Seguir o O MINHO

Região

Bolinhol de Vizela, Roscas de Monção e Charutos dos Arcos na final das 7 Maravilhas Doces de Portugal

Meia-final em Arcos de Valdevez

em

Foto: DR

O Bolinhol de Vizela, as Roscas de Monção e os Charutos dos Arcos foram três dos sete doces mais votados durante a primeira meia-final do concurso televisivo 7 Maravilhas Doces de Portugal, transmitido este sábado, na RTP.

O nome das iguarias sobressaiu por entre 14 candidatos de todo o país que foram hoje a votação durante uma gala televisiva produzida a partir da vila de Arcos de Valdevez.

Roscas de Monção. Foto: DR

Bolinhol de Vizela. Foto: Divulgação

Charutos dos Arcos. Foto: Divulgação

A par dos doces de Vizela, Monção e Arcos de Valdevez, ficaram ainda apurados para a final as Barrigas de Freira [Arouca], Crista de Galo [Vila Real], Amêndoa Coberta de Moncorvo IGP e Mel Biológico do Parque Natural de Montesinho [Bragança].

Estes sete doces estão apurados para a grande final que se realiza a 9 de setembro, onde 14 doces vão a concurso para eleger as 7 maravilhas doces de Portugal.

A concorrer nesta meia-final estiveram ainda Bolo de Ançã, Cavacas de Resende, Cartuchos de Amêndoa de Cernache do Bonjardim, Dom Rodrigo de Lagos, Esperanças, Fofos de Belas, e Jesuíta.

Anúncio

Aqui Perto

Militar da GNR de Mondim de Basto julgada por ameaçar superior com pistola

Em julgamento disse que ele a importunava sexualmente, mas o visado nega

em

Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de S. João Novo, do Porto, agendou para 21 de novembro, as alegações finais do julgamento de uma militar da GNR de Mondim de Basto que respondeu pelo crime de insubordinação por ameaças ou outras ofensas.

Está acusada por ter apontado uma pistola, carregada e municiada, a um superior hierárquico, justificando-se em audiência, dizendo que “ele queria que eu satisfizesse os seus caprichos sexuais”.

Na segunda sessão do julgamento, foram ouvidas as testemunhas de defesa e de acusação. A acusação refere que Carla Fernandes apontou a pistola ao guarda principal Luís Borges, seu chefe de patrulha, em pleno posto da GNR em Mondim de Basto. Tê-lo-á feito, em maio de 2018, após uma discussão em que caiu ao chão.

A arguida diz que levou um encontrão no ombro que a fez tombar, mas a versão do colega é a contrária, a de que foi ela que caiu após lhe ter dado um empurrão. Outros dois militares do posto corroboram a versão do guarda principal.

Na primeira audiência, a militar disse que o guarda Borges a importunava, com atitudes de cariz sexual, como a de a “tentar beijar” ou de “tentar meter-lhe a mão entre as pernas quando iam numa viatura da Guarda. O que este nega, dizendo que ela, exaltada, o insultou, chamando-lhe “burro”, e o ameaçou, sem razão aparente.

Patrulha

Os factos ocorreram na noite de 19 para 20 de maio de 2018, no posto, quando ambos iam para uma patrulha, depois de terem estado 15 horas em serviço, pago, no rali de Portugal. Patrulha que, ficou sem efeito.

A militar, que é defendida pela advogada Mariana Agostinho, do escritório de João Magalhães, afirmou, ainda, que terá sido alvo de “perseguição através de mensagens” por parte do principal.

“Certa vez, estava eu no posto a fardar-me e ele atirou-me para a cama; aí, eu disse-lhe para sair ou gritava. Noutra ocasião, foi a minha casa, de surpresa, e nas patrulhas de carro metia a mão na minha perna”, contou.

Sobre os factos em julgamento disse que, “naquela noite, ele lhe deu um encontrão: eu apontei-lhe a arma porque, ao cair, esta magoou-me e eu pu-la no chão. Vi que ele me ia pontapear e ameacei-o. Ainda me tentou beijar”, revelou.

