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Vila Verde

Mulher em estado grave após atropelamento em Freiriz

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Foto: O MINHO/Arquivo

Um atropelamento ocorrido cerca das 09:00 desta sexta-feira, provocou graves ferimentos a uma mulher que circulava entre as localidades de Moure e Freiriz, na EN201, em Vila Verde.

A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do INEM, que está destacada no Hospital de Braga, estabilizou a vítima, transportada já para a Sala de Emergência da unidade hospitalar bracarense, pelos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, que deram os primeiros socorros à mulher, caída na localidade de Freiriz.

O Destacamento de Trânsito de Braga da GNR e o Postos da GNR de Vila Verde e Prado estão na Estrada Nacional 201 (Ponte de Lima/Braga) a regularizar o trânsito e a registar a ocorrência.

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Vila Verde

Festa do Caldo do Pote vai servir dezenas de sopas diferentes

Evento espera conta com mais de mil pessoas.

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Foto: DR

Os antigos potes em ferro estão, de novo, no centro de todas as atenções em Sabariz, no concelho de Vila Verde, já que a população local e das freguesias vizinhas do Vale do Homem trabalham já para que tudo esteja pronto para, no próximo sábado, dia 22, ao final da tarde sirvam a mais de mil pessoas os sabores dos caldos feitos à moda antiga da aldeia.

É a Festa do Caldo do Pote, num serão de sábado que promete muita animação, onde mais de duas dezenas de homens e mulheres vão dedicar-se a confecionar os mais diversos caldos, com os potes em ferro, sobre o lume de diferentes fogueiras a lenha espalhadas por um terraço ao ar livre.

Estão previstos 24 caldos diferentes, estimando-se que venham a ser confecionados cerca de 1.500 litros de caldos à moda antiga, pois não há recurso a aparelhos elétricos e, tal como no tempo das boas cozinheiras deste mundo rural em que não havia varinhas mágicas, a batata cozida, por exemplo, é esmagada à colher.

Os produtos hortícolas são colhidos do campo e oferecidos pelas pessoas da terra que vão estar a preparar os caldos. Couves, repolho, nabos, nabiças e os mais variados feijões, sem esquecer as boas carnes – de vaca, porco ou galinha –, fazem parte do leque de ingredientes.

Os potes de caldo, expostos numa fileira com as respetivas fogueiras e com os vastos ingredientes bem visíveis ao público, assumem tamanhos variados, desde os 100 e 80 litros de capacidade até aos de menor dimensão, como 40 e 30 litros.

A variedade de caldos vai desde o de Pedra ao de Galinha, à Lavrador, de Ossobuco, de Farinha e o de Bacalhau. Além das propostas a apresentar por emigrantes vindos de França, Suíça e Alemanha, a listagem inclui os caldos de Ministros, Rabo de Boi, Feijão do Campo, Feijão Mireinho com Castanhas e o tradicional Caldo Verde, entre outros.
Num ambiente de festa e boa animação popular, todas as pessoas, de diferentes idades, podem provar os caldos que entenderem.

A entrada tem um preço de quatro euros, que inclui a oferta de um ‘kit’ (com oferta de malga, colher e broa) e as pessoas podem comer de todos os caldos que entenderem.

É um desafio para um final de tarde de sábado com muito convívio e recordação da saudável gastronomia campestre do interior minhoto, no recinto da sede da Junta de Freguesia de Sabariz, no centro da localidade, a festa inclui feira de produtos agrícolas e animação popular, afirmaram a O MINHO o presidente da Junta de Freguesia de Sabariz, Fernando Silva, com outro fundador, Mário Fernandes, da Associação Popular de Sabariz e sendo ambos quem desde o início do evento que se tornou um êxito, a têm impulsionado.

Integrada na Rota das Colheitas, promovida pelo Município de Vila Verde, a Festa do Caldo do Pote é organizada pela Junta de Freguesia e pela Associação Popular de Sabariz.

No recinto, que abrirá ao público a partir das 17h00, mas onde os caldos são servidos apenas a partir das 19h00, estão ainda disponíveis pataniscas – confecionadas igualmente sobre lume a lenha.

Forasteiros até da Galiza

É um evento anual de grande mobilização popular, que junta gentes vindas de todo o país e também da Galiza, incentivando a população para a recuperação dos antigos potes de ferro, considerados hoje verdadeiros artigos de luxo, mas que foram deixados quase em desuso por força de alternativas mais cómodas nas cozinhas modernas.

As cozinheiras e cozinheiros vêm das mais diferentes áreas de atividade, desde domésticas, professoras e assistentes sociais, a madeireiros, maquinistas e construtores. São quase todos de Sabariz, a que se juntam também moradores de freguesias vizinhas do Vale do Homem, acrescentaram a O MINHO ambos os organizadores.

