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Ponte de Lima

À segunda foi de vez: Ponte de Lima celebrou com fogo de artifício as “mini” Feiras Novas

Feiras Novas de Ponte de Lima

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Foto: Luís Lima

Depois de o período de alerta vermelha face às elevadas temperaturas ter boicotado a ansiada sessão de fogo de artifício em Ponte de Lima, para celebrar as Feiras Novas, nesta sábado, dia 05 de outubro, o fogo a cargo da Pirotecnia Minhota pintou os céus limianos com várias cores e efeitos, atraíndo centenas de pessoas para a sessão pirotécnica junto ao rio Lima.

Foto: Luís Lima

Foto: Luís Lima

Foto: Luís Lima

Foto: Luís Lima

Foto: Luís Lima

A segunda parte das Feiras Novas de Ponte de Lima contaram ainda com tradicionais rusgas e concertinas e com a presença de vários populares nas ruas que tentaram reeditar as míticas festas do concelho limiano.

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Alto Minho

Pirotecnia Minhota “serena” face a suspensão de festas até junho

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O administrador da Pirotecnia Minhota, a maior empresa de fabrico de fogo-de-artifício do distrito de Viana do Castelo, disse hoje aceitar com “serenidade e respeito” a suspensão de todas as festas na região até final de junho.

“Não entramos numa situação de loucura, dizendo que é injusto, porque efetivamente não faz sentido rigorosamente nenhum que quando se tomam medidas de contenção, para que as pessoas fiquem em casa, se façam atividades que originem aglomeração de pessoas. Temos de respeitar isso, e acima de tudo, respeitar as pessoas”, afirmou hoje à agência Lusa, David Costa.

A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho informou hoje que os dez municípios da região “não irão passar qualquer licença para festas, romarias e eventos equiparáveis que decorram até final do mês de junho, face aos graves riscos de saúde pública associados à propagação da pandemia do covid-19”.

O administrador da Pirotecnia Minhota, com 120 anos existência, disse que o setor “sereno”, por “entender, perfeitamente, que não faria sentido manter uma atividade lúdica”.

“Se há atividade que tem de ser prejudicada é esta”, referiu o empresário de 53 anos, a quinta geram de administradores da Pirotecnia Minhota.

A empresa tem sede na freguesia de Santa Cruz, em Ponte de Lima, e filiais na Madeira e Angola, empregando um total de 22 pessoas, sendo que “nos meses de maior volume de trabalho chega a ter entre 100 a 120 trabalhadores”.

Por ano, nas duas empresas portuguesas faturam cerca de 1,5 milhões de euros. Em Angola, o volume de negócios ronda os 600 mil euros.

David Costa adiantou que a empresa está a aproveitar a suspensão da atividade “para tomar medidas internas e atenta às medidas de apoio que o Estado tem anunciado”.

“O ano de 2020 está praticamente perdido. As empresas devem aproveitar para olhar para si, para dentro, e tentar superar a crise que nos vai bater à porta, que já nos está a bater à porta. O futuro não será risonho, mas as empresas têm de procurar outras alternativas de mercado e acredito que sairão mais fortes e mais dinâmicas, para fazerem a festa do Adeus à Covid-19”, referiu David Costa.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 540 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 25 mil.

Em Portugal, registaram-se 76 mortes, mais 16 do que na véspera (+26,7%), e 4.268 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 724 novos casos em relação a quinta-feira (+20,4%).

Dos infetados, 354 estão internados, 71 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

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Alto Minho

Ponte de Lima disponibiliza 160 camas para responder a pandemia

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

A Câmara de Ponte de Lima informou hoje ter disponibilizado cerca de 160 camas no âmbito do plano operacional municipal para o combate ao novo coronavírus.

Em comunicado, o município presidido por Victor Mendes explica que através daquele plano “é dada resposta ao isolamento social para infetados com necessidades sociais (81 camas), isolamento profilático para trabalhadores de saúde e agentes de proteção civil (77 camas)”.

“Também é criado alojamento para grupos de reforço e outras situações, disponibilizando para o efeito seis pavilhões desportivos municipais, pelas suas características nomeadamente a sua dimensão e a existência de balneários”, especifica a nota.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais 480 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 22.000.

Em Portugal, registaram-se 60 mortes, mais 17 do que na véspera (+39,5%), e 3.544 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 549 novos casos em relação a quarta-feira (+18,3%).

O país encontra-se em estado de emergência até 02 de abril devido à pandemia.

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Alto Minho

Lar com 180 idosos em Ponte de Lima está sem direção e pede ajuda à comunidade

Casa da Caridade

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Foto: DR / Arquivo

A Casa de Caridade – Lar Nossa Senhora da Conceição, em Ponte de Lima, está a precisar de ajuda urgente para poder colmatar uma dívida de cerca de 100 mil euros a fornecedores, de forma a poder adquirir equipamento individual de proteção e outros bens de primeira necessidade.

O apelo foi deixado a O MINHO pelo presidente do Conselho Fiscal, Abel Baptista, depois de ter tomado conhecimento da dimensão das dívidas que a anterior direção deixou ao encargo de quem agora tenta administrar o lar de forma interina.

“Nos últimos anos, esta instituição começou a degradar-se, nós fomos acompanhando mais de perto e começamos a tentar tomar algumas atitudes, mas quem tem o poder é sempre a direção”, explica.

O presidente da direção foi, entretanto, afastada por ordem do Tribunal, levando a que o Conselho Fiscal e a Assembleia Geral, restantes órgãos da instituição, se inteirassem do “estado de degradação” das contas financeiras, depois de toda a direção executiva se ter demitido.

“O presidente da Assembleia Geral detetou dívidas de mais de 100 mil euros a fornecedores, e neste momento é preciso arranjar fôlego para nos ajudar a pagar estas contas”, explica Abel Baptista, apelando a ajuda dos sócios e da comunidade local.

“Habitualmente, os sócios pagam quotas no final do ano, por isso estamos a pedir se podem pagar já nesta altura de forma a evitar a rutura de fornecimento de bens”, diz.

“Também temos excesso de despesa que não nos permite comprar equipamento de proteção individual, quer para os trabalhadores, quer para utentes”, realça o responsável pelo órgão que fiscaliza, adiantando que “um amigo em Cascais expediu caixas de luvas, mas isso não chega, como é óbvio”.

Os salários dos trabalhadores ainda vão sendo assegurados com a contribuição feita pela Segurança Social, mas toda a restante despesa tem de ser comportada pela instituição.

O lar conta atualmente com cerca de 110 utentes em regime permanente e cerca de 70 em termos de apoio domiciliário.

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