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Região

Temperaturas vão continuar a rondar os 30 graus

IPMA.

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Foto: DR/Arquivo

O calor vai continuar a fazer-se sentir no continente, com as temperaturas a rondar os 30 graus na generalidade do território, ligeiramente acima do que é normal para esta época do ano, segundo a meteorologista Patrícia Gomes.

“Vamos continuar com calor. As temperaturas máximas vão estar ligeiramente acima do que é normal para esta época do ano e as mínimas também estão com valores relativamente elevados, em especial do interior Centro e na região Sul”, disse à Lusa a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com Patrícia Gomes, as temperaturas mínimas vão rondar os 20 graus Celsius, exceto na região Norte e alguns locais do interior, onde deverão atingir os 12/14 graus.

“Para hoje e sábado, a temperatura máxima vai rondar os 30 graus em quase todo o território, exceto em alguns locais mais próximos da faixa costeira, que devido ao efeito de brisa atingem valores mais baixos, ainda assim 23/25 graus, mas normais para esta época do ano”, explicou.

As previsões para hoje e sábado não são, segundo Patrícia Gomes, muito diferentes dos últimos dias.

“Vamos ter céu pouco nublado ou limpo, alguma nebulosidade no litoral oeste e mesmo no Algarve, neblinas e nevoeiros matinais, que podem persistir em alguns locais da faixa costeira ocidental ao longo do dia. Podemos também ter um aumento de nebulosidade nas regiões do interior Centro e Sul, aguaceiros e trovoada, também no interior Centro e Sul mesmo nas regiões mais próximas da fronteira com Espanha”, salientou.

No que diz respeito ao vento, Patrícia Gomes indicou que o vento deverá soprar fraco, sendo mais intenso nas terras altas até ao meio da manhã e a partir do final da tarde.

“Quanto às temperaturas, não vamos ter grandes variações ao longo da próxima semana. De acordo com informação disponível no momento, há uma ligeira descida na terça-feira de 2/3 graus, mas ainda assim grande parte do território vai ter valores próximos dos 30 graus”, disse.

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Viana do Castelo

Viana tem hipermercado há 25 anos – e mais de 70 colaboradores ainda são os mesmos

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Foto: Thiago Correia/O MINHO

O Continente de Viana do Castelo comemorou, no último sábado, 25 anos. Primeiro hipermercado da região do Alto Minho, a superfície comercial do grupo SONAE  trouxe cerca de 700 empregos, desde então, e poupou muitos moradores da região de terem que se deslocar a cidades mais distantes, como Porto e Braga, para fazerem as compras de mês.

“Recordo de irmos uma vez por mês fazer uma excursão a outra localidade. Quando surgiu a notícia de que ia abrir um Continente em Viana, isso foi vivido com muita intensidade, era o primeiro [hipermercado] da cidade”, disse a O MINHO Fabíola Silva, uma das 71 pessoas que fazem parte da equipa original do Continente de Viana e que ainda trabalham no local.

LEIA MAIS: Viana “está a competir em áreas em que muitos não acreditavam há quatro anos”

“Agora há clientes que se deslocam ainda hoje de localidades como Monção, Ponte de Lima, Esposende ou Barcelos, e isto é um património que mais ninguém tem no distrito. Durante 25 anos, esta loja criou uma fidelização dos clientes”, completou César Moreira, diretor de loja.

Depois do Continente de Viana, outras lojas de diversos grupos também foram inauguradas em outras localidades do Alto Minho. César Moreira destaca que a concorrência é boa para a empresa crescer e buscar novidades. Prova disso, segundo ele, é a quantidade de colaboradores que conseguiram crescer.

Foto. Thiago Correia/O MINHO

“O fato de ter aberto muita concorrência é salutar, isso obriga a revisitar uma série de coisas, a evoluir, mudar, e é um tema que eu reforço. Esta loja, durante muitos anos, forneceu muita gente, muito quadro, para abrir outras lojas na altura da grande expansão, colegas que estão como diretor, chefes de áreas, mas que evoluíram aqui, e mostra como esta loja tem dado bons valores à empresa”, disse a O MINHO.

Na altura da última grande crise, por exemplo, o diretor de loja, que já trabalhou no Continente também no Porto e em Vila Real, diz que foi um momento de expansão do Continente e que a unidade de Viana cresceu muito.

Foto. Thiago Correia/O MINHO

“Curiosamente, na altura da crise, coincidiu com um dos melhores períodos dos últimos anos da Sonae. Isto tem sido um case study. Conseguimos evoluir, temos boas equipas que souberam reinventar. Tentamos preservar o máximo possível o capital humano. Posso dizer que a equipa efetiva desta loja ultrapassa os 91%, é uma taxa muito superior do que há no mercado. Temos um capital humano muito experiente, conhece a loja, o mercado, as pessoas. Na altura da crise, o Continente de Viana até expandiu”.

Atualmente trabalham no Continente de Viana do Castelo 270 colaboradores.

“É uma empresa que dá qualidade para desenvolvermos o trabalho, oportunidades para crescer como empresa. Eu entrei como operadora de caixa, e agora sou responsável pela equipa de serviço de apoio ao cliente e caixas”, completou Fabíola Silva.

O Continente também se tem envolvido de forma muito ativa com a comunidade, seja através do apoio aos produtores locais, seja também em várias iniciativas de responsabilidade social como é o caso do Donativo Missão Continente – que apoia projetos sociais na área da alimentação saudável – e o caso da Escola Missão Continente – que trabalha com escolas da região para a sensibilização para a alimentação saudável e o consumo consciente.

