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Póvoa de Lanhoso

MP reabre queixa de professor contra escola de Póvoa de Lanhoso após passagem administrativa de alunos

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Foto: DR / Arquivo

Transita para a Secção Especializada em Criminalidade Económico-Financeira do Ministério Público de Braga. E tem de ficar concluída no prazo de oito meses. A Procuradoria da República de Braga
anulou o despacho de arquivamento, proferido pelo Ministério da Póvoa
de Lanhoso, ao inquérito saído da queixa de Luís Filipe de Sá, ex-professor da Escola Gonçalo Sampaio, contra a Diretora, por lhe terem alterado, em 2016, as notas negativas de cinco alunos do nono ano à disciplina de Geografia. Dois deles – argumenta – ingressaram no
Ensino Secundário, área profissional, sem habilitação.

O MP da Póvoa não viu ilegalidades na atuação da diretora Luísa Maria Rodrigues, e arquivou a queixa, mas o de Braga deu razão à “reclamação hierárquica” do advogado José Dantas e reabriu o inquérito, com a categoria de “corrupção e afins”.

A Procuradoria quer que a investigação englobe a apreensão dos registos individuais dos alunos, bem como de duas atas, do Conselho de Turma, uma das quais quando foi decidido que haveria uma época extra de exames.

Pede que seja averiguada a identidade dos docentes que participaram nas reuniões, constituindo como arguidas as que votaram o exame extraordinário e alteraram as notas de inglês de dois alunos. Manda, ainda, que sejam apreendidas as provas de Geografia dos exames extra, para se ver se foram mudadas as notas de dois outros.

Na queixa, o docente acusara a Escola de ter “adulterado” as notas “sem o avisar”.  Acrescentou, “estranhamente”, e com repetição de provas fora dos prazos, dois alunos foram aprovados, tendo entrado na Escola Profissional da “Associação em diálogo” . Por serem “estudantes com necessidades especiais”. O professor diz, ainda, que um dos sete alunos dos cursos vocacionais de Design e Tecnologia – e que tinha reprovado – passou de nota negativa, de nove para 19 valores.

E anota que o comportamento dos jovens nas aulas se “pautava por grande falta de vontade de trabalhar, inércia em executar as tarefas mínimas que lhes eram propostas, e falta constante de material básico”.

Escola cumpriu

Ao MP, a Diretora contrapôs que a queixa “não corresponde à verdade” e que “os cinco certificados de conclusão do nono ano estão corretos, pois necessitaram apenas de 70 por cento dos módulos e não de cem”.

Mais disse, que três dos alunos, por não terem tido cem por cento, apenas podiam prosseguir os estudos a nível vocacional, motivo pelo qual foram para a Escola Secundária Sá de Miranda em Braga, onde excecionalmente funcionaria uma turma do 10º ano da área vocacional.

Quanto aos restantes, disse que “estariam numa escola profissional, e
tal não devia acontecer, mas, que essa situação nada tem a ver com a escola”.

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Póvoa de Lanhoso

Câmara da Póvoa de Lanhoso leva mais de 2 mil pessoas a Fátima

“Uma das propostas mais aguardadas pelos Povoenses”.

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Foto: Divulgação / CM Póvoa de Lanhoso

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso promove esta terça-feira, dia 18 de setembro, um passeio concelhio a Fátima, no qual irão participar mais de duas mil pessoas, informou hoje a autarquia.

A iniciativa, que conta com a colaboração das juntas de freguesia e das paróquias do concelho, é “uma das propostas mais aguardadas pelos Povoenses” e “visa promover a união e o convívio entre as populações, sendo certo que a deslocação àquele local religioso, em particular, é também uma das mais fortes razões que leva as pessoas a participarem com entusiasmo”.

No Santuário de Nossa Senhora de Fátima será celebrada uma eucarística, em que participam diversos párocos do arciprestado e o Grupo Coral de Rendufinho, daquele concelho.

A saída da Póvoa de Lanhoso acontece às primeiras horas da manhã, estando a chegada às terras de Lanhoso prevista para o início da noite.

