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Viana do Castelo

Viana do Castelo prolonga apoio a ‘take-away’ para estimular a restauração

Estado de emergência

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Foto: Ilustrativa (Arquivo)

A Câmara de Viana do Castelo decidiu hoje prolongar o serviço de ‘take-away’, destinando 20 mil euros àquela medida de apoio à restauração, e estima a entrega de mais de 6.000 refeições no concelho durante o confinamento.

Em nota hoje enviada às redações, a autarquia da capital do Alto Minho explicou que a medida lançada em novembro, em parceria com a Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC), “vai prolongar-se, durante o período previsível de confinamento geral, até 16 de fevereiro”.

O vereador com o pelouro do Desenvolvimento Económico, Luís Nobre, citado na nota, refere que “o apoio vai permitir a entrega de mais de seis mil refeições, pelo que o apoio direto será de 20 mil euros”.

A “ação conjunta de apoio à restauração prevê que as duas entidades assumam o custo da taxa de transporte das empresas de entrega Mandabir e Comer em Casa, que atuam no concelho de Viana do Castelo”.

“Em cerca de 50 dias de ação, foram já apoiadas 3.465 entregas com oferta da taxa de transporte. Entre 26 de novembro de 2020 e 07 de janeiro de 2021, a empresa Mandabir promoveu um total de 1.681 entregas, ao serviço de 29 restaurantes vianenses. Já através da empresa Comer em Casa foram entregues 1.345 refeições provenientes de 37 restaurantes do concelho”, especifica a nota.

O apoio ao serviço de ‘take-away’ está em vigor durante a semana e ao fim de semana para estimular a restauração.

“Esta medida conjunta visa apoiar um dos setores mais afetados nestes tempos de pandemia, estimulando a procura, em rigoroso cumprimento das regras e deveres emanados da declaração do estado de emergência.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.994.833 mortos resultantes de mais de 93 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 8.543 pessoas dos 528.469 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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