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Braga

Câmara de Braga aprova por unanimidade moção contra fecho de balcões da CGD

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Foto: Sérgio Fretias / CM Braga / Arquivo

A Câmara de Braga aprovou hoje por unanimidade uma moção contra o fecho de balcões da Caixa Geral de Depósitos (CGD) no concelho, argumentando que tal vai “prejudicar” “o desenvolvimento social e económico” do território.

Na habitual conferência de imprensa após a reunião do executivo, o vereador da CDU, autor da moção aprovada com os votos da maioria PSD/CDS-PP/PPM e PS, Carlos Almeida mostrou satisfação pela sintonia entre o executivo mas realçou que a decisão pelo não encerramento dos balões do banco público de Celeirós, S. Vicente e Nogueira não depende da autarquia.

No mesmo sentido, o presidente da autarquia, Ricardo Rio, afirmou que a tomada de posição do executivo é “objetivamente muito pouco” mas que isso também “não desonera” a responsabilidade da autarquia. O PS, pela voz de Miguel Corais, salientou também a importância da decisão do executivo por unanimidade.

“A Câmara Municipal de Braga, reunida em 25 de junho de 2018, manifesta a sua oposição aos encerramentos de Agências previstos que afetarão empresas e particulares do concelho do Braga, prejudicando o seu desenvolvimento social e económico”, assumindo “uma intervenção firme no mesmo sentido, junto do Governo e da Administração da Caixa Geral de Depósitos, que a possa dissuadir de tais objetivos”, lê-se no texto da moção aprovada.

“É evidente que é uma vontade que fica expressa por unanimidade no município e isso não tem pouco valor. Mas é evidente que quem decidirá sobre essa possibilidade é o Conselho de Administração da GDD e o próprio Governo, que tem responsabilidade nesta matéria”, salientou Carlos Almeida.

Ricardo Rio, que salientou “que de um ponto de vista objetivo” a possibilidade da CGD recuar na intenção de encerrar aqueles balcões “é escassa se não houve uma intervenção do seu acionista maioritário que é o Estado”, explicou que a posição da autarquia tem um outro sentido.

“Objetivamente significa muito pouco, temos todos consciência disso, mas isso não nos desonera de podermos tomar um decisão politica que considera que a CGD, sendo um banco publico, devia ter um serviço de proximidade dos cidadãos e esta política de encerramentos acaba por penalizar essa realidade”, apontou.

Para os vereadores socialistas no executivo a aprovação da moção da CDU é uma “tomada de posição política” que visa “a proteção de uma franja da população” afetada pelo fecho dos balcões em causa.

“Não estamos contra a sustentabilidade da CGD mas entendemos que era importante estarmos deste lado desta situação porque a decisão de fechar balcões em freguesias limítrofes acaba por apanhar uma franja da população com mais dificuldades de mobilidade e há aqui uma finalidade que um banco púbico tem que conseguir preservar”, referiu Miguel Corais.

“Não temos que estar a favor de todos os considerandos mas é importante que o executivo manifestasse este sinal”, finalizou o socialista.

No texto da moção, a CDU refere que “a concretizar-se, esta nova vaga de encerramentos – passado apenas um ano sobre o encerramento de outras duas agências em Braga irá novamente prejudicar a população através da degradação do serviço público de proximidade prestado pelo banco público português”.

O texto salienta que a CGD “é uma instituição bancária pública que deve estar ao serviço do povo e do país” e que a sua “recapitalização não pode servir de pretexto para aplicar “reestruturações” que promovam o encerramento de agências, o despedimento de trabalhadores e o enfraquecimento do seu papel enquanto banco público, para dessa forma defender os interesses da banca privada”.

O executivo deliberou ainda enviar a moção aprovada “para a Administração da Caixa Geral de Depósitos, o Sr. Primeiro-Ministro, o Sr. Presidente da Assembleia da República e os Grupos Parlamentares com assento na Assembleia da República”.

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Braga

Motociclista ferido após acidente em Braga

Em Crespos

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Foto: O MINHO

Um homem, de 64 anos, sofreu ferimentos na sequência de uma colisão com um automóvel, a meio da tarde deste domingo, em Crespos, concelho de Braga.

A vítima seguia na EN 205 quando se deu a colisão, por circunstâncias ainda não apuradas.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores e a equipa médica da VMER de Braga.

O acidentado foi transportado para o hospital local com ferimentos num braço, sendo considerado “ferido ligeiro”, disse fonte do CDOS.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

Colisão violenta faz quatro feridos em Vieira do Minho

Acidente

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Fotos cedidas a O MINHO por Duarte Prestes

Quatro pessoas ficaram feridas, entre os quais um jovem de 16 anos, após uma colisão entre duas viaturas ligeiras na Rua da Igreja, em Soutelo, concelho de Vieira do Minho, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Desconhecem-se ainda as causas do acidente, apenas que terá envolvido duas viaturas, com uma delas a colidir contra um poste da EDP, derrubando o mesmo, que acabou por atingir os intervenientes.

Foto cedida a O MINHO por Duarte Prestes

Foto cedida a O MINHO por Duarte Prestes

Foto cedida a O MINHO por Duarte Prestes

Foto cedida a O MINHO por Duarte Prestes

No local estiveram os Bombeiros de Vieira do Minho que efetuaram o transporte dos quatro feridos.

Uma ambulância dos Bombeiros de Póvoa de Lanhoso também foi ativada para transportar o jovem de 16 anos mas acabou por ser desmobilizada, com a vítima a ser transportada em conjunto com a mãe, na mesma ambulância.

As vítimas, todas da mesma família, foram transportadas para o Hospital de Braga com ferimentos considerados ligeiros.

Segundo fonte da Proteção Civil, o alerta foi dado cerca das 15:08.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

Padres de Braga dão a volta ao vírus no regresso das missas abertas

Covid-19

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Foto: DR

Diferentes párocos do concelho de Braga deram a volta às recomendações da Direção-Geral de Saúde para o regresso das eucaristias, celebrando-as fora da igreja.

Em Ferreiros, o padre Miguel Simões celebrou, este domingo, a eucaristia no pavilhão municipal. Apesar da adesão não ter sido significativa, revelando ainda alguma timidez dos fiéis em marcar presença, a paróquia colocou cadeiras no recinto para alguns dos presentes, enquanto outros ficaram pela bancada já existente.

Também em Priscos, após desafio do padre João Torres, uma associação cultural local e a junta de freguesia disponibilizaram as instalações do pavilhão local para a celebração da eucaristia.

Em Guisande, o mesmo pároco, João Torres, celebrou missa no campo de futebol local, onde estiveram mais de 100 pessoas.

Durante a semana, as missas terão lugar nas igrejas paroquiais, já que a afluência de fiéis é substancialmente menor.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

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