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Braga

Tapete persa, mapa do tesouro, jogo de computador? Não, é o Jardim de Santa Bárbara em Braga – fotografia

“Braga é assim… perfeita”.

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Uma fotografia aérea do Jardim de Santa Bárbara, em Braga, fez sucesso nas redes sociais, esta semana, pela perspectiva e pela beleza apresentadas.

Publicada por Alberto Fernandes, na quarta-feira, a imagem recebeu milhares de gostos e partilhas, diretamente no seu post mas também noutras publicações, entretanto feitas e que utilizavam aquela fotografia.

Foto: Facebook de Alberto Fernandes

“Braga é assim… perfeita”, lê-se junto à foto.

O Jardim de Santa Bárbara, criado nos anos 1950, é um dos jardins mais bonitos e mais visitados da cidade de Braga. Trata-se de um verdadeiro “tapete-persa” (terá servido de inspiração) de flores, localizado na freguesia da Sé, junto à ala medieval do Paço Espiscopal Bracarense, construído nos séculos XIV e XV, e cujo aspeto atual se deve às obras de restauro realizadas entre os anos 1930 e 1940.

Deve o seu nome a uma fonte do século XVII, colocada no centro do jardim, com uma estátua de Santa Bárbara,  que, por razões de segurança, se encontra atualmente patente no Claustro do Convento do Pópulo.

Uma Casa da Árvore no centro da cidade de Braga

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Braga

Rui Veloso dá concerto solidário em Braga

O pai do rock português

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Foto: DR

Rui Veloso vai atuar no próximo dia 09 de maio num concerto solidário que se realizará no Altice Forum Braga. Os bilhetes para o concerto têm um preço simbólico de 2 euros que irão reverter integralmente a favor de uma instituição de solidariedade social que será divulgada em breve.

O concerto é uma iniciativa no âmbito das comemorações oficiais do Dia da Europa, com produção da InvestBraga, que este ano se realizam em Braga e vão contar com a presença de diversas individualidades, como é o caso do Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas.

Os bilhetes para o concerto estarão disponíveis a partir desta terça-feira nas bilheteiras do Altice Forum Braga e nos locais habituais, sendo que a compra é limitada a um máximo de quatro bilhetes por pessoa.

Esta será a estreia de Rui Veloso no novo Altice Forum Braga. Apelidado por muitos como o “Pai do Rock Português”, Rui Veloso é um dos músicos mais influentes da música portuguesa, com sucessos que atravessam diversas gerações.

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Braga

Concerto de sinos em Braga envolve sete igrejas e cerca de 70 tocadores

25 de abril

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Foto: DR/Arquivo

Cerca de 70 “tocadores” espalhados pelas torres de sete igrejas do centro histórico de Braga vão dar, na quinta-feira pelas 18:00, um concerto de sinos, uma iniciativa integrada nas comemorações do 25 de abril, disse hoje o produtor executivo do espetáculo.

Em declarações à Lusa, Mauro Rodrigues acrescentou que o concerto tem a duração de 50 minutos, envolvendo mais de três dezenas de sinos.

“É um concerto para se ouvir em movimento, enquanto se circula pelo centro histórico da cidade. O apelo que fazemos é para que as pessoas não fiquem paradas, porque não há um ponto melhor que outro para assistir”, referiu.

Com ou sem conhecimentos musicais, os tocadores são voluntários, com idades que variam entre os 10 e os 68 anos e que têm vindo a ensaiar “com denodo” para que “nada falhe”.

Os sinos são tocados à corda, manualmente.

O concerto chama-se “Et Patriae Libertionem” e tem direção artística de Llorenç Barber, que o concebeu expressamente para os sinos de Braga.

As igrejas palco do concerto são as dos Congregados, S. Marcos, Santa Cruz, Terceiros, Misericórdia, Carmo e Pópulo.

“Formam um círculo quase perfeito, abraçando o centro histórico”, disse ainda Mauro Rodrigues.

Depois do toque inicial, que será em simultâneo nas sete igrejas, cada torre terá o seu momento “a solo”, devidamente orientado por um cronómetro, “para que nada falhe”.

Este concerto será uma reedição do realizado aquando da Noite Branca 2016, mas “com algumas nuances”.

