carlos Abreu Amorim é o cabeça de lista do PSD em Viana do Castelo

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Carlos Abreu Amorim, independente, mantém-se como cabeça de lista do Partido Social Democrata no distrito de Viana do Castelo, nas Eleições Legislativas de 2015.

Segundo nota divulgada pelo PSD:

Carlos Eduardo Almeida de Abreu Amorim nasceu no Porto, em 1963. É casado e tem dois filhos.

Professor Universitário. Licenciado em Direito pela Universidade Lusíada, Mestre em Ciências Jurídico-Políticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e Doutorado em Direito, vertente de Ciências Jurídicas Públicas pela Universidade do Minho.

É membro fundador de várias revistas científicas, bem como integra a Comissão Diretiva de Mestrados de Direito lecionados na Escola de Direito da Universidade do Minho.

Enquanto estudante universitário, bem como durante o período de quatro anos em que interrompeu os seus estudos, exerceu funções profissionais de direção em diversas empresas, na área comercial.

Concluiu o estágio na Ordem dos Advogados, profissão que também exerceu até final de 1998.

Colaborou e colabora de forma permanente com diversos órgãos de comunicação nacional como os periódicos Comércio do Porto, Semanário, Correio da Manhã, Jornal de Notícias, Diário de Notícias e revista Notícias Sábado, assim como as televisões RTPN / RTP informação e TVI 24.

É Deputado desde 2011, tendo encabeçado a lista do PSD por Viana do castelo na qualidade de independente. Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD, tendo nessa qualidade orientado politicamente as áreas do Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território, tendo, ainda, integrado a Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, a Comissão Eventual para “Acompanhamento das Medidas do Programa de Assistência Financeira a Portugal” e a Comissão de Inquérito “à Subconcessão dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo”.

Em Outubro de 2014 foi indicado como responsável político e Coordenador da Comissão de Inquérito “à gestão do BES e do Grupo Espírito Santo, ao processo que conduziu à medida de resolução e às suas consequências, nomeadamente quanto aos desenvolvimentos e opções relativos ao GES, ao BES e ao Novo Banco”.

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