Seguir o O MINHO

Guimarães

André Coelho Lima, de Guimarães, nomeado vice-presidente do PSD

Anunciou Rui Rio

em

Foto: Divulgação / PSD (2020)

O presidente do PSD, Rui Rio, anunciou este sábado que terá dois novos vice-presidentes, o deputado André Coelho Lima, que já era vogal da Comissão Política, e a deputada e ex-autarca de Rio Maior Isaura Morais.


Quem é André Coelho Lima, o cabeça de lista do PSD por Braga

Deixam o cargo de vice-presidentes Elina Fraga e o presidente da Comissão Política Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro.

Mantêm-se como vice-presidentes David Justino, Isabel Meireles, Nuno Morais Sarmento e Salvador Malheiro.

José Silvano mantém-se no cargo de secretário-geral e o porta-voz para as Finanças Públicas, Joaquim Sarmento, sobe a vogal da Comissão Política Nacional (CPN).

O anúncio das listas foi feito pelo próprio presidente do PSD no púlpito do 38.º Congresso do PSD e Rio admitiu que esta era uma tarefa “que é impossível correr bem”.

“É uma tarefa que tem tudo para correr mal, acho que vai só correr um bocadinho de nada mal”, ironizou, agradecendo a todos os que tremiam funções e dizendo que “aqueles que hoje saem amanhã podem entrar outra vez”.

Rio manteve o mesmo número de ‘vices’, seis, e o mesmo equilíbrio entre géneros: quatro homens e duas mulheres.

Já vogais da CPN passam dos atuais nove (Rui Rocha foi eleito no último congresso, mas demitiu-se no ano passado) para dez e seis são novidades, entre as quais Joaquim Sarmento e a ex-deputada Fátima Ramos.

O presidente do grupo parlamentar do PSD/Açores, Luís Maurício, os ex-candidatos às europeias Ricardo Morgado (12.º lugar) e Paula Calado (18.ª posição) e a ex-deputada Paula Cardoso completam o leque de novos vogais.

Mantêm-se na CPN António Carvalho Martins, Maló de Abreu, António Topa e Manuel Teixeira.

Deixam a direção do partido, além dos dois vice-presidentes, os até agora vogais Cláudia André, João Cunha e Silva, Graça Carvalho e Ofélia Ramos.

Dos dez vogais, 30% são mulheres, idêntica percentagem à lista anterior.

Anúncio

Guimarães

Guimarães cria equipas de apoio aos lares

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CM Guimarães

A Câmara de Guimarães vai disponibilizar aos lares equipas de apoio devidamente formadas para dar resposta à eventual diminuição de pessoal resultante da imposição de isolamento profilático, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município refere que será constituída uma bolsa de 40 a 50 pessoas, que estão a ser formadas pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional e que terão posteriormente o apoio da Segurança Social e da Cruz Vermelha na resposta que darão às necessidades que forem surgindo nos lares.

“Trata-se de uma bolsa de profissionais contratados, que estarão aptos a substituir, temporariamente, os funcionários que se vejam incapacitados de exercer as suas funções”, sublinha.

Segundo o presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, em causa está uma “medida preventiva” para garantir que os utentes dos lares se mantenham no seu local habitual, “evitando assim problemas relacionados com a sua saúde mental ou mesmo com morbilidades que possam ter”.

No lar do Centro Social Irmandade de São Torcato, em Guimarães, registaram-se na última semana 43 casos positivos de covid-19, entre 34 utentes e nove funcionários.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 961.531 mortos e mais de 31,1 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.920 pessoas dos 69.200 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Continuar a ler

Ave

Juiz manda prender homem que insultou, ameaçou e agrediu PSP em Guimarães

Agente teve de receber tratamento hospitalar

em

Foto: DR

O Tribunal de Guimarães aplicou prisão preventiva a um homem de 44 anos por injúrias, ameaças e agressão a um agente da PSP, naquela cidade, anunciou hoje aquela força policial.

Em comunicado, a PSP refere que o agente teve de receber tratamento hospitalar.

Acrescenta que o suspeito “está referenciado por vários ilícitos criminais” e estava em prisão domiciliária, com vigilância eletrónica, tendo desrespeitado essa medida de coação.

Os factos ocorreram na sexta-feira, na sequência de uma “desordem” numa instituição bancária, tendo o agente da PSP encontrado o suspeito “completamente alterado, a gesticular contra um casal”.

