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Braga

Condenados a um ano de pena suspensa por passagem de notas falsas na zona de Braga

Notas de 50 euros trazidas de França

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Foto: DR

O Tribunal São João Novo, no Porto, condenou hoje a uma pena de um ano de prisão, suspensa na sua execução, dois homens por passarem em Portugal notas de 50 euros falsas trazidas de França.

O processo envolvia ainda um terceiro arguido que acabou absolvido por “não existirem indícios suficientes” do seu envolvimento no caso, do coletivo de juízes durante a leitura da decisão judicial.

Ao único dos três arguidos que estava presente na sessão, o juiz advertiu-o para “ter cuidado com o que faz” a partir de agora.

A acusação do processo refere que três residentes em França, um deles lusodescendente, entraram em Portugal no início de 2015 para um período de férias, trazendo consigo, cada um, notas contrafeitas de 50 euros correspondentes a uma quantia global de 400 euros em valor real.

O objetivo seria “ir aos saldos” em Portugal, ou seja, pagarem todos os gastos em férias, passando preferencialmente as notas em compras de diminuto valor para receberem o máximo possível de troco em dinheiro autêntico.

Na prática do crime de passagem de moeda falsa colaboraram, segundo o Ministério Público, um primo e um amigo do lusodescendente, ambos residentes em Póvoa de Lanhoso.

Em fase de inquérito, diz o Ministério Público, os três principais arguidos, referindo-se à forma como obtiveram as notas, “foram unânimes em afirmar que as adquiriram em Marselha, França, já contrafeitas, a indivíduos que não identificaram, negando terem sido os próprios a proceder à falsificação das mesmas”.

Num dos casos descritos na acusação, ocorrido em 17 de janeiro de 2015, num supermercado de Braga, os três principais arguidos chegaram a usar uma das notas falsas para pagar uma compra de 1,99 euros.

Outra técnica usada era cada um pagar a sua parte em pequenas despesas, obtendo assim mais troco em dinheiro autêntico.

“Todos os arguidos conheciam as características das notas e bem sabiam que, ao entregá-las como forma de pagamento, estavam a lesar os comerciantes, não só no montante da venda como no valor restante do troco que lhes era dado como se a nota que recebiam fosse verdadeira e legítima, obtendo assim os arguidos proveitos económicos indevidos”, conclui o Ministério Público.

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Braga

Três feridos após colisão em Vieira do Minho

Em Tabuaças

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Foto de Anabela Bras no grupo de Facebook: "Moina na Estrada"

Três pessoas ficaram com ferimentos na sequência de uma colisão rodoviária na freguesia de Tabuaça, em Vieira do Minho, disse a O MINHO fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS).

Foto: Eduardo Ferreira / Rio Longo e Notícias

No local, estão os Bombeiros de Vieira do Minho com três ambulâncias e uma viatura de desencarceramento.

Foto: Eduardo Ferreira / Rio Longo e Notícias

Desconhece-se, ainda, a gravidade dos ferimentos, apenas que há vítimas encarceradas.

O alerta foi dado às 14:44.

(em atualização)

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Braga

Braga: PetroCávado compra sede da AIMinho por 1,5 milhões de euros

Tribunal de Contas validou aquisição em Viana

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Foto: Google Earth

A empresa PetroCávado- Investimentos Imobiliários, de Braga, do grupo Ilídio Mota, que cresceu em torno do negócio dos combustíveis , vai adquirir o edifício-sede da extinta Associação Industrial do Minho (AIMinho) por 1,5 milhões de euros.

Fonte ligada ao processo revelou a O MINHO que o negócio vai ser formalizado “em breve”.

No caso de Braga desconhece-se o uso que a PetroCávado dará ao imóvel, enquanto que, no de Viana, a Câmara quer reaproveitá-lo para os mesmos fins, os de promover a atividade empresarial no Alto Minho.

A sede de Braga, em São Lázaro, com cave, rés-do-chão e dois andares, foi, inicialmente, posta à venda pelo administrador judicial Nuno Albuquerque, por 2,36 milhões, através de leilão eletrónico. Que ficou vazio.

Entretanto, e ao que apurámos de fonte ligada ao processo, o Tribunal de Contas deu luz verde ao município de Viana do Castelo para a aquisição do antigo prédio da AIMinho, por 1,3 milhões de euros.

Em Viana do Castelo, e tal como sucedeu em Braga, o prédio, situado no Campo da Agonia e com três pisos e logradouro, foi negociado diretamente entre a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e a câmara.

Ambos os bens imóveis são propriedade da massa falida da AIMinho, mas a CDG tem hipotecas sobre eles.

A Caixa é credora de 6 milhões (48 por cento) dos 12,3 milhões de créditos reclamados, ao organismo que está em liquidação. Já o Novo Banco, com 5,8 milhões (45 por cento), é o segundo maior credor, ou seja, as duas entidades detêm 94 por cento dos débitos da Associação.

A falência foi votada em setembro de 2018 no Tribunal de Famalicão.

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Braga

Braga: Concurso de fotografia sobre o Bom Jesus com mais de 50 inscritos

Concurso Municipal de Fotografia

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Foto: Divulgação / CM Braga

O Bom Jesus do Monte – Património Mundial da Humanidade é o tema do XVI Concurso Municipal de Fotografia que se realiza nos próximos dias 13, 14 e 15 de dezembro, anunciou, esta terça-feira, a Câmara de Braga.

Organizado pela autarquia, o concurso conta com cerca de 50 inscritos que são desafiados a fotografar o Bom Jesus do Monte. O concurso conta com o apoio dos Transportes Urbanos de Braga e da Confraria do Bom Jesus que irão assegurar o transporte dos concorrentes, quer de autocarro, quer de funicular.

O concurso incluirá a habitual exposição pública, a inaugurar em fevereiro de 2020 na Fonte do Ídolo, e na qual estarão patentes os trabalhos premiados pelo júri, bem como uma fotografia de cada um dos concorrentes, nos termos do regulamento do concurso.

O tema proposto visa reconhecer e homenagear a atribuição do Santuário do Bom Jesus do Monte a Património Cultural Mundial da UNESCO, bem como “estimular o interesse, a sensibilidade dos concorrentes em particular e dos turistas e cidadãos em geral, no que respeita ao seu valor histórico, artístico, cultural, religioso e paisagístico”.

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