Imagens

Foto. Thiago Correia/O MINHO

Foto. Thiago Correia/O MINHO

Foto. Thiago Correia/O MINHO

Foto. Thiago Correia/O MINHO

Foto. Thiago Correia/O MINHO

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Viana do Castelo

Viana quer discutir com o Governo impacto de parque eólico na pesca

Parque Eólico ao largo do concelho.

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Foto: DR/Arquivo

O presidente da Câmara de Viana do Castelo pediu hoje uma reunião urgente à ministra do Mar para discutir o impacto, na atividade piscatória da região, da instalação de um parque eólico flutuante ao largo do concelho.

Em causa está um projeto de aproveitamento da energia das ondas orçado em 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, e que integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.

Em comunicado, o autarca socialista José Maria Costa explicou que o pedido de audiência com “caráter de urgência” enviado a Ana Paula Vitorino surgiu na sequência da “insatisfação” manifestada por 15 armadores de Viana do Castelo, Caminha, Vila do Conde, Póvoa de Varzim e Esposende e pelas associações Vianapesca e Promar.

Segundo José Maria Costa, os armadores e organizações representativas do setor “deram nota da insatisfação do local aprovado para a instalação da central eólica flutuante Windfloat Atlantic”.

“A localização foi contestada no período de discussão pública pelos pescadores e pela autarquia de Viana do Castelo por colocar em causa o trabalho e o espaço de instalação das artes de pesca de 14 embarcações, das quais dependem mais de 140 famílias”, sustentou José Maria Costa.

De acordo com o autarca socialista, “os pescadores confirmaram, na reunião, não ter tido resposta aos ofícios e e-mails enviados à tutela e à EDP, tendo apenas sido informados, recentemente, de que as plataformas flutuantes vão ficar no mesmo local, desconsiderando as preocupações dos pescadores e da autarquia”.

José Maria Costa disse estar “preocupado” com a situação da comunidade piscatória da região, garantindo que irá pedir à ministra do Mar e aos responsáveis da EDP para que “os pescadores sejam recebidos e as suas preocupações atendidas”.

“Deve ser encontrada uma solução que sirva a região e o país sem colocar em causa a atividade da comunidade piscatória”, reforçou.

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Alto Minho

Viana do Castelo “está a competir em áreas em que muitos não acreditavam há quatro anos”

CGD tem mais de quinhentos milhões de crédito concedido na região do Alto Minho

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Foto: Twitter (Arquivo)

O presidente da CGD afirmou hoje que o banco público tem mais de seis mil milhões de euros de crédito concedido na região Norte e mais de 500 milhões no distrito de Viana do Castelo.

Paulo Macedo, que falava no encerramento do encontro “Competitividade e Estratégia de Crescimento Sustentável para o Noroeste Peninsular”, que decorreu em Viana do Castelo, disse que os mais de 500 milhões de euros de crédito concedido abrangem mais de cinco mil grandes, médias, micro e pequenas empresas.

O responsável adiantou que, no Alto Minho, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem 124 clientes distinguidos com o galardão Empresas Top e sublinhou que, Viana do Castelo “está a competir em áreas em que muitos não acreditavam há quatro anos”.

Paulo Macedo referiu que, na região Norte, “onde está incluído o distrito de Viana do Castelo, o objetivo da CGD é crescer mais dois a três mil milhões de euros”.

“A CGD tem de crescer mais nas empresas não pode ser apenas um banco das famílias. Quer estar com as empresas onde tem menores quotas de mercado e naquelas empresas que sentimos que podem exportar mais, que são mais pujantes, mais dinâmicas e mais inovadoras”, referiu.

O presidente da CGD destacou que, além dos aeroportos, portos e aeródromos existentes na região Norte são as 12 universidades nela instaladas que representam a “riqueza que vai potenciar o futuro e desenvolvimento”.

“As regiões de sucesso conseguem conjugar as suas empresas com os seus empresários, com as infraestruturas disponíveis, ao mesmo tempo que oferecem polos de conhecimento nas universidades”, sustentou.

Para Paulo Macedo, aquele conjunto de características “permitem encarar o futuro de forma positiva”, apelando “à inovação e competitividade, à eficiência de recursos, ao fortalecimento da resiliência territorial face aos riscos de origem natural, climática e humana”.

CGD vai continuar a emprestar dinheiro mas a “bons projetos”

Paulo Macedo disse que o banco público tem capital disponível “para dar crédito” a empresas e às famílias, mas garantiu essa liquidez para “bons projetos”.

“A Caixa tem capital disponível, foi recapitalizada pelos portugueses, quer dar crédito, quer apoiar as empresas e famílias quer fazer com os bons projetos”, afirmou Paulo Macedo.

O responsável, que falava no encerramento do encontro “Competitividade e Estratégia de Crescimento Sustentável para o Noroeste Peninsular” adiantou que “a CGD tem uma situação de liquidez excelente” e nesse sentido “tem quer dar e precisa dar crédito”.

“O que os bancos não podem fazer é dar crédito como davam no passado. Se voltarem a dar crédito nas mesmas condições do passado, a sociedade devia tomar medidas mais severas”, avisou.

Segundo Paulo Macedo a “Caixa tem liquidez, tem uma quota sustentável junto das empresas, que quer aumentar” e, adiantou que o banco “vai crescer, com as agências e com maneiras mais inovadoras”, apontado o exemplo da ‘Alice’, a assistente digital à distância, projeto que a CGD está ainda a desenvolver.

Paulo Macedo disse que, no futuro, “os balcões continuarão a existir mas a banca tem de se apetrechar para ter balcões e toda a outra oferta que as pessoas precisam, crescendo de uma maneira mais inovadora”.

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