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Póvoa de Lanhoso

PJ investiga afogamento de octogenário

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A Polícia Judiciária de Braga está a investigar ainda no local da ocorrência o afogamento de um octogenário, na Póvoa de Lanhoso.

A vítima, de 81 anos, foi encontrada afogada cerca das 09:00, na freguesia de Vilela, concelho da Póvoa de Lanhoso.

O cadáver foi retirado do rio pouco tempo depois pela Equipa de Resgate Aquático dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.

Além da GNR da Póvoa de Lanhoso foi para o local a Polícia Judiciária de Braga.

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Póvoa de Lanhoso

Presidente da Póvoa de Lanhoso quer demolir vivenda ilegal de vereador do PS

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Foto: DR

O vereador e presidente do PS da Póvoa de Lanhoso, Frederico Castro, construiu uma casa de forma ilegal, já que metade dela está em terrenos que são Reserva Agrícola Nacional.

A acusação foi feita, esta quinta-feira ao final da tarde, em reunião de vereadores, pelo presidente da Câmara local, o social-democrata, Avelino Silva, que garantiu que a vivenda já não é legalizável, dado que os prazos legais para o efeito foram ultrapassados: “Foi o senhor que implantou parcialmente uma casa em reserva agrícola nacional mentindo à Câmara Municipal. E que violou o PDM, não cumprindo o projeto que a câmara aprovou. Sim, violou as regras do Plano Diretor Municipal prestando falsas declarações”, afirmou, dirigindo-se ao autarca socialista.

Na ocasião, e de acordo com uma nota de imprensa hoje divulgada, Avelino Silva, disse que, cerca de metade da casa foi construída em cima de terrenos que são reserva agrícola e acusou-o de não ter cumprido o prazo, que lhe foi dado pelos serviços autárquicos, 60 mais 90 dias (150 ao todo), para regularizar a ilegalidade.

Legalizável, diz o PS

Em resposta, o autarca socialista admitiu que houve um “lapso” de implantação, mas garantiu que o arquiteto, autor do projeto, já entregou um pedido de regularização nos serviços em Braga da Comissão Nacional da Reserva Agrícola, para que a área seja desafetada. “A casa não está terminada, não foi pedida licença de utilização e nem é habitada. E a irregularidade é regularizável”, contrapôs, classificando o assunto como um caso sem história, para tentar calar os vereadores socialistas. O que não sucederá, avisaram.

Ameaças de Tribunal

Avelino Silva lamentou, ainda, no começo da sua intervenção, que o vereador tenha dito ao jornal Terras de Lanhoso, que “quanto ao favorecimento a particulares na construção de obras ilegais, basta falarmos com pessoas das nossas freguesias para nos apercebermos no negócio eleitoral que é feito aqui e ali, com pessoas que depois de fazerem as obras ilegais com a cobertura da Câmara Municipal ficam na mão de quem os favoreceu”.

“Que credibilidade tem o Senhor para vir falar de seriedade em matéria de licenciamento e para acusar a câmara de favorecimento?”, perguntou, dirigindo-se, de novo, ao vereador do PS.

E, em tom indignado, disse: “Estas declarações são muito graves e como tal, eu desafio o Vereador a concretizar aquilo que diz. A provar que há favorecimento em matéria de licenciamento. Quem e quando foi favorecido?”.

E acrescentou: “Se não o fizer, darei indicações ao gabinete jurídico para apresentar uma queixa-crime por ofensa ao organismo, serviço ou pessoa coletiva contra o senhor. Assim no tribunal terá a oportunidade de apresentar factos concretos onde houve favorecimento por parte do presidente da câmara ou dos vereadores, “licenciando obras ilegais”.

Frederico Castro respondeu, reafirmando tudo que escreveu naquele periódico, e garantindo que vai continuar com a mesma postura de “denúncia de situações anómalas”. E os vereadores do PS falam em dezenas de pequenas situações de irregularidades em licenciamento no concelho, como sucede, de resto, em todos os outros no país.

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