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Guimarães

“As marcas identitárias dos meus mandatos são a ambiental, a social e a territorial”

Domingos Bragança

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Foto: Divulgação

O atual presidente da Câmara de Guimarães, no final de tarde deste sábado, no pátio da Universidade das Nações Unidas, na antiga fábrica Freitas & Fernandes, fez um balanço de quatro anos de mandato, destacando como “marcas identitárias” as questões ambientais, sociais e territoriais.

Perante os candidatos às juntas de freguesia, o edil salientou o que considera terem sido as marcas da sua atuação. A apresentação da Memória do Mandato 2017-2021, Guimarães, Uma História com Futuro, iniciou com a visualização de um vídeo que mostrou alguns dos projetos executados, como são exemplo a 1.ª fase da ecovia, a construção da escola EB 2,3 de Caldas das Taipas, as requalificações da EB1 de Fafião e da a Escola Básica de Vermis, Moreira de Cónegos, a construção do Adarve da Muralha, o desnivelamento do Nó de Silvares e toda a requalificação viária envolvente e a reabilitação e refuncionalização do Teatro Jordão e Garagem Avenida, mencionando apenas algumas.

Na sua intervenção, Domingos Bragança, que é novamente candidato a presidente da Câmara Municipal pelo PS às próximas eleições autárquicas, fez questão de salientar a proximidade. Domingos Bragança insistiu na ideia de que é com o envolvimento de todos que as ideias vão solidificando e ganhando a forma final: “Queremos continuar a ouvir as preocupações de toda a comunidade e a conhecer os seus projetos de futuro. Estar atento e ouvir os cidadãos é uma condição necessária para se estar na vida pública. Todos queremos um futuro bom para o coletivo, para Guimarães”.

Como marcas do seu mandato, Domingos Bragança destacou a Sustentabilidade Ambiental, mencionado os méritos do programa educativo ambiental Pegadas, dos projetos para as Ecovias do Ave e Selho, do trilho da biodiversidade, entre o Parque da Cidade e a Penha, da nova concessão dos transportes públicos e do número de autocarros elétricos da futura frota; a Ação Social, nomeadamente os apoios às IPSS e aos mais necessitados; a Coesão Territorial, materializada através dos fortes investimentos em todas as freguesias, através de requalificações de enorme qualidade, a exemplo do que sucede no centro da cidade, apontando como exemplo a recente requalificação do adro da Igreja de São Cosme e São Damião da Lobeira, em Atães.

“As marcas identitárias dos meus mandatos são a ambiental, a social e a territorial”

O autarca destacou ainda a Educação, a Cultura e a Ciência, “pois através delas se constrói um território onde as pessoas são mais empoderadas, criativas, sensíveis, inovadoras e munidas do conhecimento necessário para que Guimarães se possa desenvolver em todas as suas dimensões”.

A terminar, o candidato lembrou que ainda estão em curso obras como a Escola-Hotel do IPCA, que poderá receber cerca de 500 alunos, e a requalificação do Teatro Jordão e da Garagem Avenida, que dará uma nova vida cultural ao quarteirão de Couros, com o concurso de cerca de 1000 alunos que animarão artística e culturalmente a cidade.

Para Domingos Bragança, “só vale a pena estar na política com ousadia e coragem, de que são exemplo estes projetos verdadeiramente transformadores para Guimarães”.

“A história de futuro de Guimarães só valerá a pena se, com ousadia, imaginação e sonho, envolver todos”, terminou Bragança.

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