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Alto Minho

Alto Minho entre os 100 destinos mais sustentáveis do mundo (pelo 3.º ano seguido)

Turismo

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Foto: DR

O distrito de Viana do Castelo integra, pela terceira vez consecutiva, a lista dos 100 melhores destinos sustentáveis do mundo no âmbito da iniciativa “Top 100 Sustainable Destinations 2020”, foi hoje divulgado.


Em comunicado enviado às redações, a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, que agrega os 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo, adiantou que o anúncio oficial foi feito na terça-feira, durante a Conferência Global Green Destinations Days, a decorrer este ano ‘online’ devido à pandemia de covid-19.

A região do Alto Minho abarca os concelhos de Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira, com uma área total de 2.210 quilómetros quadrados.

Segundo a CIM do Alto Minho, aquele “selo de qualidade” tem como principal objetivo “destacar histórias de sucesso e trocar boas práticas para tornar os destinos turísticos mais sustentáveis, gerando benefícios para as comunidades locais e para os viajantes, bem como serem uma fonte de inspiração para outros destinos e agentes turísticos”.

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Alto Minho

Comandante dos Bombeiros de Arcos de Valdevez louvado pela Proteção Civil

Bombeiros

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Comandante Filipe Guimarães. Foto: Fernando André Silva / O MINHO (Arquivo)

O Comandante dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, Filipe Guimarães, recebeu a distinção de mérito da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) na passada quarta-feira, dia 18 de novembro de 2020, com um voto de louvor, foi hoje anunciado.

A associação humanitária dá conta da distinção através das redes sociais, citando o documento que enaltece “as suas excelentes qualidades pelas quais tem pautado toda a sua conduta ao comando do Corpo de Bombeiros Voluntários da Mui Nobre Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez”.

Destaca ainda a ANEPC o dinamismo e a “excelente preparação técnica e invulgar capacidade de trabalho e iniciativa, persistência e esforço constante”, do comandante na proteção e socorro da comunidade.

Voto de louvor. Foto: BVAV

Foto: BVAV

A cerimónia realizou-se nas novas instalações da associação de Arcos de Valdevez e esteve a cargo do presidente da associação, Germano Amorim.

O voto de louvor foi entregue por Marco Domingues, CODIS de Viana do Castelo, acompanhado pelo segundo CODIS Paulo Barreiro. Esteve também presente o brigadeiro-general José Duarte Costa, em nome do CNEP.

“Ao nosso comandante, os nossos públicos parabéns, pelo reconhecimento da excelência do seu imprescindível trabalho e dedicação a estas nobres funções em prol da associação e de toda a comunidade”, realça aquela associação humanitária do Alto Minho.

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Alto Minho

Rebarbadora ‘salta’ para a cara e deixa homem em estado grave em Ponte de Lima

Acidente

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Foto: DR

Um homem com 56 anos sofreu ferimentos na sequência de um acidente com uma rebarbadora em Ponte de Lima, ao início da tarde deste sábado.

Ao que apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros, o homem procedia a trabalhos na rua da Gandra, em Cepões, quando a máquina lhe terá provocado ferimentos na face.

Para o local foram acionados os Bombeiros de Ponte de Lima, a ambulância SIV da mesma localidade e a viatura médica do INEM sediada em Viana do Castelo.

A vítima foi transportada para o Hospital de Santa Luzia, em Viana, com ferimentos considerados graves.

A GNR registou a ocorrência.

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Viana do Castelo

PAN quer responsabilizar Câmara de Viana do Castelo por “má-fé” em abate de árvores

Ambiente

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Foto cedida a O MINHO

A deputada do PAN Bebiana Cunha disse hoje que o partido vai exigir a “responsabilização” da Câmara de Viana do Castelo por atuar de “má-fé” ao abater mais de 20 plátanos em Darque, em “desrespeito” pelas instâncias judiciais.

“No nosso entendimento jurídico, há uma atuação de má-fé, que temos de denunciar”, afirmou a deputada do PAN durante uma visita à Avenida do Cabedelo, em Darque.

“Vamos agora exigir a responsabilização da Câmara Municipal de Viana do Castelo por este ato que no nosso entendimento, do ponto de vista ético, é inaceitável”, reforçou, referindo-se ao abate, pela autarquia, na semana passada, de “mais de duas dezenas de plátanos” naquela artéria para construir uma rotunda, prevista na última fase dos acessos ao porto de mar da cidade.

Em outubro, o PAN avançou com uma providência cautelar junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFC) para travar o corte daqueles exemplares.

No dia 13 de novembro, o município avançou com uma resolução fundamentada de interesse público, procedimento que, segundo o presidente da Câmara, José Maria Costa, “após ter sido comunicada ao autor da ação, ao PAN, ao seu mandatário judicial, ao empreiteiro da obra e ao TAF de Braga, suspendeu a ação intentada, permitindo o abate e o retomar da construção daquela via”, parada desde setembro.

Para Bebiana Cunha, a autarquia “não deu a possibilidade a quem tinha intentado a providência cautelar de reagir perante o tribunal”.

“A Câmara não esperou que pudéssemos pedir ao tribunal uma pronúncia sobre essa decisão da Câmara, nos cinco dias previstos na lei. No nosso entendimento, há claramente um desrespeito por parte da Câmara pelas instâncias judiciais e, por isso, tivemos de fazer um relato deste incidente ao tribunal. No mínimo, há uma atuação de má-fé por parte da Câmara de Viana do Castelo”, especificou.

Bebiana Cunha explicou que com o abate das árvores já concretizado a providência cautelar “perdeu a sua utilidade”, mas referiu que o PAN irá avançar com outro processo judicial contra a autarquia da capital do Alto Minho.

“Continuaremos com o processo, exigindo que a Câmara de Viana do Castelo seja responsabilizada por este desrespeito para com os tribunais, que é também um desrespeito pelos cidadãos que entendiam que esta obra deveria ser reavaliada ou que deveria existir um plano B ao abate”, assegurou.

A deputada do PAN explicou que a responsabilização poderá “passar por indemnizar quem se sente lesado pela perda daquele património de elevado valor natural, que são não só os moradores da freguesia, mas todos os munícipes”.

“Estamos a estudar do ponto de vista jurídico, mas não negamos a possibilidade de avançar com um pedido de indemnização. O processo correrá devidamente nas instâncias judiciais e nós faremos a nossa parte. Continuaremos a juntar os dados que forem necessários”, assegurou.

A Lusa contactou o presidente da Câmara de Viana do Castelo, mas José Maria Costa (PS) escusou-se a prestar declarações sobre o assunto.

Na ação hoje realizada na Avenida do Cabedelo, na margem esquerda do rio Lima, participaram cerca de 20 pessoas, entre elas dois representantes do “Juntos pelo Rossio” – Associação Cívica de Aveiro.

Em causa está o abate de 24 dos 170 plátanos existentes nos 628 metros da avenida.

A construção da rotunda foi retomada na terça-feira. Inicialmente, foi embargada por iniciativa de moradores naquela avenida que, entretanto, chegaram a acordo com a autarquia.

A construção dos acessos rodoviários ao porto de mar foi iniciada em fevereiro de 2019. Os novos acessos, com 8,8 quilómetros e reivindicados há mais de quatro décadas, terão duas faixas de rodagem de 3,5 metros de largura e representam um investimento superior a nove milhões de euros.

A obra é financiada pela Câmara de Viana do Castelo e pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

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