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Região

Atenção, Braga e Viana: Aviso amarelo com chuva e vento de 100 quilómetros

IPMA

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Foto: DR / Arquivo

Os distritos de Braga e Viana do Castelo estão, a partir das 18:00 horas desta terça-feira, sob aviso amarelo devido à previsão de vento, anunciou hoje o Instituto Português de Mar e Atmosfera (IPMA).


O aviso ficará em vigor até às 06:00 horas de quarta-feira, com previsões de vento sul com rajadas até 80 quilómetros no litoral e até 100 quilómetros nas terras altas.

Também a chuva virá com intensidade durante a madrugada desta quarta-feira, diz a mesma fonte, motivando novo aviso.

Entre as 03:00 e as 09:00 horas, prevê-se períodos de chuva, por vezes forte, estando ambos os distritos em aviso amarelo.

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Braga

Há 15 casos ativos de covid-19 no concelho de Braga

Pandemia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O concelho de Braga registava, até ao final da tarde desta segunda-feira, 1.425 casos acumulados de infetados com covid-19 desde o início da pandemia, mais seis do que na passada quarta-feira, apurou O MINHO junto de fonte local da saúde.

Destes, 1.336 estão recuperados, ou seja, mais onze desde o último balanço feito pelo nosso jornal. Lamentam-se ainda 74 óbitos, número que permanece igual desde o passado dia 16 de junho.

Existem, atualmente, 15 casos ativos de covid-19 em todo o concelho de Braga.

Estes dados são apurados por O MINHO junto de fonte local do setor da saúde e não coincidem com os divulgados pela Direção-Geral de Saúde (DGS), no qual o concelho de Braga regista 1.280 acumulados.

Covid-19: Mais 3 mortos, 157 infetados e 89 recuperados no país

Portugal regista hoje mais 3 mortes e 157 novos casos de infeção por covid-19, em relação a domingo, segundo o boletim diário da DGS.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 52.825 casos de infeção confirmados e 1.759 mortes.

Há 38.600 casos recuperados, mais 89.

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Alto Minho

Paredes de Coura exige acesso mais “flexível e ágil” a fundos comunitários

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O presidente da Câmara de Paredes de Coura exigiu hoje mais “flexibilidade e agilidade” no acesso, pelas autarquias, aos fundos comunitários, considerando que o modelo atual “não se adequa”, às “oportunidades e necessidades” de investimento.

“O atual modelo não é ágil, bem como não se adequa, na maior parte das vezes, às oportunidades de investimento ou às necessidades, no momento, das diversas autarquias. Quantas vezes uma autarquia precisa de um apoio em determinada área para estimular um investimento e ele não está disponível ou, quando existe, é irrisório”, afirmou o socialista Vítor Paulo Pereira, citado numa nota, hoje, enviada às redações

De acordo com o documento, o autarca socialista de Paredes de Coura, que falava durante a sessão evocativa do Dia do Concelho, hoje celebrado, “muitas vezes os fundos assentam na inflexibilidade de um pronto-a-vestir”.

“Entramos à procura de um fato tamanho 50 e acabamos por trazer vestido o tamanho 56. São muitas as autarquias, neste momento, com as calças pelo meio da perna ou com as mangas do casaco demasiado compridas. A figura muitas vezes não é a mais bonita e nem sempre a culpa é das autarquias, que nos últimos anos evoluíram muito”, disse.

O presidente da Câmara de Paredes de Coura insistiu serem “precisos fundos comunitários que apoiem os planos estratégicos das autarquias, bem definidos e com estudos de viabilidade económica e financeira, e não sirvam apenas para simplesmente acudir a necessidades pontuais, apesar de necessárias, das autarquias”.

“Se nada mudar continuaremos a acudir a tudo e sem planeamento, quando o que as autarquias querem é que sejam elas a decidir o que pretendem para o território, porventura até com o mesmo dinheiro, mas com a capacidade de decidir onde investi-lo e na melhor altura, sem estar à espera que abra o próximo aviso. Se nada mudar continuaremos a estar sujeitos ao pronto a vestir ou ao ‘stock’ existente ou, em último lugar, às visões do Estado que tem a pretensão de decidir o que é melhor para nós”, argumentou.

Para o socialista Vítor Paulo Pereira, “há muita gente inquieta a discutir a orgânica das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), mas ninguém está verdadeiramente preocupado com a estrutura e o modo como os fundos estão organizados, que é o assunto mais estratégico para o desenvolvimento dos concelhos e da região”.

“Paredes de Coura tem uma visão para o território e uma estratégia para o seu futuro com uma definição de objetivos claros de desenvolvimento económico e de coesão social, suportadas em políticas de desenvolvimento industrial inovadoras que promovem o emprego e diversificam os setores produtivos”, referiu.

