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Vila Verde

Mulher em estado grave após atropelamento em Freiriz

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Foto: O MINHO/Arquivo

Um atropelamento ocorrido cerca das 09:00 desta sexta-feira, provocou graves ferimentos a uma mulher que circulava entre as localidades de Moure e Freiriz, na EN201, em Vila Verde.

A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do INEM, que está destacada no Hospital de Braga, estabilizou a vítima, transportada já para a Sala de Emergência da unidade hospitalar bracarense, pelos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, que deram os primeiros socorros à mulher, caída na localidade de Freiriz.

O Destacamento de Trânsito de Braga da GNR e o Postos da GNR de Vila Verde e Prado estão na Estrada Nacional 201 (Ponte de Lima/Braga) a regularizar o trânsito e a registar a ocorrência.

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Vila Verde

Autarca de Vila Verde considerado inocente dos crimes de prevaricação e desobediência

Tribunal não vislumbrou a prática de nenhum dos crimes.

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Foto: DR/Arquivo

O presidente da Câmara de Vila Verde, António Vilela, foi inocentado pelo Tribunal da Relação de Guimarães já que este confirmou, no passado dia 05 de novembro, o despacho anterior do Tribunal de Instrução de Braga que o ilibara dos crimes de prevaricação e desobediência, não o pronunciando para julgamento.

O Ministério Público havia acusado, em 2017, o autarca, do PSD, por este ter ordenado, em 2016, aos fiscais da Câmara para não multarem os automobilistas que já tinham sido alvo de um aviso de incumprimento da concessionária do estacionamento à superfície, a Sociparque. Os automobilistas estavam a apanhar com duas multas, uma do Município e outra da concessionária, por não pagamento do parcómetro, o que – entendeu o Presidente – “era insólito e absurdo”. O Ministério Público considerou que a medida prejudicava os cofres do Município, em mais de um milhão de euros, e acusou-o, ainda, de desobediência a uma ordem judicial.

Agora, a Relação não vislumbrou a prática de nenhum dos crimes, considerando que atuou “sem dolo”.

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Vila Verde

Examinadores e instrutor de condução de Vila Verde acusados de corrupção

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ANIECA. Foto: Joaquim Gomes (Arquivo)

O Ministério Público acusou três examinadores e um instrutor de condução do Centro de Exames de Vila Verde da associação ANIECA de corrupção passiva para ato ilícito, por alegadamente ajudarem um aluno na prova teórica a troco de dinheiro.

Segundo nota hoje divulgada na sua página pela Procuradoria-Geral Distrital do Porto, o aluno, para garantir a passagem no exame teórico, pagou 4.000 euros, que os arguidos terão repartido entre si.

A nota acrescenta que os factos remontam a 2012 e ocorreram no centro de exames privado de Vila Verde da Associação Nacional dos Industriais do Ensino de Condução Automóvel (ANIECA).

O Ministério Público (MP) considerou indiciado que os arguidos instituíram entre si um “plano” para que as provas teóricas com vista à obtenção do título de condução “fossem facilitadas a candidatos que pagassem o que pedissem”.

O plano passava também por repartirem entre eles os proventos daquela atividade.

Segundo o MP, o instrutor canalizou para o “esquema” um seu instruendo, que se mostrou disposto a pagar 4.000, em troca da passagem no exame teórico para obtenção da carta de condução.

A acusação acrescenta que, durante o exame, realizado em 26 de dezembro de 2012, durante a prova teórica, um dos examinadores, “contrariando as instruções legais, ao invés de permanecer sentado a fiscalizar a prova, circulou pela sala de exame sinalizando ao candidato com os dedos a resposta a assinalar”.

O número de dedos esticados correspondia ao número da resposta a assinalar: um dedo para a alínea a), dois para a b) e três para a c).

O MP quer que os arguidos sejam condenados a entregar ao Estado os 4.000 euros alegadamente recebidos.

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Vila Verde

Cão “gigante” andou perdido na zona de Prado

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Foto: Alexandre Oliveira no grupo de Facebook "Associação Portuguesa de Direitos dos Animais"

Um cão de grande porte foi entregue este domingo aos proprietários, depois de ter andado algumas horas perdido durante a manhã, na zona de Prado, em Vila Verde.

Foto: Alexandre Oliveira no grupo de Facebook “Associação Portuguesa de Direitos dos Animais”

O animal, segundo disse fonte da GNR local ao jornal vilaverdense “Semanário V”, foi identificado através do chip, tendo os donos sido posteriormente contactados.

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