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Braga

Homenagem a pároco recentemente falecido marcou tradição pascal de Fiscal em Amares

Homenagem a pároco recentemente falecido marcou tradição pascal de Fiscal

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A travessia do Rio Homem, na freguesia de Fiscal, em Amares, ficou, este ano, emocionalmente marcada.

Foi a primeira vez que o padre Joaquim Costa, um dos principais impulsionadores e dinamizadores desta tradição não esteve presente por ter falecido recentemente e porque três dos cinco barcos fizeram a travessia pela última vez.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

A homenagem simbólica a Joaquim Costa aconteceu, em pleno rio Homem, com o descerramento de um pequeno busto em sua homenagem. “Era o principal impulsionador desta tradição”, reconhece o presidente da Câmara de Amares.

Manuel Moreira revelou a O MINHO que, mais tarde, “iremos fazer uma homenagem formal” mas “não queríamos deixar passar o fato de ser a primeira Páscoa em que ele não está presente”. O busto foi uma oferta da freguesia corporizada pelos mordomos deste ano.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Barcos

Segundo o presidente da Junta de Fiscal, Augusto Macedo, disse a O MINHO, “no próximo ano, teremos três barcos totalmente novos” que começarão a ser construídos “no decorrer dos próximos meses”.

Esta era uma reivindicação antiga: as habituais embarcações e protagonistas da travessia já apresentavam “deficientes condições” o que poderia “trazer problemas de segurança”. Com o apoio da câmara, “no próximo ano, teremos três novas barcaças e no ano seguinte, as outras duas”.

“Variações” já tem trailer

A mordoma, este ano, é Maria do Sameiro Abreu, “filha de barqueiro”, que assume a tradição pela quarta vez: “como havia dificuldades em encontrar alguém, voltei a ficar eu” mas, como reconhece “isto dá muito trabalho”.

Desde Julho do ano passado que está a organizar a tradição que contou como “o apoio de familiares e amigos”.

Joaquim Costa

O padre Joaquim Costa era a ‘alma’ desta tradição. Era ele que todos os anos, batia, de porta em porta, à procura de mordomos quando “as coisas ficavam mais complicadas e não aparecia ninguém”.

A sua recente morte não “irá mudar em nada a tradição até porque ele não o iria querer”, refere Augusto Macedo. Nesta altura, é o padre da freguesia vizinha de Carrazedo que está a pastorear Fiscal.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

“Como a Páscoa lá, também, é hoje, aliás há o tradicional encontro das duas freguesias no Monte do Pilar e o padre já se tinha comprometido com Carrazedo, ficou decidido que um ano acompanharia a Páscoa lá e no outro aqui em Fiscal”, revela ainda o presidente da Junta.

Por isso, a travessia de barco no Rio Homem, foi ‘comandada’ por um seminarista, vindo da Tanzânia, Joseph Malimbali Rodrick.

Tradição

Ao som dos foguetes e das campainhas, o compasso pascal atravessa o rio Homem. Milhares de pessoas juntam-se de novo nas margens para registarem uma tradição cujas origens ninguém conseguiu ainda precisar.

Embora uma ponte já ligue as duas partes da freguesia amarense há cerca de três décadas, o cortejo pascal continua a vencer o rio com o recurso a barcaças, unindo os lugares de S. Bento e da Pedreira.

Cinco pequenas embarcações foram, mais uma vez, resgatadas ao leito do rio, onde permanecem submersas durante todo o resto do tempo, para, decoradas com flores naturais, transportarem elementos do compasso pascal, fogueteiro, fotógrafos e a sempre requisitada Banda Musical de Cabreiros entre as margens direita e esquerda do Homem.

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

Um cerimonial que tem o mérito de arrancar palmas aos residentes e naturais de Fiscal, bem como aos muitos forasteiros que, na segunda-feira de Páscoa, se deslocam à Freguesia amarense também reconhecida como terra natal do músico António Variações.

O cortejo pascal encerra com o habitual com o ‘Encontro das Cruzes’, no final da tarde, junto ao marco miliário na Freguesia vizinha de Carrazedo, seguido de desfile até à capela de Santo António do Pilar.

Um momento musical protagonizado pelas bandas filarmónicas e uma sessão de fogo-de-artifício presentearam os presentes, terminada mais uma ‘visita’ do Cristo ressuscitado às casas de Fiscal.

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