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Vila Verde

Câmara de Vila Verde quer quota da AIMinho no Instituto de Soutelo

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara de Vila Verde está a estudar a possibilidade de ficar com o capital que a AIMinho detém no IEMinho, Instituto Empresarial do Minho, que tem sede no concelho, em Soutelo.

O presidente do Município António Vilela disse a O MINHO que, tal hipótese terá de passar por negociações com a Comissão de Credores, nomeada após o chumbo, a 04 de setembro, no Tribunal do Comércio de Famalicão, do Plano de Recuperação da AIMinho (Associação Industrial do Minho).

Conforme O MINHO então noticiou, a assembleia de credores, devido ao voto negativo do Novo Banco, inviabilizou a continuação da Associação Industrial do Minho, obrigando à sua liquidação.

“O IEMinho é uma mais valia para o concelho, com as mais de 40 empresas que alberga e as atividades de formação e gestão que realiza”, frisou o autarca, anotando que tem um edifício construído de raíz.

No processo de liquidação – fase que vai, agora, começar, a quota da AIMinho será vendida ou leiloada, de acordo com as decisões dos dois principais credores, a Caixa Geral de Depósitos e o Novo Banco.

A Câmara terá também de analisar a eventual compra da posição que a empresa Expoente – entretanto encerrada – tinha no IEMinho. E, claro, de ter a aprovação dos órgãos municipais.

Investimento em Monção

A AIMinho tem dois edifícios em Braga e em Viana do Castelo, que valem 3,6 milhões, mas que estão hipotecados à Caixa. Tem, ainda, participação no Idite-Minho-Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica, com um edifício em frente à sede em Braga. O prédio está alugado ao IPCA, Instituto Politécnico do Cávado e Ave, de Barcelos.

Possui, ademais, participações no IEMinho (Instituto Empresarial do Minho), em Soutelo, Vila Verde. É, também, sócio do BICMinho, que incuba empresas. O organismo investiu, também, com a Câmara de Monção, na construção de um parque empresarial em Monção, o MinhoPark, com 90 hectares para 80 lotes mas a sua implementação está parada devido a um litígio judicial com o fisco de 2,2 milhões por causa do IVA.

AEMinho já nasceu

Nasceu a AEMinho. A nova Associação Empresarial do Minho já nasceu, em escrutura pública realizada há dias.

Um dos seus promotores disse ao «O Minho» que os objetivos do organismo serão comunicados publicamente em novembro, altura em que já deverão ser anunciados os nomes dos futuros diretores e dos restantes membros dos corpos sociais.

Conforme havíamos anunciado, um grupo de oito empresários de Braga, de Guimarães, e de Barcelos queria fazer uma nova associação empresarial de âmbito minhoto, para substituir a Associação Industrial do Minho, que, após a assembleia de credores realizada no Tribunal de Famalicão, entrou em liquidação, devendo fechar a curto prazo.

No grupo inicial estão os bracarenses Ricardo Braga da Costa e Alípio Oliveira, ms nenhum deles será o Presidente.

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Vila Verde

Canoístas húngaros libertados com termo de identidade e residência

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Fotos: Joaquim Gomes / O MINHO

Os dois canoístas da seleção nacional húngara detidos domingo pela GNR, na sequência de alegadas agressões a uma patrulha da GNR de Prado e a um dirigente desportivo que os impediu de passar por uma zona reservada, no Campeonato Mundial de Maratona em Canoagem, saíram esta segunda-feira em liberdade do Tribunal de Vila Verde, com termo de identidade e residência, medida de coação mínima e obrigatória, já aplicada pela GNR.

O início dos interrogatórios demorou, por falta de tradutor-intérprete, mas uma advogada de Vila Verde que fala bem alemão, língua também dominada pelos dois suspeitos, viria a desbloquear o imbróglio criado, que demorou durante quase toda a tarde em Vila Verde.

Os dois suspeitos, que voltarão agora à Hungria, serão julgados no seu país de origem por alegados crimes de resistência, injúrias e agressões a agentes da autoridade, conforme O MINHO apurou no Palácio da Justiça de Vila Verde, já durante a tarde de segunda-feira, quando a GNR de Prado socorreu o presidente do Clube Náutico de Prado, Horácio Lima.

Este dirigente desportivo confirmou ter havido incidentes, mas procurando relativizar os acontecimentos, negando ter sido agredido pelos dois canoístas húngaros, “mas somente empurrado quando lhes disse que não poderiam passar por um campo vedado com rede”, desdramatizando os acontecimentos que mancharam aquele final do campeonato mundial considerado o melhor de sempre, como anunciou ontem a própria organização do evento.

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