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Viana do Castelo

Barroselas Metalfest com 15 bandas anunciadas, duas delas ligadas à extrema-direita

Ambas as bandas negam as acusações e rejeitam as associações políticas.

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Foto: Divulgação

O Barroselas Metalfest de 2020 vai levar à vila do concelho de Viana do Castelo nomes como Morbid Saint, Gorod, Gutalax, Birdflesh, entre outros, para além de duas bandas acusadas de ligações à extrema-direita como Horna e MGLA.

O anúncio das 15 bandas que se juntam aos cabeças de cartaz Autopsy – e inclui os portugueses Equaleft, Gaerea e Midnight Priest – foi feito hoje por via do Facebook do festival que vai decorrer de 29 de abril a 02 de maio do próximo ano, para a sua 23.ª edição.

Quer os finlandeses Horna quer os polacos MGLA (que estiveram em Lisboa e no Porto em setembro) já viram cancelados concertos, depois de acusações de que pertenceriam ao movimento de Black Metal National Socialist (NSBM, na sigla em inglês).

Os primeiros, por trabalhos prévios do guitarrista Ville Iisakki Pystynen, que pertenceu a uma banda responsável por faixas com títulos como “Agonia Branca” e letras de apelo a um “melhor Reich”.

No caso de MGLA, um dos dois elementos da banda já lançou uma faixa com o título “Judenfrei” (“Livre de judeus”, em tradução livre) e o outro membro do grupo está ligado à banda neonazi Infernal War. Ambas as bandas negam as acusações e rejeitam as associações políticas.

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Alto Minho

Viana do Castelo investe 2,4 milhões na requalificação de zona habitacional em Darque

Quinta da Bouça

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Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo

A requalificação da Quinta da Bouça, em Darque, por 2,4 milhões de euros, vai avançar após um acordo de gestão celebrado entre a Câmara de Viana do Castelo e a Infraestruturas de Portugal (IP), foi hoje divulgado.

Em comunicado enviado às redações, a Câmara de Viana do Castelo explicou que o acordo agora formalizado “permite ao município avançar com a requalificação do espaço público da Quinta da Bouça, na freguesia de Darque, qualificando esta zona de habitação multifamiliar com execução de ciclovias, vias pedonais e ajardinamento junto da Estrada Nacional (EN) 13.

A obra, integrada no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), prevê, além “da construção daqueles percursos, a sua conservação, manutenção e limpeza, contribuindo, deste modo, para a melhoria das condições de acessibilidade e segurança da circulação ciclável e pedonal local, em alternativa à rede viária”.

“A IP verificou que a solução apresentada é adequada, visando a garantia das condições de sustentabilidade ambiental, de fluidez de tráfego e segurança da circulação”, lê-se ainda no documento.

Segundo o projeto, “o espaço público apresenta-se desprovido de áreas verdes, de mobiliário urbano, com o pavimento degradado e existem algumas zonas em terra”.

“Verifica-se a projeção de elementos (escadas e rampas) para o espaço público, resultando numa série de fatores que contribuem para um espaço amorfo e confuso. Todos estes fatores contribuem para a degradação do espaço público e consequente diminuição da qualidade de vida da população aí residente”, indica a memória descritiva do projeto de requalificação.

A empreitada pretende “requalificar uma zona de habitação multifamiliar ajustada aos novos imperativos de ordenamento do território e de qualificação ambiental”.

Segundo o município, “a implementação desta área residencial tem como objetivos gerais qualificar o ambiente urbano, a promoção e valorização da qualidade ambiental através da redefinição de aéreas de circulação automóvel e pedonais, a implementação de um corredor para bicicletas (ciclovia) paralelamente à EN 13, e complementado por zonas arborizadas áreas ajardinadas, reordenamento de estacionamento público de apoio à área comercial e residencial”.

A intervenção prevê “a substituição dos materiais ou recuperação dos existentes nos arruamentos e a criação e reorganização de bolsas de estacionamento, de forma a introduzir melhorias significativas na acessibilidade e mobilidade, promovendo conjuntamente a circulação pedonal e ciclovia nestes espaços”.

A proposta prevê ainda a eliminação dos muros existentes contíguos à EN 13.

Ao abrigo do PEDU, “a Câmara Municipal está a investir, até 2020, 20 milhões de euros em 30 diferentes projetos, cuja intervenção é focada nas Áreas de Reabilitação Urbana (ARU)”.

O PEDU, financiado por fundos do programa Portugal 2020, visa a qualificação do sistema urbano, do ponto de vista da mobilidade sustentável, regeneração urbana e ação integrada para as comunidades desfavorecidas.

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Braga

Detido por ameaçar a mulher de morte em Braga

Violência doméstica

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem de 59 anos foi detido pela PSP depois de ter ameaçado de morte a esposa, numa audiência de julgamento na quarta-feira, em Braga, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a PSP dá conta da detenção, ocorrida cerca das 10:00 horas na cidade de Braga, depois de os agentes terem constatado que o homem continuava a proferir “vários insultos e ameaças”, entre as quais de morte, perante a esposa.

Face ao referido, foi o mesmo detido, sendo presente hoje no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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Alto Minho

Última plataforma do projeto WindFloat está a caminho de Viana do Castelo

EDP

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Foto: EDP

O projeto WindFloat Atlantic cumpre hoje mais uma etapa, com a saída da terceira e última plataforma do porto de Ferrol, na Galiza, em Espanha, ao início da manhã rumo à costa de Viana do Castelo, em Portugal.

A torre eólica demorará três dias até chegar ao seu destino, a 20 quilómetros ao largo da costa portuguesa, onde está a ser construído o primeiro parque eólico flutuante ‘offshore’ da Europa continental, refere a EDP em comunicado.

A operação estará concluída quando esta última plataforma se acoplar ao sistema de amarração criado naquela zona do oceano e for ligada às outras duas estruturas já existentes no parque eólico em alto mar.

Com uma capacidade instalada de 25 megawatts (MW), quando estiver operacional, o parque eólico será capaz de gerar energia suficiente para fornecer o equivalente a 60 mil famílias por ano.

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