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A promoção “Blackout”, da Worten, provocou uma enchente como nunca antes vista, esta sexta-feira, na loja do Minho Center, em Braga.

Inserida na campanha Black Friday, a cadeia de lojas de eletrodomésticos abriu a loja durante a madrugada, entre as 0:00 e as 02:00 da manhã, e ofereceu grandes descontos a uma multidão de consumidores ávidos por não os deixar fugir.

Black Friday em bomba de gasolina em Guimarães “entope” trânsito

A iniciativa da marca do grupo Sonae decorreu em 12 lojas do país.

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Braga

Agentes da PSP de Braga queixam-se de maus cheiros e baratas nos vestiários

“Há baratas e reina um cheiro nauseabundo a esgoto”

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Foto: Direitos Reservados

Um grupo de agentes da PSP de Braga contesta as péssimas condições existentes no vestiário, no edifício do Comando Distrital, onde “há baratas e reina um cheiro nauseabundo a esgoto”.

Ao que O MINHO soube, alguns dos agentes colocaram, no local, dois avisos em papel para os restantes colegas: um diz que não há eletricidade e o outro que, por vezes, há esgotos no chão do espaço, pelo que é preciso cuidado para não os pisarem.

Contactada a propósito, a Polícia, através das Relações Públicas, esclareceu que já foram feitas duas desinfestações e que se está a estudar uma forma de resolução do problema dos esgotos.

Foto: Direitos Reservados

Os guardas em questão dizem que o vestiário, onde diariamente todos mudam a farda, não tem condições de dignidade para quem trabalha na Esquadra: “a zona nem sequer tem luz. É preciso ir buscar extensões elétricas e prender uma lâmpada ao teto”, lamentou um dos agentes, esta semana, em declarações ao Jornal de Notícias.

Os polícias dizem que estão “cansados” de alertar os superiores para as más condições do espaço e não entendem porque é que foram feitas obras nas celas anexas, e não se fizeram no vestiário.

A Esquadra está num edifício, o Palácio dos Falcões, que foi mandado construir por Francisco de Meira Carrilho, cónego da Sé de Braga, em 1703. Foi comprado em 1886 pelo estado português para albergar o Governo Civil de Braga. Há mais de 20 anos que a PSP pede um novo quartel na cidade, mas, apesar de promessas nesse sentido, continua aquartelada no velho Palácio.

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Braga

Detido homem de 60 anos por agredir ex-companheira em Braga

Mulher apresentava “vários ferimentos”

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A PSP deteve em Braga um homem de 60 anos por agressões à ex-companheira, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a PSP refere que a mulher apresentava “vários ferimentos”.

Indiciado por violência doméstica, o detido vai ser levado ao Tribunal Judicial da Comarca de Braga, para primeiro interrogatório e aplicação das respetivas medidas de coação.

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Braga

Supremo mantém penas máximas para cinco arguidos do processo Máfia de Braga

25 anos

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Supremo Tribunal de Justiça manteve hoje as penas de 25 anos de prisão a cinco dos arguidos do processo ‘Máfia de Braga’ e reduziu de 23 para 19 anos de cadeia a pena de um sexto arguido.

Em 20 de dezembro de 2017, o Tribunal de São João Novo, no Porto, condenou os irmãos Pedro, Adolfo e Manuel Bourbon, Rafael Silva, Hélder Moreira e Emanuel Paulino (conhecido como o Bruxo da Areosa) à pena máxima, por sequestro, homicídio e profanação de cadáver de João Paulo Fernandes, um empresário de Braga, cujo corpo foi dissolvido em ácido sulfúrico.

Após recurso dos arguidos, em 17 de outubro de 2018, o Tribunal da Relação do Porto manteve cinco penas máximas e reduziu para 23 anos de cadeia a condenação do arguido Hélder Moreira, dono dos armazéns onde os crimes ocorreram, tendo todos os arguidos recorrido para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o acórdão do STJ, a que a agência Lusa teve hoje acesso, o coletivo de juízes, composto pelos conselheiros Santos Cabral (presidente), Raul Borges e Pires da Graça (relator) negou provimento aos recursos apresentados pelos irmãos Pedro, Adolfo e Manuel Bourbon, por Rafael Silva e por Emanuel Paulino (conhecido como o Bruxo da Areosa), mantendo as penas máximas.

Quando ao arguido Hélder Moreira, o STJ deu “parcial provimento” ao recurso do arguido, condenando-o como cúmplice do crime de homicídio qualificado na pena de 15 anos de prisão. Em cúmulo jurídico, o Supremo aplicou-lhe a pena única de 19 anos de cadeia, reduzindo em quatro anos a condenação (23 anos de prisão) determinada anteriormente pelo Tribunal da Relação do Porto.

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