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Viana do Castelo

Viana vai demolir prédio Coutinho sem ameaçar ninhos de falcões

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Foto: DR/Arquivo

A demolição do prédio Coutinho, em Viana do Castelo, “não acarreta ameaça” para os ninhos de falcões peregrinos e andarinhões existentes no edifício, afirmou esta sexta-feira a VianaPolis, citando um parecer do Instituto de Conservação da Natureza (ICNF).

Segundo fonte da VianaPolis, contactada pela agência Lusa, a “operação de desconstrução do edifício não será efetuada no período de nidificação daquelas espécies que ocorre, normalmente, entre março e julho”.

A demolição do prédio Coutinho, acrescentou a fonte, “não acarreta ameaça para qualquer espécie de ave protegida que possa nidificar no mesmo, tanto mais que as mesas podem procurar outro local para nidificar na ausência daquele”.

A informação avançada por aquela sociedade surge na sequência dos pedidos de esclarecimento enviados ao Ministério do Ambiente pela deputada do CDS-PP eleita pelo Alto Minho, Ilda Araújo Novo, e pelo partido PAN Pessoas-Animais-Natureza, ao alertar para existência de ninhos de falcões peregrinos e andarinhões no prédio Coutinho.

O edifício de 13 andares, que já chegou a ser habitado por 300 pessoas, está situado em pleno centro histórico da cidade e tem demolição prevista desde 2000, ao abrigo do programa Polis, para ali ser construído o novo mercado municipal.

O presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, já disse que a demolição do edifício avançaria ainda no primeiro trimestre de 2018.

Anteriormente, fonte da VianaPolis disse que as últimas 14 pessoas que vivem no prédio Coutinho, em Viana do Castelo terão de abandonar em março os oito apartamentos que ocupam, adiantando que o “processo de notificação dos moradores do Edifício Jardim, decorre dentro do prazo legal de 90 dias úteis”.

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Viana do Castelo

Viana quer discutir com o Governo impacto de parque eólico na pesca

Parque Eólico ao largo do concelho.

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Foto: DR/Arquivo

O presidente da Câmara de Viana do Castelo pediu hoje uma reunião urgente à ministra do Mar para discutir o impacto, na atividade piscatória da região, da instalação de um parque eólico flutuante ao largo do concelho.

Em causa está um projeto de aproveitamento da energia das ondas orçado em 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, e que integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.

Em comunicado, o autarca socialista José Maria Costa explicou que o pedido de audiência com “caráter de urgência” enviado a Ana Paula Vitorino surgiu na sequência da “insatisfação” manifestada por 15 armadores de Viana do Castelo, Caminha, Vila do Conde, Póvoa de Varzim e Esposende e pelas associações Vianapesca e Promar.

Segundo José Maria Costa, os armadores e organizações representativas do setor “deram nota da insatisfação do local aprovado para a instalação da central eólica flutuante Windfloat Atlantic”.

“A localização foi contestada no período de discussão pública pelos pescadores e pela autarquia de Viana do Castelo por colocar em causa o trabalho e o espaço de instalação das artes de pesca de 14 embarcações, das quais dependem mais de 140 famílias”, sustentou José Maria Costa.

De acordo com o autarca socialista, “os pescadores confirmaram, na reunião, não ter tido resposta aos ofícios e e-mails enviados à tutela e à EDP, tendo apenas sido informados, recentemente, de que as plataformas flutuantes vão ficar no mesmo local, desconsiderando as preocupações dos pescadores e da autarquia”.

José Maria Costa disse estar “preocupado” com a situação da comunidade piscatória da região, garantindo que irá pedir à ministra do Mar e aos responsáveis da EDP para que “os pescadores sejam recebidos e as suas preocupações atendidas”.

“Deve ser encontrada uma solução que sirva a região e o país sem colocar em causa a atividade da comunidade piscatória”, reforçou.

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Viana do Castelo

Menina de Viana compra mil euros em bonecas na Internet com cartão da avó

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Foto Ilustrativa (Direitos Reservados)

Uma menina de 10 anos, de Viana do Castelo, encomendou 40 bonecas através de um site de compras online americano, e pagou, cerca de mil euros, com o cartão de crédito da avó, conta esta segunda-feira a “Rádio Alto Minho” (RAM).