Já o guarda Borges disse o contrário, negando o suposto assédio, tese corroborada pelas testemunhas de acusação, que presenciaram a cena: “Fiquei
surpreendido, ela ligou-me exaltada e a dizer-me que eu estava a gozar com ela por nunca mais chegar. Depois, disse que eu era mais um burro que ia aturar e eu pedi satisfações. Então, deu-me um encontrão e atirou-se para o chão. Eu disse-lhe para se levantar, se deixar de fazer fitas e ir trabalhar. Aí apontou-me a arma”, relatou.

Continuar a ler

Alto Minho

Bombeiros de Valença homenageados na Galiza

Confrades de honra de San Telmo

em

Foto: Cortesia de Radio Municipal de Tui

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Valença foi, este sábado, alvo de uma homenagem na catedral da cidade vizinha de Tui, na Galiza (Espanha).

Esta homenagem, fruto de “uma histórica ligação” de apoio ao longo dos 100 anos da corporação portuguesa, foi proposta pela Confraria de San Telmo, baseada naquela cidade espanhola, que reconheceu não só a direção como todo o corpo de bombeiros como “confrades de honra de San Telmo”.

Esteve presente o presidente da direção, Fernando Oliveira, e o comandante do corpo de bombeiros, Miguel Lourenço, assim como outros elementos da direção, do corpo ativo e do quadro de honra daquela instituição.

“A todos os Tudenses, um enorme agradecimento pelo reconhecimento e importante nomeação, que será sem dúvida mais um marco no ano de cumprimento do nosso centenário de vida”, referiu a associação, em comunicado divulgado na sua página de Facebook.

Os Bombeiros de Valença, assim como os serviços de proteção civil, efetuam, ao longo do ano e sob várias valências, uma série de serviços em conjunto com os meios de socorro galegos.

A associação está a celebrar, em 2019, o seu centenário.

Continuar a ler

Braga

Conan Osíris (e respetivo bailarino) atua em Braga no Natal

“Por vezes nem a morte quer saber”

em

Foto: Divulgação

Conan Osíris, o mentor da música vencedora da versão portuguesa do Festival da Canção, “Telemóveis”, está de regresso a Braga para atuar no Theatro Circo, mítica sala de espetáculos da cidade.

O concerto está inserido nas festividades de final do ano e decorre a 27 de dezembro, com os bilhetes já disponíveis para venda.

A chegada do mítico “rapaz do futuro”, que se faz acompanhar por um bailarino durante os concertos, ao Theatro Circo, “acontece após concertos em São Paulo, Berlim, Oslo, Paris e Barcelona, além dos maiores festivais e dos mais prestigiados palcos do nosso país”, anuncia a organização do evento.

“Telemóveis”, “Borrego”, “Amália” ou “Adoro Bolos” são alguns dos temas incontornáveis do cancioneiro de Conan Osiris, para ouvir e ver num espetáculo “que funde os limites da música e da dança numa performance única”.

“Conan apresenta a sua arte numa dualidade, como a própria vida, entre a simplicidade e a complexidade. É o rapaz do futuro que não esquece o passado e faz música normal, para viver e celebrar”, caracteriza a organização.

Terceira vez em Braga

Esta é já a terceira vez que o artista lisboeta se desloca a Braga para atuar. Em 2017, esteve no Theatro Circo, como convidado de um evento que reuniu vários talentos do país em termos de música mais experimental.

Já em 2018, e antes de vencer o concurso nacional da Eurovisão, Conan esteve em Braga, durante a Noite Branca, atraíndo centenas de curiosos e fãs que já conheciam a obra, amplamente divulgada pelas redes sociais.

Continuar a ler

EM FOCO

Anúncio

ÚLTIMAS

Vamos Ajudar?

Reportagens da Semana

Populares