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A promoção “Blackout”, da Worten, provocou uma enchente como nunca antes vista, esta sexta-feira, na loja do Minho Center, em Braga.

Inserida na campanha Black Friday, a cadeia de lojas de eletrodomésticos abriu a loja durante a madrugada, entre as 0:00 e as 02:00 da manhã, e ofereceu grandes descontos a uma multidão de consumidores ávidos por não os deixar fugir.

Black Friday em bomba de gasolina em Guimarães “entope” trânsito

A iniciativa da marca do grupo Sonae decorreu em 12 lojas do país.

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Braga

Julgamento de alegada corrupção nos TUB prossegue esta quinta-feira

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Novos autocarros elétricos. Foto: Facebook de Município de Braga (Arquivo)

O ex-administrador dos Transportes Urbanos de Braga, TUB, Vítor Sousa já foi interrogado. Agora é a vez dos restantes arguidos, o primeiro dos quais Luís Paradinha, ex-diretor comercial da MAN que está acusado de corrupção ativa na venda de autocarros daquela marca alemã.

O julgamento continua, esta quinta-feira, no Tribunal de Braga. Para além de Paradinha, falta ouvir o ex-diretor do departamento de Manutenção da empresa municipal, Luís Vale, já que, a outra arguida, a ex-vogal do Conselho de Administração, Cândida Serapicos, disse, no começo, que, de momento, não falaria.

O coletivo de juízes e o Ministério Público terminaram, nas primeiras duas audiências, a audição de Vítor Sousa, o qual foi garantindo que nunca recebeu “luvas” pela aquisição de 13 autocarros, e dizendo que se tratou de uma “cilada” do antigo proprietário da concessionária local da MAN – Abílio Menezes da Costa, já falecido.

Um dos problemas que se coloca aos três juízes, e que ainda ninguém levantou em audiência, é o de decidir se o testemunho do empresário, a principal testemunha no processo, será válido já que o não pode repetir em julgamento.
Artur Marques, advogado que defende Vítor Sousa, entende que as declarações que prestou à PJ/Braga não têm validade jurídica, dado que não foram registadas em vídeo “para memória futura”, conforme prevê o Código de Processo Penal.
A mesma posição deve ser tomada pelos juristas Marcelino Pires e Célia Borges – que representam Cândida Serapicos – e por Paulo Monteiro, advogado do ex-diretor do departamento de manutenção dos TUB, Luís Vale.

O julgamento tem já sessões marcadas para fevereiro e março, mas o elevado número de testemunhas arroladas, deacusação e de defesa, deixam antever que se prolongará até abril ou maio.

Na última sessão, e questionado pelo coletivo de juízes, Vítor Sousa voltou a garantir que “nunca recebeu qualquer verba” das mãos do representante local da MAN, Abílio Costa (já falecido) como “luvas” pela compra de 13 autocarros, entre 1999 e 2009, período em que geriu a empresa municipal.

O julgamento abrange, ainda, a própria filial nacional da MAN- Trucks & Bus Portugal.

Os dois ex-administradores dos TUB estão acusados de corrupção passiva para ato ilícito e de gestão danosa, enquanto que o ex-diretor responde por corrupção passiva. Os outros dois arguidos estão acusados por corrupção ativa em prejuízo do comércio internacional.

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Braga

Nova descarga no Rio Este denunciada pelo “Braga para todos”

Movimento acusa os partidos de oposição de inércia

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Foto: Divulgação

O movimento “Braga para todos” volta a denunciar mais uma descarga no Rio Este, “nove dias” depois da última denúncia.

“Quem o faz tem consciência do crime praticado” diz Elda Fernandes do Movimento, “e este desrespeito sem igual pelo rio deve ser severamente punido”.

Para a responsável do “Braga para todos” esta situação já “ultrapassa qualquer possibilidade de acidente” porque “quem a faz sabe o dano que provoca. Está a brincar com as autoridades, com os bracarenses e com o próprio rio”.

A nova descarga aconteceu no início do dia da passada segunda-feira, “com forte probabilidade de ter a mesma proveniência, isto só pode ser de alguma indústria. Só pode ser alguém que para evitar custos, usa o rio para se livrar de produtos líquidos, e fá-lo mostrando que não tem qualquer respeito por ninguém”.

É ainda feito um apelo a todos os bracarenses “incansáveis no apoio a políticas ambientais e nas denúncias dos crimes”, que continuem a fazer as suas queixas junto das entidades municipais e da polícia e GNR.

As críticas do Movimento estendem-se não só à ação do pelouro do ambiente da Câmara de Braga mas também aos partidos da oposição que “não fazem o seu papel. Andam perdidos em temas populistas para chamar atenção, apenas representando a sua vontade e não das pessoas. Outros parece que estão de férias há muito tempo porque ignoram os apelos das pessoas, da sociedade civil e dos movimentos”.

O pelouro do Ambiente já fez saber que tem enviado todas as queixas que lhe chegam parta as autoridades competentes.

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Póvoa de Lanhoso

Identificado suspeito de chamada falsa que mobilizou 36 operacionais na noite de Natal

O detido incorre num crime de abuso e simulação de sinais de perigo, punível com pena de prisão até um ano ou com multa até 120 dias

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Foto: O Minho/Arquivo

A GNR identificou um jovem de 21 anos da Póvoa de Lanhoso pela presumível autoria de uma chamada falsa para o 112 na noite de Natal, dando conta de um acidente com quatro vítimas encarceradas naquele concelho.

Fonte da GNR disse hoje à Lusa que o jovem foi identificado na terça-feira, no decorrer de uma busca domiciliária, de que resultou também a apreensão do telemóvel que terá sido usado para a chamada falsa.

Os factos remontam a 24 de dezembro, pelas 20:26, quando vários meios de socorro foram acionados pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga para a freguesia de Vilela, naquele concelho, para uma alegada colisão entre dois veículos ligeiros, com quatro vítimas encarceradas.

“Quem fez a chamada, deu dados muito concretos e precisos”, referiu a fonte.

Para o local, foram mobilizadas seis ambulâncias de socorro, um veículo de desencarceramento, um veículo de comando tático, um veículo de desencarceramento e duas viaturas médicas de emergência e reanimação, além da GNR da Póvoa de Lanhoso, num total de 36 operacionais.

No entanto, tratou-se de uma chamada falsa.

O detido incorre num crime de abuso e simulação de sinais de perigo, punível com pena de prisão até um ano ou com multa até 120 dias.

O caso está entregue ao Ministério Público.

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