A avó da menina apenas terá dado conta do sucedido quando recebeu vários caixotes com a encomenda, na residência onde mora, em Perre, altura em que reparou que aquele valor lhe havia sido retirado da conta.

Apesar de ainda ter tentado resolver o caso com apoio jurídico, revela a RAM, a família não conseguiu reverter a compra.

Tito de Morais, fundador do projeto “MiúdosSeguroNa.Net”, que coordena há vários anos, comentou a situação a O MINHO.

“Recomendo que pais e encarregados de educação mantenha os cartões de crédito longe das mãos dos filhos e que configurem os dispositivos – computadores, smartphones e tablets – para exigirem a password para fazerem compras online e que não partilhem essas passwords com ninguém”, alerta.

Tito de Morais, fundador do projeto “MiúdosSegurosNa.Net”. Foto: Facebook de “Projecto MiudosSegurosNa.Net”

O autor deste projeto partilha várias dicas sobre a relação das crianças com a Internet, nas mais variadas vertentes, em http://www.miudossegurosna.net/.

 

 

Notícia atualizada às 18h36.

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Viana do Castelo

Aluno do Politécnico de Viana vence “BIT Hackathon”, maratona criativa promovida pela SONAE

Competição que tem como objetivo transformar o futuro da Sonae MC através da tecnologia.

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Foto: Divulgação / IPVC

Um aluno do curso de Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo venceu a maratona criativa BIT Hackathon 2018, promovida pela SONAE, tendo outro, dos três alunos da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG)  que participaram, arrecadado o terceiro lugar no pódio.

Edgar Simões, da equipa #23 (Sun Of a BIT), conseguiu o primeiro lugar na categoria da melhor aplicação da metodologia SCRUM e Pedro Silva, pela equipa #10 (HACK’STUDIO) alcançou o 3º Lugar – TOP 5 – SCRUM Teams. Além de Edgar Simões e Pedro Silva, alunos finalistas da licenciatura, participou ainda Miguel Vieito (aluno da licenciatura do 2º ano).

Segundo conta o Politécnico, em nota enviada a O MINHO, assim que viram o desafio do grupo SONAE, a maratona criativa BIT Hackathon 2018, uma competição que tem como objetivo transformar o futuro da Sonae MC através da tecnologia, não pensaram duas vezes e decidiram candidatar-se a um lugar numa das 33 equipas participantes.

“O Pedro viu o desafio disse logo que nós estávamos aptos a competir”, começa por revelar Edgar Simões. O desafio ia ser duro porque “trata-se de uma maratona criativa com duração de 24h com imensas equipas compostas por alunos de várias instituições de ensino superior assim como pessoas do próprio grupo Sonae”, explica o aluno do curso de Gestão que frequenta na ESTG do IPVC.

Neste caso específico, Edgar Simões, revela que a “inscrição dos alunos é feita a título individual” e por norma nenhum aluno da mesma universidade fica na mesma equipa, sublinhando que “é a organização do evento que faz o match entre os alunos e colegas da Sonae MC”.

Distribuídos por equipas Edgar Simões acabou por ter um desafio de “gamification”, ou seja, desenvolver uma estratégia de interação entre pessoas e as empresas e produtos do grupo SONAE que estimule e alicie o público com as marcas de maneira lúdica. Um projeto que levou a sua equipa #23 (Sun Of a BIT) a arrecadar o primeiro lugar primeiro lugar na categoria da melhor aplicação da metodologia SCRUM. Já Pedro Silva teve como desafio desenvolver algo que algo criativo que permitisse aos recém-chegados ao grupo SONAE se orientar e ficar a conhecer toda a estrutura. “De certa forma trata-se de uma ferramenta que vai auxiliar numa maior e melhor integração”. Um projeto da equipa #10 (HACK’STUDIO) que acabou por alcançar o 3º Lugar – TOP 5 – SCRUM Teams.

Para além da competição de 24 horas os participantes tiveram ainda a oportunidade de frequentar, durante dois dias, formações nos temas “Scrum & Agile” e “UX & Design Thinking”.

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