Perante a intervenção do agente, o suspeito terá começado a injuriar e ameaçar o polícia, “gesticulando com o punho cerrado, ameaçando-o de que lhe partia a cabeça”, chegando a dar-lhe um empurrão e um soco no pescoço.

Segundo o comunicado, trata-se de uma pessoa “extremamente violenta”, que só foi possível algemar com a ajuda de mais dois polícias e mais dois elementos pertencentes à GNR, “que por coincidência estavam a passar no local”.

Continuar a ler

Guimarães

Guimarães leva nova marca à maior feira de calçado mundial

Ambituous, de São Torcato

em

A “coragem” e “resistência” das 33 empresas portuguesas de calçado que participam na maior feira do setor, em Milão, Itália, contrastava hoje com a reduzida afluência de visitantes ao certame, cujo primeiro dia foi uma sombra de edições anteriores.

Durante uma visita à comitiva portuguesa, o secretário de Estado Adjunto e da Economia, João Neves, reconheceu que esta edição da feira é “diferente de todas”, mas sublinhou “a importância da presença de um número muito expressivo de empresas portuguesas [33], em circunstâncias muito difíceis”.

Desvalorizando a perda de peso da comitiva nacional no contexto global de “expressiva diminuição” do total de expositores e de visitantes esperados, João Neves preferiu destacar a “capacidade de resistência” dos participantes e o facto de que “quem vem a uma feira como esta vem para fazer negócio e não para ver as tendências do mercado, como noutras edições porventura aconteceu”.

“Portanto estamos esperançados que, do ponto de vista do negócio possa ser uma feira positiva”, sustentou.

Uma opinião partilhada pelo ‘brand manager’ da Ambitious, a marca própria da empresa de Guimarães Celita, para quem a presença nesta edição da MICAM “é um sinal de coragem e de proximidade que é preciso dar aos retalhistas”.

“Esta estação foi difícil de planear, mas assim que foi possível recomeçámos as nossas viagens e estou há já duas semanas na estrada. Os nossos clientes não vão poder viajar tanto, por isso temos de estar mais próximos deles”, disse à agência Lusa Pedro Lopes.

Com exportações para 47 mercados, muitos dos quais extracomunitários, a empresa considera que a ausência de compradores de fora da Europa, dadas as restrições impostas pela pandemia, “é a maior quebra” nesta edição do evento.

“Mas não é por isso que a feira deixa de fazer sentido, até porque a Itália é o nosso principal mercado”, acrescenta.

Após ter faturado 20 milhões de euros em 2019, a Celita prevê terminar este ano com uma quebra de “15 a 20%” nas vendas, com o “melhor início de ano de sempre” que estava a registar até à explosão da pandemia a permitir compensar, em parte, o mês de paragem total em abril e a quebra de atividade dos restantes meses.

Face ao apelo de alguns dos industriais portugueses para que o Governo não afrouxe os apoios às empresas, o secretário de Estado Adjunto e da Economia assumiu a “responsabilidade” do executivo de “ter uma palavra forte de suporte às atividades económicas”.

“Continuaremos a apoiar os empresários e os trabalhadores para manter as empresas e os empregos”, garantiu João Neves, atribuindo a menor adesão das empresas às medidas sucedâneas do regime transitório de ‘lay-off’ simplificado ao retomar progressivo da atividade.

Embora admitindo uma adaptação das medidas de apoio em caso de deterioração das conjuntura, até porque “o clima é de enorme incerteza”, o governante quase excluiu um regresso por muitos defendido do ‘lay-off’ simplificado no Orçamento do Estado para 2021: “Penso que não estamos nessa fase”, disse.

Já o secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, que acompanhou João Neves na visita à comitiva portuguesa na MICAM, destacou que, “apesar de todas as restrições, o setor de bens teve em julho um decréscimo de apenas 7% face ao mês homólogo de 2019” e tem vindo “progressivamente a diminuir o ‘gap’” relativamente ao ano anterior.

“Os exportadores portugueses foram cruciais para que Portugal saísse da última crise. Foram, em grande medida, uns heróis e desta vez não vai ser diferente, serão os exportadores e estas empresas que vão fazer com que Portugal ultrapasse este momento particularmente difícil em todo o mundo”, considerou.

*** Patrícia Dinis, enviada da agência Lusa ***

*** A jornalista viajou a convite da Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos (APICCAPS) ***

Continuar a ler

Populares