Vítor Paulo Pereira apontou que “Paredes de Coura compete hoje, sem medo, pela captação por grandes investimentos com outros centros mais fortes, acrescentando que “brevemente” o município “apresentará investimentos que abrirão as portas de um novo ciclo de desenvolvimento industrial centrado na tecnologia e no conhecimento”.

“A nova ligação da A3 ao parque industrial de Formariz, orçada em 9,5 milhões de euros e a requalificação e expansão do parque empresarial com o valor total de 1,8 milhões de euros permitirão a fixação de novas empresas que diversificarão o tecido industrial e colocarão Paredes de Coura no grupo dos concelhos mais exportadores do norte do país”, afirmou.

Segundo o autarca, aquela estratégia foi “desenhada em complementaridade com uma nova estratégia para habitação, a preços compatíveis com os rendimentos das famílias ou a preços controlados, condição fundamental de sustentabilidade, que ainda arrancará este ano”.

No Dia do Concelho, que coincide com o dia “em que os courenses recorda os Combates de Travanca, quando em 1662 rechaçaram o exército castelhano e demonstraram fidelidade a D. João IV”, a Câmara prestou o seu “apreço e reconhecimento públicos a alguns dos mais notáveis filhos da terra, que desempenharam funções de grande dedicação em campos tão diferentes como o voluntariado, ensino e serviços municipais, servindo também de exemplo para como enfrentar o futuro nestes tempos de adversidade”.

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Braga

“O marido da motorista da Uber diz que me vai matar”, alega taxista em Braga

Agressões

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Foto: DR / Arquivo

“Pedi hoje proteção à PSP de Braga. O marido da motorista da Uber que me acusa, infundadamente, de agressão e de insultos xenófobos anda de pistola e diz que, se me encontrar, me vai matar”, disse a O MINHO o taxista, que solicitou o anonimato.

O profissional de transportes  afirmou que a versão da motorista de TVDE (serviço de “transporte individual e remunerado de passageiros em veículos descaraterizados a partir de plataforma eletrónica) – vulgo Uber – sobre o seu comportamento num incidente ocorrido há uma semana junto ao estacionamento do centro comercial Braga Parque “é falso”.

Na sua versão, a motorista Liane Silva, de nacionalidade brasileira, estava mal estacionada na zona, o que impedia o seu táxi de sair do aparcamento: “pedi-lhe para sair, ela fez apenas uma manobra insuficiente, de tal modo, que eu corria o risco de embater no carro da frente”.

“Saí do meu carro e dirigi-me a ela, sem qualquer ameaça ou agressão. Pegámo-nos de razões e eu apenas lhe disse que, enquanto imigrante ela devia respeitar as regras do país que a acolhe. No meio da conversa, usei a expressão: ”puta que pariu”! Ela entendeu que eu a estava a chamar-lhe puta e insultou a minha mãe”, explica.

O taxista nega ter batido na mulher, garantindo que só lhe pôs a mão no queixo e diz que lhe tirou o telemóvel, não para o roubar, mas porque ela começou a fotogrfá-lo, sem autorização”.

Aceita ter dado um murro num dos seguranças do Braga Parque chamados pela uberista, e assume a resptiva responsabilidade: “não sou racista, nem xenófobo, nem contra os brasileiros. E nem tenho nada contra os TVDE’s, agora que estão legais”, reafirma, garantindo que, também ele se queixará à justiça do caso.

Imigrante queixa-se

Conforme O MINHO noticiou, a cidadã brasileira apresentou queixa na PSP de Braga contra um taxista que a terá agredido: “Já tenho advogada! Vou, também, queixar-me ao Tribunal por agressão e atitudes racistas e xenófobas, devido aos insultos e ameaças que proferiu por eu ser brasileira”, disse Liane Silva, em declarações ao MINHO.

O caso ocorreu no começo desta semana junto à porta lateral daquele centro comercial: a motorista estava estacionada e o taxista chegou, começando a dizer-lhe que não podia parar ali, passando a importuná-la e agredi-la. Tirou-lhe, também, o telemóvel quando ela se predispôs a chamar a Polícia, levando-o para um carro particular que lhe pertencia”, sublinha a Eliane.

De seguida, a cidadã chamou o segurança do Bragaparque, dizendo-lhe que o taxista lhe furtara o telefone, só que – garante – também este foi agredido, tendo, por isso, recebido tratamento hospitalar. Nesse entretanto, a equipa de segurança do espaço chamou a PSP, que identificou o alegado agressor.

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